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	<title>Categoria Mercado -</title>
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		<title>Programa Combustível do Futuro: Brasil dá mais um passo na liderança da transição energética mundial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Biosul MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Apr 2021 16:19:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“A eletrificação na mobilidade é um fato irreversível, porém, no Brasil, temos que buscar uma eletrificação com biocombustíveis, com bioenergia”, afirma José Mauro Coelho.</p>
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<p class="has-text-align-center"><em>“A eletrificação na mobilidade é um fato irreversível, porém, no Brasil, temos que buscar uma eletrificação com biocombustíveis, com bioenergia”, afirma José Mauro Coelho.</em></p>



<p class="has-text-align-right"><strong><a href="https://www.gov.br/mme/pt-br/assuntos/noticias/programa-combustivel-do-futuro-brasil-da-mais-um-passo-na-lideranca-da-transicao-energetica-mundial" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Por MME</a></strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="768" height="322" src="http://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2021/04/c3156545-66c6-4290-bca8-6209becf8cb7.jpeg" alt="" class="wp-image-1441" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2021/04/c3156545-66c6-4290-bca8-6209becf8cb7.jpeg 768w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2021/04/c3156545-66c6-4290-bca8-6209becf8cb7-300x126.jpeg 300w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption>Entrevista à agência EPBR sobre o Programa Combustível do Futuro. <br>(Imagem: Divulgação/MME)</figcaption></figure>



<p>“Precisamos construir um futuro para os combustíveis no Brasil aproveitando os potenciais e os diferenciais competitivos nos biocombustíveis em relação a outras nações. Precisamos fortalecer o desenvolvimento de tecnologias automotivas nacionais que aproveitem a vocação do Brasil”. A afirmação é do secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia (MME), José Mauro Coelho, ao participar nesta quinta-feira (29/04) de entrevista virtual à agência EPBR, cuja pauta foi o Programa Combustível do Futuro, recentemente lançado pelo MME. Também participou do encontro o diretor do Departamento de Biocombustíveis do MME, Pietro Mendes.</p>



<p>“Não podemos nos esquecer que, recentemente, o Brasil assumiu a liderança no tema Transição Energética no Diálogo de Alto Nível das Nações Unidas”, enfatizou José Mauro. Ele destacou os acordos climáticos internacionais, os quais o Brasil também é signatário, como outra motivação para a criação do programa ministerial.</p>



<p>A perspectiva de integração de diversos programas governamentais já em execução foi outro estímulo para a criação do Combustível do Futuro. Esses programas, também voltados para o setor automotivo e de combustíveis, segundo José Mauro, caminhavam sem comunicação interinstitucional. Entre eles estão o RenovaBio, o Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel, o Programa de Controle de Emissões Veiculares (Proconve), o Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular, o Programa Rota 2030 e o Programa Nacional da Racionalização de Uso dos Derivados de Petróleo e Gás Natural (Conpet).</p>



<p>O Combustível do Futuro é um programa abrangente, que pretende abordar vários eixos temáticos como o Ciclo Otto, com os motores a explosão, o Ciclo Diesel, com os motores a compressão, a captura e armazenagem de carbono na produção de biocombustíveis e de hidrogênio azul. Outro foco do programa está voltado para o bioquerosene de aviação e o combustível marítimo de baixa emissão. A meta é implementar uma política integrada desse biocombustível com o diesel e a nafta verde. Assim, o Brasil seguirá firme, contribuindo de forma significativa para a redução de emissões, ratificando o papel de liderança na transição energética para uma economia de baixo carbono.</p>



<p><strong>Eletrificação com biocombustíveis</strong></p>



<p>José Mauro ressaltou que, no contexto da transição energética mundial, o setor de transportes é um dos mais afetados e que vários países têm indicado uma tendência para a mobilidade por veículos elétricos. O entendimento do governo brasileiro, no entanto, é que cada país deve fazer sua opção conforme o seu potencial.</p>



<p>“O Brasil é o quarto maior mercado de combustíveis do mundo. Entendemos que a eletrificação na mobilidade é um fato irreversível, porém, no Brasil, temos que buscar uma eletrificação com biocombustíveis, com bioenergia”, argumentou o secretário. “O grande desafio do Combustível do Futuro é que não podemos ser arrastados por uma tecnologia global nem deixar de aproveitar o que o Brasil tem de grande expertise, de grande tecnologia, que são os biocombustíveis e a bioenergia”, enfatizou.</p>



