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		<title>Tecnologias e diversificação de culturas melhoram produção em solos arenosos</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 13:53:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Embrapa participa da Expocanas 2026 com foco em solos arenosos e diversificação de culturas.</p>
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<p class="has-text-align-center"><em>Embrapa participa da Expocanas 2026 com foco em solos arenosos e diversificação de culturas</em></p>



<p class="has-text-align-right"><strong>Por Assessoria de Imprensa/Embrapa Agropecuária Oeste</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="800" height="533" src="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Embrapa-Agropecuaria-Oeste-Expocanas-2026.jpg" alt="" class="wp-image-2698" style="width:748px;height:auto" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Embrapa-Agropecuaria-Oeste-Expocanas-2026.jpg 800w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Embrapa-Agropecuaria-Oeste-Expocanas-2026-300x200.jpg 300w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Embrapa-Agropecuaria-Oeste-Expocanas-2026-768x512.jpg 768w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Embrapa-Agropecuaria-Oeste-Expocanas-2026-600x400.jpg 600w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Embrapa-Agropecuaria-Oeste-Expocanas-2026-405x270.jpg 405w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Área dos campos tecnológicos de cana, soja, sorgo, milho e amendoim cultivados pelos pesquisadores da Embrapa Agropecuária Oeste, de Dourados (MS). Foto: Orismar Espíndola</em></figcaption></figure></div>


<p>A Embrapa fez parte, mais uma vez, da Expocanas 2026, em Nova Alvorada do Sul, MS, com estande e quatro estações demonstrativas com cana-de-açúcar, amendoim, milheto, milho safrinha e sorgo granífero nos dias 25, 26 e 27 de março com atendimento ao público. No último dia, também foi realizada a abertura da Jornada Técnica “Diversificação de Culturas em Solos Arenosos”. A abertura foi realizada pelo chefe-adjunto de Transferência de Tecnologia, Auro Akio Otsubo, em nome do chefe-geral da Embrapa Agropecuária Oeste, Harley Nonato de Oliveira, e pelo presidente do Sindicato Rural de Nova Alvorada do Sul, Leandro Lyrio.</p>



<p>A primeira palestra foi proferida por Rogério Hidalgo Barbosa, consultor da Plantec/Amendoglória, sobre o tema “Potencialidades do amendoim como cultura de verão para ambientes restritivos à soja”. Ele fez o relato do projeto piloto da instituição com amendoim na Safra 2021/2022, 21 hectares. Segundo ele, os experimentos têm sido desenvolvidos com objetivo de elucidar dúvidas entre os próprios pesquisadores da empresa. Apesar de os dados não serem resultados científicos, eles conseguiram resultados promissores no campo, que mostram que o amendoim têm resultados muito bons em locais que a soja não vai tão bem devido a limitações físicas, biológicas, químicas e/ou climáticas, em solos com baixa retenção de água e baixa fertilidade. “É melhor abrir com amendoim do que em soja. E o amendoim é uma alternativa boa para a trabalhar a rotação de cultura”, afirmou.</p>



<p>Barbosa ainda ressaltou que o manejo básico em solos arenosos, com correção bem feita das áreas, rotação de culturas, já contribui para o aumento do teor de matéria orgânica. O consultor disse que tem observado que a cultura do amendoim pode proporcionar mais estabilidade de produção do que a cultura da soja, com vários benefícios como a quebra do ciclo de pragas e doenças e fixação de nitrogênio.</p>



<p>Em experimentos em áreas de solos arenosos de soja em Nova Alvorada do Sul, MS, o plantio da soja precisa ser realizado em novembro e dezembro para ter menor risco de perda da cultura, o que inviabiliza o plantio de segunda safra. “Existe maior risco de perda de soja do que de amendoim. A soja tem plantio tardio, o que faz ser perdida a janela de segunda safra tanto do milho quanto do sorgo. Já com amendoim não se perde a janela do plantio de segunda safra”. &nbsp;Segundo o consultor, a empresa ainda não teve a oportunidade de realizar experimentos em usinas em áreas de renovação do canavial. “Mas podem confiar. Conseguimos, com certeza, entrar sem prejudicar a cana”, garante Barbosa. &nbsp;</p>



<p>A segunda apresentação foi da MS Grãos Nuts, com o sócio diretor José Antônio Cogo Junior, e o técnico agrícola Diego da Cunha Almeida, sobre “Programa de fomento e aquisição de amendoim para fins industriais”. Cogo Junior afirmou que a empresa beneficia e comercializa o amendoim em Mato Grosso do Sul e conseguem “absorver toda a cadeia do amendoim do estado”.</p>



<p>Em seguida, Almeida contou que trabalha há 24 anos no setor de cana e, atualmente, trabalha com amendoim na região de Rio Brilhante. De acordo com ele, a perspectiva é de realizar reforma dos canaviais e colocar 100% de amendoim no sistema. “A Embrapa contribui muito com os nossos trabalhos, interpretando os dados, para ter o máximo de informação possível pra gente fazer e falar a coisa certa. Neste ano, já colhemos praticamente 60% da safra”.</p>



<p>O técnico agrícola disse que a cultura exige cuidado, porém é fácil de ser manejada, desde que o manejo seja feito preventivamente. “Se esperar a doença aparecer para fazer aplicação, vai perder a cultura. O produtor tem mania de trabalhar corretivamente em tudo. Tudo tem que ser trabalhado preventivamente. E tem que haver planejamento. A ideia é ajudar o produtor a saber produzir, e a gente faz o beneficiamento”, concluiu.</p>



<p><strong>Soja em solos arenosos</strong></p>



<p>Para falar sobre “Sistemas de produção de soja em solos arenosos e de baixa altitude”, o pesquisador Rodrigo Arroyo Garcia, da Embrapa Agropecuária Oeste, começou a palestra fazendo uma retrospectiva do sistema de produção soja/milho, sucessão de culturas consolidadas no Brasil. “Esse modelo não é o ideal para todos os ambientes de produção no País, como é o caso de áreas predominantemente de solos arenosos”.</p>



<p>Em Mato Grosso do Sul, o pesquisador disse que a soja continua com cenário de crescimento contínuo e que o milho está estabilizado. A sucessão veio diminuindo, em áreas mais fracas e áreas mais favoráveis está aumentando a diversificação.</p>



<p>Garcia afirmou que é possível ter um bom sistema de produção por meio de um manejo bem realizado com a construção de solo, resultando em maior capacidade de produção de raízes mais profundas, melhorando a condição de armazenamento de água no solo. “O Centro-Sul de MS possui um cenário desafiador na distribuição de chuvas, com instabilidade da precipitação, o que acarreta também a oscilação da produtividade da soja”, explicou o pesquisador.</p>



<p>O pesquisador lembrou que o produtor rural busca como resultado final o potencial produtivo da cultura, mas ele ressaltou também que uma planta sob estresse hídrico e/ou térmico acaba tendo redução na taxa fotossintética e a planta diminui a atividade com maior dificuldade em acumular carbono e produção de massa. “Por isso, a construção do ambiente de produção é muito importante”.</p>



<p>O objetivo maior é sempre potencializar a soja. A safrinha foi pensada para melhorar o sistema de produção e refletir diretamente no desempenho da cultura principal. Segundo Garcia, o aumento da matéria orgânica do solo é fundamental nesse processo, especialmente em solos arenosos, que naturalmente armazenam menos água. “Quando se eleva a matéria orgânica, é possível aumentar a retenção de água e criar um ambiente mais favorável ao desenvolvimento das plantas, inclusive em condições de estresse climático”, destaca.</p>



<p>O pesquisador também ressalta a importância do manejo adequado diante de desafios como altas temperaturas e ondas de calor, comuns no período de plantio na região. A adoção de plantas de cobertura e a formação de palhada contribuem para reduzir a temperatura do solo, melhorar a fixação biológica de nitrogênio (FBN) e auxiliar no controle de nematoides. Resultados de campo em municípios como Naviraí e Nova Alvorada do Sul demonstram ganhos expressivos de produtividade e aumento da matéria orgânica ao longo das safras, reforçando que sistemas bem manejados são mais resilientes, produtivos e até mais eficientes na geração de créditos de carbono.</p>