<p>No contexto dos veículos elétricos, o diretor Pietro Mendes alerta sobre a relevância de uma sinalização correta para a indústria automotiva. “Sabemos que veículos puramente elétricos são zero emissão de carbono, porém, só a partir do escapamento. Se considerarmos a fonte de energia, há emissões sim. E, se a informação não é correta, pode-se acabar concluindo que a única solução para veículos leves é a eletrificação veicular”, observou.</p>



<p><strong>Ciclo Diesel</strong></p>



<p>No Ciclo Diesel, busca-se a criação de corredores verdes para o abastecimento de veículos movidos a biometano, gás natural ou GNL. No Programa Combustível do Futuro, também serão trabalhados os combustíveis sustentáveis e de baixo carbono, como o diesel verde, o biodiesel e os combustíveis sintéticos.</p>



<p>Segundo José Mauro, quando se fala em mobilidade de veículos pesados, as informações apontam para uma forte tendência para o uso do gás de uma maneira geral, seja o gás natural ou biometano. A avaliação é de que a sanção da Nova Lei do Gás permitirá um significativo avanço no mercado de gás natural no Brasil, o que inclui a mobilidade de veículos pesados.</p>



<p>O Brasil tem hoje uma grande dependência externa de diesel e importa cerca de 23% do consumo do produto. Na avaliação do secretário, a mobilidade a gás seria muito importante para o País na medida em que o Brasil possui um imenso potencial para a produção de biogás e biometano.</p>



<p>“Nossa meta é, com o Combustível do Futuro, identificar medidas de políticas públicas que possam ser levadas ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), para que possamos, no médio prazo, ter corredores verdes e, por eles, ver transitando veículos movidos a gás natural, a GNL, a biometano, além de postos de abastecimento”, destacou José Mauro.</p>



<p>Pietro Mendes concluiu destacando as reuniões que vêm ocorrendo, na esfera do Ministério da Economia, sobre os corredores verdes. “O decreto regulamentador do gás terá um papel muito importante para delinear os preços, e o biometano tem um papel fundamental na interiorização dessas rotas onde os gasodutos ainda não chegam, pois podem servir como um estímulo para a construção de gasodutos no futuro”, observou o diretor.</p>
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		<title>Criado o programa Combustível do Futuro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Biosul MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Apr 2021 14:17:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Iniciativa tem como objetivo incrementar o uso de combustíveis sustentáveis e o fortalecimento do desenvolvimento tecnológico nacional.</p>
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<p class="has-text-align-center"><em>Iniciativa tem como objetivo incrementar o uso de combustíveis sustentáveis e o fortalecimento do desenvolvimento tecnológico nacional</em></p>



<p class="has-text-align-right"><strong><a href="https://www.gov.br/mme/pt-br/assuntos/noticias/cnpe-aprova-resolucao-que-cria-o-programa-combustivel-do-futuro" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Por MME</a></strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="768" height="323" src="http://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Combustivel-do-futuro-MME.png" alt="" class="wp-image-1427" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Combustivel-do-futuro-MME.png 768w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Combustivel-do-futuro-MME-300x126.png 300w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption>(Imagem: Divulgação/MME)</figcaption></figure>



<p>O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou resolução que institui o programa Combustível do Futuro, que tem como princípio o uso de fontes alternativas de energia e o fortalecimento do desenvolvimento tecnológico nacional. Com a iniciativa, o Brasil dá mais um passo na liderança da transição energética mundial.</p>



<p>O programa tem como objetivo propor medidas para incrementar o uso de combustíveis sustentáveis e de baixa intensidade de carbono, bem como a aplicação de tecnologia veicular nacional, com biocombustíveis, com vistas a maior descarbonização da nossa matriz de transporte.</p>



<p>Foi criado também o Comitê Técnico do Combustível do Futuro (CT-CF), que será composto por quinze órgãos e coordenado pelo Ministério de Minas e Energia (MME). Caberá a esse comitê propor metodologia de avaliação do ciclo de vida completo dos combustíveis; recomendar medidas para aproximação dos combustíveis de referência aos combustíveis efetivamente utilizados pelo consumidor; e sugerir ações para fornecer ao cidadão informações adequadas para a escolha consciente do veículo em relação aos aspectos de eficiência energética e ambiental.</p>



<p>Serão criadas ainda condições necessárias para a introdução do bioquerosene de aviação na matriz de transporte do país, e para uma política integrada desse biocombustível com o diesel e a nafta verde. O setor marítimo também está incluído no programa, buscando-se a inserção de combustíveis sustentáveis nesse modo de transporte.</p>



<p>E, por fim, buscam-se medidas para incentivar operadores do setor de óleo e gás a investir recursos de pesquisa e desenvolvimento em temas relacionados ao programa Combustível do Futuro.</p>
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		<title>Índia autoriza uso de etanol puro no País; medida tem cunho econômico e ambiental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Biosul MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Mar 2021 14:56:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Medida deve ter impacto positivo nas esferas ambiental e econômica.</p>
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<p class="has-text-align-right"><em>Medida deve ter impacto positivo nas esferas ambiental e econômica</em></p>



<p class="has-text-align-right"><strong><a href="https://www.udop.com.br/noticia/2021/03/26/india-autoriza-uso-de-etanol-puro-no-pais-medida-tem-cunho-econ-ocirc-mico-e-ambiental.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Por Rogério Mian/ Agência UDOP de Notícias</a></strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="680" height="382" src="http://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2021/03/26_03_21_ethanol_e100.jpg" alt="" class="wp-image-1393" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2021/03/26_03_21_ethanol_e100.jpg 680w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2021/03/26_03_21_ethanol_e100-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 680px) 100vw, 680px" /></figure>



<p>O Ministério do Petróleo, Gás Natural e Aço da Índia autorizou nesta quinta-feira (25) que as empresas de petróleo e distribuição de combustíveis comercializem o etanol puro (E100) nos postos de combustíveis. A medida, segundo analistas ouvidos pela Agência UDOP de Notícias, tem um viés econômico e, acima de tudo, ambiental. O Brasil comemorou a medida indiana, pois vê nela uma oportunidade de exportar a tecnologia flex fuel de seus veículos e o know how de mais de 4 décadas na produção e consumo de etanol.</p>



<p>Para o presidente da Consultoria Datagro e membro do Conselho Nacional de Política Energética do Brasil, Plínio Nastari, com a decisão, a Índia passa a trilhar um caminho muito parecido com o Brasil. &#8220;Eles têm todas as condições de desenvolver um grande programa de produção e uso de etanol de biomassa de cana, e de outros produtos orgânicos, como grãos deteriorados e celulose, o que deve abrir um mercado muito grande para a transferência de tecnologia, inclusive tecnologia automotiva do Brasil para a Índia&#8221;, destacou.</p>



<p>A decisão, no entanto, não tem qualquer impacto real imediato, isso porque, não existe na Índia, ainda, uma frota de veículos flex ou mesmo exclusiva a etanol. &#8220;Mas a autorização indica uma decisão política importante para o uso de energias renováveis. É o casamento da tecnologia automotiva com a disponibilidade de bioenergia&#8221;, explicou Nastari.</p>



<p>Outro ponto favorável da medida é a possibilidade das usinas indianas transformarem o excedente de açúcar, que nesta safra deve atingir 6 milhões de toneladas, em etanol. Em meados de janeiro, o governo indiano já havia anunciado que anteciparia para 2025 o aumento da mistura de 20% de etanol na gasolina consumida por eles. Na safra 2021/22 a mistura deve atingir 10%.</p>



<p>Calcula-se que as medidas adotadas pelo Ministério do Petróleo da Índia devam ter um impacto próximo de 110 bilhões de dólares de economia para os cofres públicos, além da diminuição da dependência energética do país.</p>



<p><strong>Meio ambiente</strong></p>



<p>Outros fatores muito favoráveis com a medida (do aumento da mistura e agora do E100) são voltados para os aspectos ambientais. Das 50 cidades do mundo com a pior qualidade do ar, a Índia acumula 25 delas. O que tem preocupado muito as autoridades locais.</p>



<p>Para se ter ideia, a Organização Mundial da Saúde (OMS), preconiza índices de até 20 MP2.5 de material particulado no ar, acima disso considera-se como de alta poluição. Em Nova Déli, capital da Índia, o índice, na média do mês de dezembro do ano passado, bateu 300 MP2.5, mais do que 15 vezes o tolerado pela OMS.</p>



<p>Num comparativo, a cidade de São Paulo, com cerca de 20 milhões de habitantes e uma frota de mais de 8,5 milhões de veículos tem, em média, um índice próximo a 16,2 MP2.5, o que reflete o uso do etanol, que emite zero de material particulado.</p>



<p>&#8220;Assim, podemos deduzir, também, que a medida indiana vem resolver um problema sério no quesito ambiental vivido por eles&#8221;, destacou Plínio Nastari da Datagro.</p>