<p><strong>Sorgo e Milheto na Safrinha</strong></p>



<p>O uso de sorgo e milheto graníferos tem ganhado espaço como alternativa estratégica para a segunda safra, especialmente em áreas de solos arenosos e de menor altitude. Segundo o pesquisador Cícero Beserra Menezes, da Embrapa Milho e Sorgo, em sua palestra intitulada “Sorgo e milheto graníferos como culturas de segunda safra em solos arenosos e de baixa altitude”, a expansão dessas culturas nos últimos anos está diretamente ligada ao aumento da demanda de mercado e à maior segurança produtiva em condições climáticas adversas. O sorgo granífero, por exemplo, apresenta produtividade média nacional de cerca de 3.600 kg/ha, com destaque para estados como Goiás e Minas Gerais, enquanto Mato Grosso do Sul ainda apresenta variações de área plantada.</p>



<p>Além da adaptação a cenários de risco climático, sorgo e milheto se destacam pelo desempenho agronômico e nutricional. Ambos possuem maior teor de proteína que o milho e valor energético próximo, sendo amplamente utilizados na alimentação animal. “O milheto é campeão em resiliência, o sorgo é especialista em eficiência hídrica e o milho se destaca em produtividade em condições ideais”, resume o pesquisador. Com sistemas radiculares mais profundos, especialmente no caso do milheto, essas culturas conseguem explorar melhor água e nutrientes no solo, contribuindo também para a reciclagem de nutrientes e a melhoria do sistema produtivo.</p>



<p>O manejo adequado, no entanto, é fundamental para garantir bons resultados e evitar impactos na cultura seguinte, como a soja. A adubação, especialmente com nitrogênio, é indispensável, assim como o monitoramento de pragas, com destaque para o pulgão do sorgo, e a adoção de práticas preventivas no controle de doenças. “Doença e pragas são questões preventivas. Não pode esperar aparecer”, enfatizou Menezes. &nbsp;Apesar de possuir efeito alelopático, o sorgo não prejudica a soja quando manejado corretamente. O pesquisador reforçou que o sorgo representa uma opção de segurança produtiva, enquanto o milheto se destaca como importante ferramenta na recuperação e construção da qualidade do solo.</p>



<p><strong>Expansão do Etanol de Cereais</strong></p>



<p>Na palestra “Programa de fomento de cereais para a produção de etanol”, José Fabiano, da Inpasa, falou sobre que o avanço da produção de etanol a partir de grãos tem aberto novas oportunidades para os produtores rurais, especialmente para o cultivo de sorgo na segunda safra. De acordo com ele, a empresa desenvolve um programa de fomento voltado à produção de cereais, ampliando as possibilidades de comercialização para os agricultores. “É uma oportunidade para o produtor, principalmente para o sorgo, que ainda conta com poucos armazéns de recebimento. No nosso caso, há flexibilidade nesse processo”, destacou.</p>



<p>Com atuação nacional, a Inpasa possui números expressivos que reforçam a demanda crescente por matéria-prima. A empresa tem capacidade de produzir cerca de 5,8 bilhões de litros de etanol por ano, volume equivalente ao abastecimento de aproximadamente 116 milhões de veículos, além de uma estrutura que movimenta milhares de caminhões diariamente e processa grandes volumes de milho e sorgo. Em Mato Grosso do Sul, a produção anual gira em torno de 4 milhões de toneladas, mas ainda há espaço para expansão: a capacidade de compra da indústria supera a atual produção estadual, “sinalizando um cenário promissor para o aumento da área cultivada, especialmente com sorgo”, garantiu Fabiano.</p>



<p><strong>Demonstrações a campo</strong></p>



<p>Durante os três dias de evento, a Embrapa demonstrou tecnologias para melhoria do ambiente com diversificação de culturas em solos arenosos. As pessoas que visitaram o estande puderam ver e ser atendidos pela equipe técnica da Embrapa que mostraram no campo áreas com cana-de-açúcar, milheto, milho safrinha, sorgo granífero, amendoim e explicaram a importância dessas culturas como diversificação e melhoria no ambiente de produção e da produtividade de canaviais e lavouras de soja.</p>



<p>Estavam presentes, da Embrapa Agropecuária Oeste, os pesquisadores Cesar José da Silva, Rodrigo Arroyo Garcia, Carlos Hissao Kurihara, Adriana Marlene Moreno Pires e o analista Gessí Ceccon; e da Embrapa Algodão o pesquisador Jair Heuert.</p>



<p><strong>Instituições</strong></p>



<p>Otsubo falou sobre a importância de se utilizar tecnologias apropriadas para a regiões, principalmente em áreas de solos arenosos. Ele destacou a presença dos pesquisadores da Embrapa Algodão, inclusive do chefe-adjunto de TT Daniel Ferreira, responsáveis em nível nacional no desenvolvimento de trabalhos com amendoim e gergelim como culturas para integrar sistemas de produção sustentáveis. “A sustentabilidade e o sucesso de cultivos em áreas em solos arenosos ocorrem e se consolidam a partir de dados da ciência e com a utilização das tecnologias e das informações geradas por parte de técnicos e produtores rurais”, disse.</p>



<p>O presidente do Sindicato Rural Lyrio também agradeceu por mais um ano de parceria. “É sempre muito importante para o município e produtores a parceria de peso com as instituições, como a Embrapa. Temos que aproveitar a oportunidade de conhecimento”, afirmou.&nbsp;</p>



<p><strong>Realização</strong>&nbsp;&#8211; A realização do evento foi da Embrapa, Biosul, Sulcanas, Sindicato Rural de Nova Alvorada do Sul, Prefeitura Municipal de Nova Alvorada do Sul e Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc) do governo de MS.</p>



<p>Sílvia Zoche Borges&nbsp;(DRT-MG 08223)<br>Embrapa Agropecuária Oeste<br><br><strong>Contatos para a imprensa</strong><br>agropecuaria-oeste.imprensa@embrapa.br<br><strong>Telefone:</strong>&nbsp;(67) 3416-9742 | (67) 99944-9224 (WhatsApp corporativo)</p>
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		<title>Em parceria estratégica, Tereos e Atvos lideram inovação com testes pioneiros de tratores autônomos na cultura de cana-de-açúcar no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Biosul MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 13:03:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Tecnologia demonstra potencial para elevar em 20% o rendimento dos equipamentos e reduzir em até 10% o consumo de diesel, impulsionando sustentabilidade e produtividade no campo.</p>
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<p class="has-text-align-right"><strong>Por Assessoria de Imprensa /Atvos</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><em>Tecnologia demonstra potencial para elevar em 20% o rendimento dos equipamentos e reduzir em até 10% o consumo de diesel, impulsionando sustentabilidade e produtividade no campo</em></p>



<p>Em um movimento estratégico voltado à inovação, sustentabilidade e excelência operacional, Tereos e Atvos dão um passo decisivo para transformar o setor sucroenergético brasileiro ao realizarem os primeiros testes com tratores autônomos na cultura de cana-de-açúcar. A iniciativa reforça o compromisso das empresas em aprimorar a qualidade, a eficiência e a segurança das operações no campo, inaugurando uma nova era de modernização para o agronegócio nacional.</p>



<p>Os testes contaram com a tecnologia da ASI, empresa norte-americana e referência global em veículos autônomos com mais de duas décadas de atuação nos segmentos de mineração, construção e agricultura. A validação foi conduzida pela consultoria técnica Balanced Engineering e pela Agricef, responsável pela integração dos sistemas nos equipamentos, e evidenciou o potencial da automação em impulsionar tarefas agrícolas, aumentar a precisão operacional e otimizar custos, além de maximizar a produtividade sem necessidade de expandir área cultivada, permitindo extrair mais valor das áreas já existentes.</p>



<p>“Mais do que integrar a tecnologia, a Agricef atuou para adequar a solução da ASI às condições reais de operação das usinas, com base em sua forte presença no campo e domínio dos processos agrícolas no Brasil. Os resultados iniciais reforçam que as operações autônomas tendem a se consolidar como uma realidade no campo, contribuindo para uma agricultura cada vez mais sustentável”, afirma Efraim Albrecht, diretor de Operações na Agricef.</p>