<p>Por fim, a decisão do Ministério do Petróleo e Gás da Índia ainda sinaliza uma rota futura importante, uma vez que com o processo de eletrificação dos motores, que pode vir a ocorrer por diferentes rotas, uma das mais limpas e sustentáveis é a eletrificação com modelos híbridos flex, o que favorece, ainda mais o etanol, agora estimulado e autorizado por eles.</p>
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		<title>Com aumento de 40,9% no consumo, MS foi um dos poucos estados com saldo positivo na venda de etanol em 2020</title>
		<link>https://biosulms.com.br/com-aumento-de-409-no-consumo-ms-foi-um-dos-poucos-estados-com-saldo-positivo-na-venda-de-etanol-em-2020/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Biosul MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2021 18:44:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Política fiscal do governo estadual foi fator determinante, ao reduzir de 25% para 20% a alíquota de ICMS do produto em 2020.</p>
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<p class="has-text-align-center"><em>Política fiscal do governo estadual foi fator determinante, ao reduzir de 25% para 20% a alíquota de ICMS do produto em 2020</em></p>



<p class="has-text-align-right"><strong><a href="http://www.ms.gov.br/com-aumento-de-31-no-consumo-ms-foi-um-dos-poucos-estados-com-saldo-positivo-na-venda-de-etanol-em-2020/">Por Governo MS</a></strong></p>



<p>Mato Grosso do Sul foi um dos poucos estados a aumentar o consumo de etanol em 2020 em comparação ao ano anterior, com ampliação de 40,9%, chegando a 144 milhões de litros. Estes dados positivos refletem a política de incentivos fiscais do governo estadual, que reduziu a alíquota de ICMS do produto de 25% para 20%.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="730" height="425" src="http://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2021/02/combustivel-25.1-768x510-730x425-1.jpg" alt="" class="wp-image-1334" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2021/02/combustivel-25.1-768x510-730x425-1.jpg 730w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2021/02/combustivel-25.1-768x510-730x425-1-300x175.jpg 300w" sizes="(max-width: 730px) 100vw, 730px" /></figure>



<p>Estes números inclusive ganharam repercussão nacional. A reportagem do jornal “Valor Econômico” coloca Mato Grosso do Sul em destaque, já que teve aumento de consumo, enquanto que a maioria dos estados apresentou cenário negativo, com queda das vendas do etanol. São Paulo por exemplo teve redução de 13,15% nas vendas no ano passado.</p>



<p>O governador Reinaldo Azambuja apresentou em 2019 a proposta para reduzir a alíquota (ICMS) do etanol de 25% para 20%, e assim incentivar o consumo interno, já que Mato Grosso do Sul é um dos maiores produtores do item no Brasil. O projeto foi aprovado e se tornou lei estadual, entrou em vigor em fevereiro de 2020, e alcançou o objetivo do Governo.</p>



<p>“Fizemos a redução de etanol, pois queremos ampliar a venda do etanol &#8211; que já chegou a representar 27% do consumo de combustível em Mato Grosso do Sul. Lembramos que Mato Grosso do Sul é produtor de álcool e não de combustíveis fósseis, como diesel e gasolina”, descreveu o governador.</p>



<p><strong>Agenda positiva</strong></p>



<p>O presidente da Biosul (Associação de Produtores de Bioenergia de Mato Grosso do Sul), Roberto Hollanda, ressaltou que este saldo positivo é muito importante ao Estado, e depende de vários fatores, no entanto destacou que o papel do governo em reduzir a alíquota de ICMS do produto foi essencial para se chegar a este patamar.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="http://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Usinas-de-MS-no-Renovabio-2-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-1261" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Usinas-de-MS-no-Renovabio-2-1024x683.jpg 1024w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Usinas-de-MS-no-Renovabio-2-300x200.jpg 300w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Usinas-de-MS-no-Renovabio-2-768x512.jpg 768w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Usinas-de-MS-no-Renovabio-2-600x400.jpg 600w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Usinas-de-MS-no-Renovabio-2-405x270.jpg 405w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Usinas-de-MS-no-Renovabio-2.jpg 1500w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>(Imagem:Divulgação/Semagro)</figcaption></figure>



<p>“Esta agenda fiscal positiva aumentou as vantagens do setor, o que incentiva o uso na ponta final, ajudando o consumidor no bolso e também contribuindo com o meio ambiente, já que o etanol é uma fonte de energia mais limpa”, explicou Hollanda.</p>



<p>Já o diretor-executivo do Sinpetro-MS (Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis, Lubrificantes e Lojas de Conveniência de Mato Grosso do Sul), Edson Lazarotto, avalia que esta “migração” da gasolina para o etanol no Estado ocorreu ao longo da pandemia do coronavírus, em função do preço.</p>



<p>“Teve consecutivos aumentos da gasolina a partir de junho, o que fez crescer a demanda no uso do etanol, até porque para o consumidor o que vale é o preço. Este cenário é positivo ao Estado que conta com 19 usinas (etanol), inclusive é exportador do produto, que é limpo e não agride a natureza”, pontuou.</p>