<p>A iniciativa teve origem na Agri-Tech Experience, organizada pela Balanced e Agricef, e realizada nos Estados Unidos em outubro de 2024. O encontro aproximou produtores brasileiros e empresas americanas de automação, participando da FIRA 2024 e visitando membros da Pittsburgh Robotics Network ao longo de dez dias. A partir dessa experiência, formou-se a&nbsp;<em>Brazilian Sugarcane Automation Alliance</em>, parceria criada para avaliar tecnologias de automação já maduras e adaptá-las para a realidade do agronegócio brasileiro.</p>



<p>Entre maio e dezembro de 2025, os tratores foram submetidos a operações reais, comprovando um aumento potencial de 20% na produtividade dos equipamentos com o sistema autônomo. O avanço tecnológico também se destacou pela promoção da sustentabilidade: a adoção da solução resultou em redução de até 10% no consumo de diesel, reforçando o compromisso ambiental das empresas.</p>



<p>“A visão da ASI para a agricultura é levar a automação a todos os produtores — de pequenas propriedades a operações em larga escala — contribuindo para sistemas agrícolas mais resilientes”, afirma Mel Torrie, CEO da ASI. “Elemento central para uma automação sustentável é o Mobius®, sistema de comando e controle de frotas que permite a um único operador gerenciar múltiplos veículos não tripulados simultaneamente. A solução pode ser adaptada a tratores, pulverizadores ou colhedoras de qualquer marca, sem a necessidade de investimentos em máquinas novas.”</p>



<p>&#8220;Os testes representam um avanço decisivo para a modernização da operação agrícola no país. Ao validar a tecnologia em condições reais de campo e ao longo de diferentes operações do ano, conseguimos medir com precisão seu desempenho, seus ganhos operacionais e sua capacidade de escala. Este foi o primeiro passo para adaptar soluções autônomas já consolidadas no mundo à realidade brasileira. A criação da aliança foi fundamental para abrir as portas dessa inovação no Brasil e estamos certos de que essa tecnologia trará ainda mais eficiência, segurança e sustentabilidade para nossas ações no campo”, comenta Everton Carpanezi, diretor de Operações Agroindustriais da Tereos.&nbsp;</p>



<p>“A adoção de sistemas autônomos na cultura de cana-de-açúcar representa um marco para o agronegócio brasileiro. Com a sincronização de todos os equipamentos agrícolas envolvidos, como tratores, colhedoras e frota de apoio, conseguiremos não apenas otimizar processos e reduzir custos, mas também contribuir para uma agricultura mais sustentável e eficiente. Este projeto reforça nosso compromisso em liderar a transição energética, ao mesmo tempo em que impulsiona nossas equipes para os novos desafios e oportunidades trazidos pela digitalização do campo”, destaca Alexandre Maganhato, Vice-Presidente de Tecnologia, Inovação e Engenharia da Atvos.</p>



<p>Durante estes primeiros testes, a solução foi validada nas operações de grade e subsolagem, o que proporcionou insights valiosos sobre ajustes necessários para atender às demandas específicas de cada operação, ampliando a aderência do sistema às condições operacionais da cultura de cana-de-açúcar.</p>



<p>Foram identificadas e implementadas oportunidades de melhoria no sistema para atender às particularidades da topografia e do padrão operacional brasileiro, resultando em uma solução mais robusta e preparada para operar em diferentes cenários agrícolas.</p>



<p>A implementação da tecnologia contempla a capacitação dos colaboradores das operações, assegurando uma transição segura, sustentável e inclusiva. Os profissionais são preparados para novas funções, como supervisão de frotas autônomas, diagnóstico remoto e gestão de dados, fortalecendo a integração entre pessoas, tecnologia e decisões orientadas por inteligência operacional.</p>



<p>“A adoção de autonomia exige mais do que apenas comprar uma solução: requer prontidão operacional e alinhamento do negócio do produtor. A Balanced Engineering guia o cliente de ponta a ponta para transformar tecnologia em valor — apoiando decisões e execução — e criando as condições para resultados consistentes em escala”, diz Alex Foessel, Managing Partner da Balanced Engineering.</p>



<p>Com resultados promissores, Atvos e Tereos reafirmam o compromisso com a evolução da solução, focando na usabilidade e excelência operacional para viabilizar ganhos consistentes de escala e ampliar o impacto positivo nas operações agrícolas brasileiras.</p>
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		<title>Com 120 expositores confirmados, Expocanas chega à 4ª edição como referência na integração da cadeia da bioenergia em MS</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 12:21:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Evento será realizado de 25 a 27 de março, em Nova Alvorada do Sul (MS), com expectativa de 10 mil visitantes; credenciamento digital está aberto Por Biosul A Expocanas 2026 entra na semana de realização consolidada como um dos principais encontros da bioenergia de Mato Grosso do Sul. Com 120 expositores confirmados, a feira reúne, em um único espaço, os diferentes elos que estruturam a produção de etanol, açúcar e bioeletricidade, conectando tecnologia, inovação e oportunidades de novos negócios. O evento será realizado nos dias 25, 26 e 27 de março, em Nova Alvorada do Sul (MS), com expectativa de público de 10 mil visitantes ao longo dos três dias. A cada edição, a Expocanas amplia sua relevância e reforça seu papel como ambiente de integração do setor, reunindo produtores, usinas, grandes marcas de maquinários, insumos e fertilizantes, pesquisadores e instituições públicas em torno dos principais desafios e oportunidades da bioenergia no cenário de transição energética que o país vivência. Mato Grosso do Sul ajuda a explicar esse movimento. O Estado é o 4º maior produtor de cana-de-açúcar, 4º maior produtor de etanol, 2º maior produtor de etanol de milho e 5º maior produtor de açúcar do Brasil, consolidando-se como um dos principais polos nacionais de produção de energia limpa e renovável. Além do volume, o setor vive um novo ciclo de transformação. As usinas, historicamente estruturadas na cana-de-açúcar, avançam na produção de etanol de milho, ampliam investimentos em açúcar, biogás e biometano e passam a olhar para novas oportunidades, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center"><em>Evento será realizado de 25 a 27 de março, em Nova Alvorada do Sul (MS), com expectativa de 10 mil visitantes; credenciamento digital está aberto</em></p>



<p class="has-text-align-right"><strong>Por Biosul</strong></p>


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<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" width="1024" height="724" src="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Convite-Expocanas-2026-1024x724.png" alt="" class="wp-image-2687" style="width:644px;height:auto" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Convite-Expocanas-2026-1024x724.png 1024w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Convite-Expocanas-2026-300x212.png 300w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Convite-Expocanas-2026-768x543.png 768w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Convite-Expocanas-2026-1536x1085.png 1536w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Convite-Expocanas-2026.png 1755w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<p>A Expocanas 2026 entra na semana de realização consolidada como um dos principais encontros da bioenergia de Mato Grosso do Sul. Com 120 expositores confirmados, a feira reúne, em um único espaço, os diferentes elos que estruturam a produção de etanol, açúcar e bioeletricidade, conectando tecnologia, inovação e oportunidades de novos negócios.</p>



<p>O evento será realizado nos dias 25, 26 e 27 de março, em Nova Alvorada do Sul (MS), com expectativa de público de 10 mil visitantes ao longo dos três dias.</p>



<p>A cada edição, a Expocanas amplia sua relevância e reforça seu papel como ambiente de integração do setor, reunindo produtores, usinas, grandes marcas de maquinários, insumos e fertilizantes, pesquisadores e instituições públicas em torno dos principais desafios e oportunidades da bioenergia no cenário de transição energética que o país vivência.</p>



<p>Mato Grosso do Sul ajuda a explicar esse movimento. O Estado é o 4º maior produtor de cana-de-açúcar, 4º maior produtor de etanol, 2º maior produtor de etanol de milho e 5º maior produtor de açúcar do Brasil, consolidando-se como um dos principais polos nacionais de produção de energia limpa e renovável.</p>



<p>Além do volume, o setor vive um novo ciclo de transformação. As usinas, historicamente estruturadas na cana-de-açúcar, avançam na produção de etanol de milho, ampliam investimentos em açúcar, biogás e biometano e passam a olhar para novas oportunidades, como o etanol para SAF (combustível sustentável de aviação) e o Bunker verde para o transporte marítimo.</p>



<p>Para o presidente da Sulcanas, Marcio Verrunes, que representa os fornecedores de cana no Estado, o crescimento da feira acompanha esse movimento. “A Expocanas evoluiu, amadureceu e hoje acompanha a dinâmica do setor. O aumento no número de expositores e a diversidade de soluções mostram que o evento se consolidou como um espaço estratégico para negócios, inovação e troca de conhecimento”, afirma.</p>



<p>Mais do que uma vitrine, a Expocanas se posiciona como um ambiente de conexão entre os diferentes elos da cadeia produtiva. Para Verrunes, esse é um dos fatores que sustentam o crescimento do evento e sua capacidade de gerar resultados concretos para o setor.<br><br>Para o presidente da Biosul, Amaury Pekelman, a Expocanas reflete o momento de transformação e crescimento do setor no Estado. “Mato Grosso do Sul se consolidou como um dos principais polos de bioenergia do país, com expansão do parque industrial, novos investimentos e avanço na diversificação da produção. A Expocanas surge e se consolida nesse contexto como um espaço que reúne essa dinâmica, integra os diferentes elos da cadeia produtiva e contribui para organizar, contribuir e fomentar as agendas de inovação, novos serviços e negócios para o desenvolvimento do setor”, destaca. Atualmente, 22 usinas de Bioenergia estão em operação no Estado, todas representadas setorialmente pela Biosul.</p>



<p><strong>Programação</strong></p>



<p>A programação da Expocanas 2026 foi estruturada para combinar conteúdo, experiência prática e geração de negócios. A cerimônia de abertura contará com a presença do governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel, além de lideranças do setor produtivo e autoridades.</p>



<p>Na sequência, será apresentado o tema central do evento “Bioenergia em Mato Grosso do Sul: panorama atual e agenda estratégica para o Brasil”, trazendo uma leitura sobre o momento do setor e seus principais desafios e oportunidades.</p>



<p>Ao longo dos três dias, a feira traz nesta edição uma agenda diversificada, com destaque para:</p>



<ul>
<li>Visitação aos campos tecnológicos e experimentais, com demonstração de variedades, insumos e práticas agrícolas;</li>



<li>Rodadas de negócios do Sebrae/MS, conectando empresas, produtores e fornecedores;</li>



<li>Palestras com especialistas, abordando inovação, produtividade e tendências da bioenergia;</li>



<li>Visitação de estudantes de escolas públicas e privadas, aproximando jovens do setor e das oportunidades da bioenergia.</li>



<li>Agenda dedicada às mulheres do agro, com foco em liderança, protagonismo e diversidade no setor;</li>



<li>Jornada técnica da Embrapa Agropecuária Oeste, com apresentação de pesquisas e soluções voltadas à eficiência produtiva e à diversificação de culturas;</li>
</ul>



<p>A programação também contempla a diversificação de culturas, com áreas demonstrativas de milho, soja, sorgo e amendoim, reforçando a integração dos sistemas produtivos e a eficiência no uso do solo.</p>



<p>A Expocanas 2026 é realizada pela Sulcanas, em parceria com a Biosul, e conta com patrocínio de Atvos (Diamante), Adecoagro, Agrícola MV, SESI, SENAI, SENAR, Dallas Alambique, Grupo Energe, além do apoio do Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, Sebrae/MS, Prefeitura de Nova Alvorada do Sul, Câmara de Vereadores de Nova Alvorada do Sul e Sindicato Rural de Nova Alvorada do Sul.</p>



<p>O credenciamento para visitantes, expositores, apoiadores e profissionais da imprensa segue aberto e pode ser realizado no site: &nbsp;<a href="https://inscricao.expocanas.com/">https://inscricao.expocanas.com/</a><br></p>



<p><strong>Serviço</strong></p>



<p><strong>Expocanas 2026</strong><br>Data: 25, 26 e 27 de março<br>Local: Parque de Exposição Multisetorial de Nova Alvorada do Sul (MS), BR-163 – Km 371<br>Credenciamento digital: <a href="http://www.expocanas.com/">www.expocanas.com/</a><br>Mais informações sobre o evento: <a href="http://www.expocanas.com/">www.expocanas.com/</a></p>
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		<title>10ª DATAGRO Abertura Safra Cana, Açúcar e Etanol reúne lideranças do setor em Ribeirão Preto nos dias 11 e 12 de março</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Biosul MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 12:40:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evento abre a agenda estratégica da cadeia sucroenergética com debates sobre mercado, energia, competitividade e política comercial.</p>
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<p class="has-text-align-center"><em>Evento abre a agenda estratégica da cadeia sucroenergética com debates sobre mercado, energia, competitividade e política comercial</em></p>



<p class="has-text-align-right"><strong>Por Assessoria de Imprensa/Datagro</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="961" height="961" src="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/03/e0dc1b7a-5fda-4b89-8bb3-396087b17984.png" alt="" class="wp-image-2681" style="width:499px;height:auto" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/03/e0dc1b7a-5fda-4b89-8bb3-396087b17984.png 961w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/03/e0dc1b7a-5fda-4b89-8bb3-396087b17984-300x300.png 300w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/03/e0dc1b7a-5fda-4b89-8bb3-396087b17984-150x150.png 150w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/03/e0dc1b7a-5fda-4b89-8bb3-396087b17984-768x768.png 768w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/03/e0dc1b7a-5fda-4b89-8bb3-396087b17984-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 961px) 100vw, 961px" /></figure></div>


<p>Ribeirão Preto (SP) sediará, nos dias 11 e 12 de março, a 10ª edição da DATAGRO Abertura Safra Cana, Açúcar e Etanol, encontro que inaugura a agenda estratégica do setor sucroenergético no país e marca o início do planejamento da safra 2026/27. Executivos de usinas, tradings, produtores, representantes do setor automotivo, especialistas em energia, autoridades e investidores participam dos debates. </p>



<p>A programação contempla dois dias de painéis e workshops dedicados aos principais vetores que devem orientar o desempenho da indústria no Brasil e no mercado internacional.&nbsp;</p>



<p>No primeiro dia, os debates começam com a avaliação do potencial de produção e da definição do mix no país, considerando impactos climáticos, econômicos e regulatórios sobre a alocação entre açúcar e etanol. Em seguida,&nbsp;traders&nbsp;discutem a expansão na Índia, a redução do preço da cana na Tailândia e os efeitos de medidas tarifárias no comércio da América do Norte.&nbsp;</p>



<p>“Entramos em um novo momento para o setor sucroenergético, em que as decisões deixam de ser apenas operacionais e passam a ter impacto direto na inserção do Brasil no mercado global de energia. A leitura integrada de produção, política comercial, transição energética e competitividade internacional é fundamental para reduzir riscos e ampliar previsibilidade”, afirma Plinio Nastari, presidente da DATAGRO.&nbsp;</p>



<p>A competitividade do etanol de milho também será abordada, em painel dedicado à dinâmica de custos, oferta e integração entre as rotas produtivas. O mercado do petróleo e os avanços na implantação da mistura de 35% de etanol anidro na gasolina, o chamado E35, além da evolução tecnológica da indústria automotiva com uso de biocombustíveis, compõem outro eixo central das discussões.&nbsp;</p>



<p>A agenda inclui ainda temas como integração e diversificação na América Latina, implementação de biocombustíveis no transporte marítimo e perspectivas para o plantio de beterraba na Europa, além de atualizações sobre o acordo Mercosul e União Europeia.&nbsp;</p>



<p>No segundo dia, o foco se amplia para aspectos operacionais e tecnológicos. Entre os destaques estão o uso do etanol em equipamentos agrícolas, os avanços da transformação digital na indústria sucroenergética, estratégias de controle de pragas como instrumento de ganho de produtividade e a apresentação de indicadores da área agrícola para o próximo período produtivo.&nbsp;</p>



<p>O encontro também reserva espaço para a análise dos custos agroindustriais, com avaliação de cenário, gargalos e oportunidades, além de workshops voltados à gestão de matéria-prima, manutenção industrial, incorporação de carbono no solo com aplicação de subprodutos da indústria e controle de perdas com foco em eficiência.&nbsp;</p>



<p>“Além das variáveis tradicionais de oferta e demanda, o setor passa a conviver com fatores estruturais, como mudanças regulatórias, novas metas de descarbonização e maior pressão por eficiência industrial e agrícola. O evento <strong>DATAGRO Abertura de Safra Cana</strong> cumpre o papel de organizar esse conjunto de informações e transformar dados em direcionamento estratégico para as empresas”, diz Nastari.&nbsp;</p>



<p>Ao longo de sua trajetória, o evento se consolidou como espaço de referência para análise de cenário e antecipação de tendências, reunindo agentes públicos e privados em momentos estratégicos para o planejamento do setor. Na edição de 2025, mais de 1.500 participantes estiveram presentes presencialmente.&nbsp;</p>



<p><strong>Serviço</strong>&nbsp;</p>



<p><strong>Evento</strong>: 10ª DATAGRO Abertura Safra Cana, Açúcar e Etanol&nbsp;<br><strong>Data:</strong>&nbsp;11 e 12 de março de 2026&nbsp;<br><strong>Local</strong>: Taiwan Centro de Eventos&nbsp;<br><strong>Endereço</strong>: Av. Dr. Francisco Gugliano, 2710, Royal Park, Ribeirão Preto, SP, 14110-000&nbsp;<br><strong>Horário</strong>: A partir das 7h30&nbsp;</p>
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		<title>Saúde mental no trabalho: Sesi apoia empresas para se adequarem à nova NR-01</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Biosul MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 12:22:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sesi oferece consultorias e orientações técnicas especializadas. Empresas interessadas podem procurar a unidade mais próxima ou entrar em contato pelo WhatsApp.</p>
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<p class="has-text-align-center"><em>Sesi oferece consultorias e orientações técnicas especializadas. Empresas interessadas podem procurar a unidade mais próxima ou entrar em contato pelo WhatsApp</em></p>



<p class="has-text-align-right"><strong>Por Ascom / Sistema Fiems</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter is-resized"><img decoding="async" src="https://stowebsitefiemscombr.blob.core.windows.net/portalfiemscombr/noticias/69a58a105b6a6sesi-fiems-nr01-saude-mental-1327257329.jpg" alt="" style="width:664px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>Imagem: Divulgação/Sistema Fiems</em></figcaption></figure></div>


<p>Empresários e profissionais de recursos humanos têm enfrentado um desafio comum: como se adequar às mudanças trazidas pela atualização da Norma Regulamentadora nº 01 (NR-01). Os chamados riscos psicossociais &#8211; ligados à organização do trabalho e à saúde mental dos trabalhadores &#8211; passaram a ser incluídos de forma obrigatória no Programa de Gerenciamento de Riscos.</p>



<p>A atualização amplia o conceito de segurança ocupacional ao exigir que fatores como sobrecarga de trabalho, pressão excessiva por metas e conflitos interpessoais sejam tratados com o mesmo rigor aplicado a riscos físicos, químicos, biológicos e ergonômicos.&nbsp;</p>



<p>Diante desse cenário, surgem dúvidas frequentes entre gestores. Uma das mais recorrentes diz respeito à abrangência dos riscos psicossociais. Afinal, problemas pessoais dos trabalhadores podem ser considerados riscos ocupacionais?</p>



<p>De acordo com a engenheira de segurança do trabalho do Sesi Erika Pedroga, a resposta é negativa. “A nova NR-01 vem para reforçar a importância do levantamento dos riscos psicossociais relacionados ao trabalho, ou seja, aqueles que decorrem da organização das atividades dentro da empresa”, explica.</p>



<p>Ela destaca que fatores externos à atividade laboral, como questões familiares ou pessoais, não devem ser classificados como riscos ocupacionais. “Por outro lado, situações internas à empresa, como uma sobrecarga de demandas causada por má distribuição de tarefas, podem ser consideradas risco psicossocial, pois impactam diretamente a saúde do trabalhador, podendo gerar estresse, ansiedade e até afastamentos”, completa.</p>



<p>Outra dúvida comum entre as empresas é sobre como identificar e mensurar esses riscos no dia a dia. A especialista do Sesi recomenda a adoção de ferramentas estruturadas para o correto reconhecimento dos riscos e análise de indicadores de absenteísmo e afastamentos. Esses dados ajudam a mapear situações que possam comprometer o bem-estar dos trabalhadores e a produtividade das equipes.</p>



<p><em>Serviço &#8211; Para apoiar as indústrias nesse processo de adequação, o Sesi oferece consultorias e orientações técnicas especializadas. Empresas interessadas podem procurar a unidade mais próxima ou entrar em contato pelo WhatsApp (67) 3320-3425.</em></p>
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		<title>Da chegada da cana ao protagonismo em bioenergia em MS</title>
		<link>https://biosulms.com.br/da-chegada-da-cana-ao-protagonismo-em-bioenergia-em-ms/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Biosul MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 22:06:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Livro inédito registra quase cinco décadas de um setor que tornou o Estado referência nacional biocombustíveis, alimento e energia limpa.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><em>Livro inédito registra quase cinco décadas de um setor que tornou o Estado referência nacional biocombustíveis, alimento e energia limpa</em></p>



<p class="has-text-align-right"><strong>Por Biosul</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Livro-Mato-Grosso-do-Sul-O-Estado-da-Bioenergia-Biosul-1024x768.jpeg" alt="" class="wp-image-2632" style="width:762px;height:auto" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Livro-Mato-Grosso-do-Sul-O-Estado-da-Bioenergia-Biosul-1024x768.jpeg 1024w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Livro-Mato-Grosso-do-Sul-O-Estado-da-Bioenergia-Biosul-300x225.jpeg 300w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Livro-Mato-Grosso-do-Sul-O-Estado-da-Bioenergia-Biosul-768x576.jpeg 768w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Livro-Mato-Grosso-do-Sul-O-Estado-da-Bioenergia-Biosul-1536x1152.jpeg 1536w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Livro-Mato-Grosso-do-Sul-O-Estado-da-Bioenergia-Biosul-2048x1536.jpeg 2048w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Livro-Mato-Grosso-do-Sul-O-Estado-da-Bioenergia-Biosul-400x300.jpeg 400w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Livro-Mato-Grosso-do-Sul-O-Estado-da-Bioenergia-Biosul-scaled.jpeg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<p>Mato Grosso do Sul consolidou-se, ao longo das últimas décadas, como um dos principais polos nacionais de bioenergia. Esse protagonismo é resultado de uma trajetória construída desde o final dos anos 1970, quando a cana-de-açúcar começou a se estabelecer no Estado e o setor sucroenergético passou a integrar, de forma estruturante, o processo de desenvolvimento regional.</p>



<p>Nesse contexto, políticas públicas nacionais tiveram papel decisivo. O Programa Nacional do Álcool, o Proálcool, foi um dos principais indutores da expansão da atividade no país e criou as condições para que empresários e investidores enxergassem em Mato Grosso do Sul uma nova fronteira produtiva. A combinação entre política energética, disponibilidade territorial, logística e visão empreendedora foi determinante para a chegada das primeiras usinas e para a formação das bases do setor no Estado.</p>



<p>Essa história, até então fragmentada em documentos técnicos, registros institucionais e memórias individuais, passa a ser reunida de forma sistematizada no livro Mato Grosso do Sul: O Estado da Bioenergia. A obra é inédita e representa o primeiro registro histórico dedicado exclusivamente à formação, evolução e consolidação do setor de bioenergia em Mato Grosso do Sul.</p>



<p>O livro percorre quase cinco décadas de história. Apresenta marcos como a implantação das primeiras unidades industriais, a estruturação do parque sucroenergético, o avanço da mecanização agrícola, a expansão da produção de etanol, a incorporação de novas tecnologias e o fortalecimento da cogeração de energia. Registra também períodos de desafios, reorganizações e decisões estratégicas que contribuíram para o amadurecimento e a resiliência do setor.</p>



<p>A publicação dedica espaço relevante ao resgate dos pioneiros que acreditaram no potencial de Mato Grosso do Sul ainda nos anos iniciais de formação do Estado. Empresários, técnicos e trabalhadores que ajudaram a implantar as primeiras usinas e a consolidar uma atividade que permanece em operação até hoje, acompanhando a evolução tecnológica, a diversificação produtiva e o avanço das práticas de sustentabilidade ambiental.</p>



<p>Além do resgate histórico, o livro traz um olhar claro para o presente e para o futuro da bioenergia. A obra contextualiza a transição do setor para uma nova fase, marcada pela diversificação de matérias-primas, com a incorporação do milho e de outros grãos, pela ampliação do portfólio de produtos e pela integração com novas cadeias produtivas. Um movimento que reforça a capacidade de inovação do setor e sua contribuição para a segurança energética, a sustentabilidade e o desenvolvimento econômico.</p>



<p>Dados históricos, documentos, imagens e depoimentos ajudam a conectar passado, presente e futuro. A trajetória da bioenergia é apresentada como um processo contínuo, que se renova a partir da ciência, da tecnologia, da diversificação e do alinhamento com as agendas contemporâneas de transição energética.</p>



<p>A iniciativa é da Biosul, entidade que acompanha e representa o setor desde suas origens em Mato Grosso do Sul. Ao organizar e preservar esse acervo histórico, a Biosul contribui para a valorização da memória de um segmento estratégico e para a qualificação do debate sobre os próximos ciclos da bioenergia no Estado.</p>



<p>Para o presidente da Biosul, Amaury Pekelman, o livro vai além do registro histórico. “Resgatar essa trajetória é reconhecer quem construiu o setor, mas também compreender como a bioenergia se reinventa ao longo do tempo. O livro mostra um setor que nasceu com a cana, se consolidou com tecnologia e hoje avança para uma nova fase, marcada pela diversificação, pela inovação, transformando hoje com olhar no futuro”, destaca.</p>



<p>Amaury destaca ainda o caráter coletivo dessa construção. “A história da bioenergia em Mato Grosso do Sul foi construída por muitas pessoas e instituições. Empresários e profissionais que apostaram no Estado quando tudo ainda estava começando, lideranças políticas que compreenderam a importância estratégica do setor e entidades representativas que atuaram de forma permanente no diálogo institucional. Este livro é também um reconhecimento a todos que foram e continuam sendo parte dessa trajetória”, ressalta o presidente da Biosul.</p>



<p>Ao longo da obra, são registrados momentos de diálogo e articulação com lideranças políticas e institucionais que tiveram papel fundamental na consolidação do setor, como a atuação da senadora Tereza Cristina, além da contribuição de entidades representativas da indústria e do agronegócio, como a Fiems e a Famasul, entre outras instituições que ajudaram a fortalecer o ambiente produtivo e regulatório no Estado.</p>



<p>O prefácio do livro é assinado pelo governador Eduardo Riedel, que destaca a bioenergia como uma agenda estratégica para o desenvolvimento do Estado.</p>


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<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="867" height="488" src="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Amaury-Pekelman-presidente-da-Biosul-e-Eduardo-Riedel-governador-de-MS.-Entrega-oficial-do-livro.jpeg" alt="" class="wp-image-2656" style="width:737px;height:auto" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Amaury-Pekelman-presidente-da-Biosul-e-Eduardo-Riedel-governador-de-MS.-Entrega-oficial-do-livro.jpeg 867w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Amaury-Pekelman-presidente-da-Biosul-e-Eduardo-Riedel-governador-de-MS.-Entrega-oficial-do-livro-300x169.jpeg 300w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Amaury-Pekelman-presidente-da-Biosul-e-Eduardo-Riedel-governador-de-MS.-Entrega-oficial-do-livro-768x432.jpeg 768w" sizes="(max-width: 867px) 100vw, 867px" /><figcaption class="wp-element-caption">Entrega do exemplar ao Governador Eduardo Riedel, que foi autor do Prefácio destacando a bioenergia como uma agenda estratégica para o desenvolvimento do Estado. <br><em>(Foto: Álvaro Rezende/Ascom)</em></figcaption></figure></div>


<p>“Ao longo de quase cinco décadas, a bioenergia em Mato Grosso do Sul demonstrou capacidade de adaptação, inovação e visão estratégica. Um setor que nasceu a partir de políticas estruturantes, se consolidou com tecnologia e eficiência e hoje se projeta para o futuro por meio da diversificação, da sustentabilidade e da integração com novas cadeias produtivas”, registra o governador no prefácio da obra.</p>



<p><strong>Distribuição e acesso</strong></p>



<p>O livro será entregue a autoridades estaduais e federais, lideranças setoriais, universidades, instituições acadêmicas, empresas de pesquisa e profissionais da comunicação. A versão digital estará disponível em breve para download gratuito no site da Biosul.</p>



<p></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://biosulms.com.br/da-chegada-da-cana-ao-protagonismo-em-bioenergia-em-ms/">Da chegada da cana ao protagonismo em bioenergia em MS</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://biosulms.com.br"></a>.</p>
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		<title>SAVE THE DATE: Cana MS + UDOPLab promovem evento para debater os caminhos da produtividade na bioenergia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Biosul MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 21:04:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o tema central “O que está travando a produtividade e como virar esse jogo?”, o encontro propõe uma discussão direta sobre os desafios que impactam a performance das usinas e os caminhos possíveis para produzir mais, melhor e agora.</p>
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<p></p>



<p class="has-text-align-right"><strong>Por Mariana Navarro / Agência UDOP de Notícias</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://www.udop.com.br/u_img/noticias/2026/img_destaque_canams_udoplab_save_the_date.jpg" alt="imagem-noticia"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>Imagem: Divulgação/UDOP</em></figcaption></figure></div>


<p>O&nbsp;<strong>UDOP</strong>Lab se une ao Cana MS e chega pela primeira vez a Mato Grosso do Sul para uma edição especial no dia 28 de maio, em Dourados (MS), na sede da Embrapa. Com o tema central&nbsp;<em>“O que está travando a produtividade e como virar esse jogo?”,</em>&nbsp;o encontro propõe uma discussão direta sobre os desafios que impactam a performance das usinas e os caminhos possíveis para produzir mais, melhor e agora.<br><br>O evento é uma realização da&nbsp;<a target="_blank" href="https://www.embrapa.br/agropecuaria-oeste" rel="noreferrer noopener">Embrapa Agropecuária Oeste</a>,&nbsp;<a target="_blank" href="https://www.instagram.com/tchgestaoagricola/" rel="noreferrer noopener">TCH Gestão Agrícola</a>&nbsp;e&nbsp;<strong>UDOP</strong>&nbsp;– União Nacional da Bioenergia, e conta com o apoio institucional da&nbsp;<a target="_blank" href="https://biosulms.com.br/" rel="noreferrer noopener">BioSul</a>&nbsp;e&nbsp;<a target="_blank" href="https://www.instagram.com/sulcanas/" rel="noreferrer noopener">Sulcanas</a>.<br><br>“O propósito é integrar pesquisa, gestão agrícola e representação setorial em um esforço coordenado para elevar a competitividade e a eficiência da&nbsp;<strong>bioenergia</strong>. Precisamos transformar conhecimento técnico em resultado prático, enfrentar gargalos históricos de produtividade e construir soluções aplicáveis à realidade das usinas. O setor exige respostas mais rápidas, decisões baseadas em dados e maior integração entre campo, indústria e estratégia”, explica Hugo Cagno Filho, presidente da&nbsp;<strong>UDOP</strong>.</p>



<p>&#8220;O CanaMS nasceu há mais de uma década como uma iniciativa da Biosul e foi fortalecido com a chegada de novos parceiros e pela Embrapa Agropecuária Oeste ao longo dos anos, consolidando-se como um espaço técnico respeitado pelo setor. A parceria com a&nbsp;<strong>UDOP</strong>&nbsp;marca uma nova etapa. Amplia conexões, qualifica ainda mais o conteúdo e moderniza o formato, sem perder a essência agronômica que sempre caracterizou o evento. Em um cenário em que produtividade é um dos grandes desafios de quem está nas lavouras hoje, especialmente em um estado com a dimensão e a relevância de Mato Grosso do Sul, o CanaMS se posiciona como um ambiente estratégico para discutir soluções práticas, com base técnica, pesquisa e resultado reais.&#8221;, afirma Amaury Pekelman, presidente da Biosul.<br><br>Lançado em 2025, o&nbsp;<strong>UDOP</strong>Lab é o modelo de evento técnico presencial da&nbsp;<strong>UDOP</strong>, criado para transformar conhecimento em ação. Com o slogan “Do campo à prática”, cada edição é desenhada para gerar resultado concreto e fortalecer o protagonismo técnico das equipes.<br><br>Já o Cana MS é um seminário agrícola consolidado no estado há mais de 10 anos, reconhecido por reunir produtores, pesquisadores e lideranças técnicas em torno da cultura da&nbsp;<strong>cana</strong>-de-açúcar e da gestão da produtividade.<br><br>“Não existe resultado consistente sem método, indicador e acompanhamento técnico de perto. A TCH nasceu justamente para transformar experiência de campo em processo estruturado, com padronização e tomada de decisão baseada em dados. No Cana MS +&nbsp;<strong>UDOP</strong>Lab, queremos mostrar que é possível virar o jogo quando se substitui o achismo por estratégia, e quando cada hectare passa a ser conduzido com clareza de meta, controle de custo e foco em margem”, destaca José Trevelin Júnior, CEO da TCH Gestão Agrícola.<br><br>A união das duas iniciativas amplia o alcance do debate e fortalece a conexão com as usinas do Centro-Oeste. A proposta parte de um diagnóstico claro: oscilações climáticas, pressão de custos, desafios no manejo, decisões cada vez mais estratégicas e a necessidade de inovação exigem respostas práticas e consistentes.<br><br>Para o Harley Nonato da Oliveira, chefe geral da Embrapa Agropecuária Oeste, o Cana MS +&nbsp;<strong>UDOP</strong>Lab consolida um momento estratégico para o setor bioenergético em Mato Grosso do Sul. “O evento reafirma seu papel como um dos principais espaços de diálogo, inovação e construção coletiva voltados à cadeia da&nbsp;<strong>cana</strong>-de-açúcar no Estado. Mais do que um encontro técnico, o Cana MS representa um ambiente qualificado de discussão sobre os desafios e as oportunidades do setor. Em um cenário marcado por transformações tecnológicas, exigências ambientais e novas demandas de mercado, promover o intercâmbio de conhecimento é essencial para fortalecer a competitividade e a sustentabilidade da produção. Pesquisadores, produtores, consultores, representantes de usinas, estudantes e empresas encontram no evento um espaço fértil para troca de experiências, atualização técnica e alinhamento de estratégias. Participar do Cana MS é investir em conhecimento, em networking e no futuro do setor. É estar presente onde as decisões começam a ser construídas, onde ideias ganham forma e onde a união de esforços impulsiona resultados”, declara.<br><br>Mais do que um evento, esta edição do&nbsp;<strong>UDOP</strong>Lab em parceria com o Cana MS representa um movimento estratégico: aproximar ainda mais o conhecimento técnico da realidade das usinas, estimular a construção coletiva de soluções e impulsionar a produtividade como eixo central do futuro do setor.<br><br><em>Em breve, serão divulgadas mais informações sobre as inscrições.</em></p>
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		<title>Sesi lança campanha para vacinar 18 mil trabalhadores da indústria contra a gripe em MS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Biosul MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 13:06:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao contratar o serviço, as indústrias agendam a data para que o Sesi vá até o local de trabalho e vacine seus colaboradores. Despesas com equipe técnica, transporte e material para a aplicação (seringas, agulhas e outros itens) estão incluídas no pacote.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-right"><strong>Por Assessoria de Imprensa/Sistema Fiems</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/02/698b24a986ba0vacina-sesi-gripe-1307613390-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-2644" style="width:587px;height:auto" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/02/698b24a986ba0vacina-sesi-gripe-1307613390-1024x768.jpg 1024w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/02/698b24a986ba0vacina-sesi-gripe-1307613390-300x225.jpg 300w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/02/698b24a986ba0vacina-sesi-gripe-1307613390-768x576.jpg 768w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/02/698b24a986ba0vacina-sesi-gripe-1307613390-400x300.jpg 400w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/02/698b24a986ba0vacina-sesi-gripe-1307613390.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Imagem: Divulgação/Sistema Fiems</em></figcaption></figure></div>


<p>O Sesi está lançando a campanha de vacinação contra a gripe em Mato Grosso do Sul. O foco principal são os trabalhadores da indústria e seus dependentes. Ao todo, 18 mil doses deverão ser aplicadas.</p>



<p>A vacina é do tipo quadrivalente, que protege contra H1N1, H3N2, Influenza B e dois tipos da Cepa B. É aplicada em dose única por profissionais qualificados.</p>



<p>Ao contratar o serviço, as indústrias agendam a data para que o Sesi vá até o local de trabalho e vacine seus colaboradores. Despesas com equipe técnica, transporte e material para a aplicação (seringas, agulhas e outros itens) estão incluídas no pacote.</p>



<p>A enfermeira do trabalho do Sesi Patrícia Delevatti reforça as vantagens desse serviço para empresas e colaboradores.</p>



<p>“O primeiro ganho é o tipo de vacina que o Sesi oferece, onde estão presentes as variantes dos vírus que mais atingiram a população no ano passado. A vacina quadrivalente previne que a pessoa contraia formas graves da doença, como pneumonia. Isso diminui a ocorrência de afastamentos devido à gripe, então a indústria vai contar com seus colaboradores saudáveis e imunizados em sua linha de produção. Além disso, o Sesi vai até a indústria, garantindo a vacinação do maior número possível de pessoas e evitando que o colaborador tenha de se deslocar a uma unidade básica de saúde”, explica.</p>



<p>A previsão de início do gesto vacinal é a primeira quinzena de abril em Campo Grande e a segunda quinzena de abril nas demais cidades do interior de Mato Grosso do Sul. A campanha deve se estender até agosto.</p>



<p>Faça sua reserva e garanta a vacinação de seus colaboradores com condições facilitadas e benefícios especiais. As indústrias podem contar com o Sesi pelo telefone 0800 723 7374.</p>



<p><strong>Gripe: Sintomas, complicações e prevenção</strong></p>



<p>De acordo com o Ministério da Saúde, a vacinação é a forma mais eficaz de prevenção contra a gripe e suas complicações. A vacina é segura e é considerada uma das medidas mais eficazes para evitar casos graves e óbitos por gripe. A constante mudança dos vírus influenza requer um monitoramento global e frequente reformulação da vacina contra a gripe. Devido a essa mudança dos vírus, é necessário a vacinação anual contra a gripe.</p>



<p>Os principais sintomas da gripe são: Febre, dor de garganta, tosse, dor no corpo e dor de cabeça.</p>



<p>Alguns casos podem evoluir com complicações, especialmente em indivíduos com doença crônica, idosos e crianças menores de 2 anos, o que acarreta elevados níveis de morbimortalidade. As complicações mais comuns são:</p>



<p>&#8211; Pneumonia bacteriana e por outros vírus;</p>



<p>&#8211; Sinusite;</p>



<p>&#8211; Otite;</p>



<p>&#8211; Desidratação;</p>



<p>&#8211; Piora das doenças crônicas;</p>



<p>&#8211; Pneumonia primária por influenza, que ocorre predominantemente em pessoas com doenças cardiovasculares (especialmente doença reumática com estenose mitral) ou em mulheres grávidas.</p>
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		<title>Atvos abre mais de 350 vagas para a safra 2026/2027 e impulsiona emprego em Mato Grosso do Sul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Biosul MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 20:44:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Associadas]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Oportunidades em Rio Brilhante, Nova Alvorada do Sul e Costa Rica posicionam a companhia como polo de geração de renda e desenvolvimento regional.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><em>Oportunidades em Rio Brilhante, Nova Alvorada do Sul e Costa Rica posicionam a companhia como polo de geração de renda e desenvolvimento regional</em></p>



<p class="has-text-align-right"><strong>Por Assessoria de Imprensa/Atvos</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="455" src="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Atvos-Emprego-MS.jpg" alt="" class="wp-image-2639" style="width:683px;height:auto" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Atvos-Emprego-MS.jpg 683w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Atvos-Emprego-MS-300x200.jpg 300w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Atvos-Emprego-MS-600x400.jpg 600w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Atvos-Emprego-MS-405x270.jpg 405w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /><figcaption class="wp-element-caption"> Os cargos disponíveis incluem motorista (CNH D ou E), auxiliar agrícola, operador de máquina agrícola e mecânico nas três unidades da empresa em MS. <br><em>Imagem: Divulgação/Atvos</em></figcaption></figure></div>


<p>A Atvos, líder na transição energética e uma das maiores produtoras de biocombustíveis do Brasil,&nbsp;está com mais de 350 postos de trabalho em aberto em Mato Grosso do Sul para a safra 2026/2027. As vagas fazem parte de um movimento nacional da companhia, que soma mais de 700 empregos em oito unidades agroindustriais nos estados de Goiás, São Paulo, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, reforçando seu compromisso com o crescimento econômico das regiões onde atua.</p>



<p>No território sul-mato-grossense, as oportunidades são destinadas às Unidades Eldorado (UEL), Santa Luzia (USL) e Costa Rica (UCR), localizadas nos municípios de Rio Brilhante, Nova Alvorada do Sul e Costa Rica, respectivamente. Os cargos disponíveis incluem motorista (CNH D ou E), auxiliar agrícola, operador de máquina agrícola e mecânico.</p>



<p>Há vagas para diferentes perfis e níveis de experiência, com prioridade para a contratação de talentos locais.&nbsp;As oportunidades são voltadas para todos que desejam ingressar no setor sucroenergético. A Atvos incentiva a participação de mulheres e pessoas com deficiência.</p>



<p>Para participar do processo seletivo, interessados a partir de 18 anos, com ensino fundamental completo, devem se inscrever até 27 de fevereiro de 2026 na página de vaga da empresa que pode ser acessada <a href="https://vagas.atvos.com/search/?createNewAlert=false&amp;q=safra&amp;locationsearch=">aqui</a>. A seleção contará com etapas de triagem e entrevistas, de acordo com a função.</p>



<p>Entre os benefícios oferecidos estão plano de saúde e odontológico, seguro de vida, vale-alimentação e transporte fretado para as unidades. A empresa também disponibiliza previdência privada, Totalpass e parcerias com descontos, reforçando seu compromisso com o cuidado e o bem-estar de seus integrantes.</p>



<p>A iniciativa visa promover a geração de emprego e renda nas regiões onde a Atvos atua, reforçando o seu compromisso com o desenvolvimento socioeconômico dos 23 municípios próximos de suas operações. Em Mato Grosso do Sul, a Atvos já emprega 4 mil pessoas diretamente.</p>
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		<item>
		<title>Sindal completa 40 anos com papel fundamental na estruturação do setor de bioenergia em MS</title>
		<link>https://biosulms.com.br/sindal-completa-40-anos-com-papel-fundamental-na-estruturacao-do-setor-de-bioenergia-em-ms/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Biosul MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jan 2026 18:22:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Criado em 1986, sindicato trabalhou na estruturação da atividade no Estado e deu origem a um novo modelo de representação institucional do setor</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><em>Criado em 1986, sindicato trabalhou na estruturação da atividade no Estado e deu origem a um novo modelo de representação institucional do setor</em></p>



<p class="has-text-align-right"><strong>Por Biosul</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="473" height="329" src="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image.jpeg" alt="" class="wp-image-2629" style="width:793px;height:auto" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image.jpeg 473w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-300x209.jpeg 300w" sizes="(max-width: 473px) 100vw, 473px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>João Neto, diretor do Grupo JP; Benedito Coutinho, Energética Santa Helena; Euclides Fabris, Coopernavi; Carlos Tavares, Grupo Tavares de Melo; Isaías Bernardini, Usina Santa Olinda; Sérgio Mindlin. presidente da Fundação Abrinq; José Pessoa, Grupo JP e presidente do SINDAL na época; Francisco Giobbi, Usina Sonora; e Arthur Carvalho, Grupo Tavares de Melo.</em><br><em>Imagem: Arquivo/Biosul</em></figcaption></figure></div>


<p>O Sindal – Sindicato da Indústria da Fabricação de Álcool de Mato Grosso do Sul completa 40 anos de atuação neste mês de janeiro, consolidando-se como uma referência na atividade sindical e estruturação institucional do setor de bioenergia em Mato Grosso do Sul.</p>



<p>Fundado em 1986, em um contexto de expansão da produção de etanol no Brasil impulsionada pelo Programa Nacional do Álcool (Pró-Álcool), o Sindal foi uma iniciativa de empresários e técnicos que enxergaram o potencial da atividade e a necessidade de organizar de forma sindical um novo setor que havia chegado no Estado.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="710" height="450" src="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Tabela-Fundadores-do-SINDAL-MS-Fonte-Biosul.jpeg" alt="" class="wp-image-2631" style="width:687px;height:auto" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Tabela-Fundadores-do-SINDAL-MS-Fonte-Biosul.jpeg 710w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Tabela-Fundadores-do-SINDAL-MS-Fonte-Biosul-300x190.jpeg 300w" sizes="(max-width: 710px) 100vw, 710px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Fonte: Biosul</em></figcaption></figure></div>


<p>Ao longo dessas quatro décadas, o sindicato teve participação ativa na construção de pautas que moldaram o setor, contribuindo para o avanço das agendas trabalhista, ambiental, fiscal, social e institucional. A atuação sindical, desde o início vinculada à Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul (FIEMS), ajudou a estabelecer bases de previsibilidade e organização que anos mais tarde contribuíram para o crescimento e a diversificação da atividade no Estado.</p>



<p>Com o amadurecimento do setor e a ampliação da sua relevância econômica e institucional, especialmente na primeira década dos anos 2000, esse trabalho evoluiu para um novo modelo de representação. A criação da Biosul marcou a transição de uma atuação predominantemente sindical para uma associação setorial, inaugurando um novo capítulo de amadurecimento institucional de representatividade.</p>



<p>Importante destacar que o Sindal segue em atividade, assim como o Sinergia e o Sindaçúcar, sindicatos que representam as indústrias de etanol, açúcar e energia no Estado, e que ocupam posições no Conselho de Representantes da Federação, fortalecendo a representatividade do setor de bioenergia.</p>



<p>Atualmente, esses sindicatos são representados institucionalmente pela Biosul, que exerce o papel de articulação técnica e estratégica junto aos poderes públicos e à sociedade.</p>



<p>Essa evolução permitiu ampliar a capacidade de atuação do setor e acompanhar novas agendas, como sustentabilidade, governança e inovação, refletindo o fortalecimento de uma atividade que passou a ocupar posição de destaque no cenário nacional. Mato Grosso do Sul é reconhecido como um dos Estados brasileiros protagonistas na produção de energia limpa e renovável, resultado de um processo de organização institucional construído ao longo do tempo.</p>



<p>Segundo o presidente da Biosul, Amaury Pekelman, a atuação do Sindal foi determinante para a consolidação institucional do setor de bioenergia no Estado e para a evolução do modelo de representação adotado.</p>



<p><em>“Celebrar os 40 anos do Sindal é reconhecer uma história que estruturou o setor de bioenergia em Mato Grosso do Sul. O trabalho desenvolvido pelo sindicato foi decisivo para dar solidez institucional à atividade e preparar o setor para crescer de forma organizada, sustentável e estratégica no Estado, olhando para os desafios do presente e do futuro”, destaca Pekelman.</em></p>



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<p>A trajetória e a relevância do Sindal também foram registradas em um livro inédito sobre o setor de bioenergia em Mato Grosso do Sul, que será lançada em breve pela Biosul. Com o título “Mato Grosso do Sul – O Estado da Bioenergia”, a obra reuniu documentos, nomes, relatos e marcos históricos que ajudam a compreender a evolução da atividade no Estado. </p>
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