<p>Segundo os dados levantados pelo órgão (Sinpetro), Mato Grosso do Sul teve o consumo de 144.002.000 (milhões) de litros de etanol em 2020, contra 102.153.000 (litros) de 2019, o que representa aumento de 31,14%. Já a gasolina reduziu as vendas em 5,4%, despencando de 736.866.000 (litros) em 2019 para 696.962.000 no ano passado (2020).</p>



<p><strong>Estímulo</strong></p>



<p>A mudança fiscal teve o objetivo de dar maior competitividade ao etanol produzido no Estado e ainda estimular o consumo interno do combustível. Para isto foi aumentado de 25% para 30% a alíquota do ICMS sobre a gasolina.</p>



<p>Na época o secretário estadual de Fazenda, Felipe Matos, ressaltou que o ajuste buscava criar um novo mercado de insumos e assim diversificar a matriz econômica do Estado, ao lembrar que toda gasolina consumida pelos veículos daqui são trazidas de outros estados.</p>



<p>“O aumento da comercialização do álcool carburante vai proporcionar a geração de novos postos de trabalho e o aquecimento da economia, está sendo consolidada uma nova matriz econômica no Estado. A medida também atende a apelos ecológicos, haja vista que o álcool é menos poluente à atmosfera”.</p>



<p><strong>Usina de álcool em MS</strong></p>



<p>Sobre o cenário atual, o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico e Produção, Jaime Verruck, explicou que com a chegada da pandemia houve uma redução do uso de combustível nos meses de março, abril e maio, tanto de gasolina como etanol, mas que as vendas voltaram ao patamar anterior em junho e agosto e depois cresceram até dezembro.</p>



<p>“Com o crescimento permanente do preço da gasolina, em função do câmbio e mercado internacional, além da carga tributária menor ao etanol, culminou neste crescimento”. Ele ainda frisou que no etanol hidratado, que aquele que mistura na gasolina, o crescimento foi de 17%. “Nossa política fiscal está dando resultados positivos”.</p>



<p>O governo estadual também apostou na fiscalização, com várias ações do Procon-MS (Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor) nos postos de combustíveis para verificar se a redução do imposto estava chegando ao consumidor final.</p>
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		<title>Exportação industrial de MS fecha 2020 com receita de US$ 3,79 bilhões, alta de 5,8%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Biosul MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jan 2021 14:43:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Açúcar, derivado da cana-de-açúcar, foi um dos destaques indicados pelo Radar Industrial, da Fiems, que atingiu receita de US$ 303,28 milhões no último ano.</p>
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<p class="has-text-align-center"><em>Açúcar, derivado da cana-de-açúcar, foi um dos destaques indicados pelo Radar Industrial, da Fiems, que atingiu receita de US$ 303,28 milhões no último ano</em></p>



<p class="has-text-align-right"><strong><a href="http://www.fiems.com.br/noticias/exportacao-industrial-de-ms-fecha-2020-com-receita-de-us-3-79-bilhoes-alta-de-5-8/33801" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Por Fiems</a></strong></p>



<p>Mesmo com a pandemia mundial do novo coronavírus (Covid-19), as exportações de produtos industrializados de Mato Grosso do Sul registram em 2020 o melhor resultado anual da série histórica iniciada em 2009, conforme levantamento do Radar Industrial da Fiems. No acumulado dos 12 meses de 2020, a receita total alcançou US$ 3,79 bilhões, indicando aumento de 5,8% em relação ao mesmo período de 2019, quando o valor ficou em US$ 3,58 bilhões.</p>



<p>Segundo o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende, quanto à participação relativa, no mês de dezembro de 2020, a indústria respondeu por 81% de toda a receita de exportação de Mato Grosso do Sul, enquanto no acumulado do ano a participação está em 65%. “Os grupos Celulose e Papel e Complexo Frigorífico continuam sendo responsáveis por 73% da receita de exportações do setor industrial, sendo 45% para o primeiro grupo e 28% para o segundo grupo, enquanto logo em seguida vêm os grupos Óleos Vegetais e Açúcar e Álcool, com 10% e 8%, respectivamente”, detalhou.</p>



<p>No caso do grupo “Celulose e Papel”, a receita no período avaliado alcançou US$ 1,68 bilhão, uma queda de 15% em relação ao período de janeiro a dezembro de 2019, que foram obtidos quase que na totalidade com a venda da celulose (US$ 1,66 bilhão). Os principais compradores foram a China, com US$ 1 bilhão, Estados Unidos, com US$ 188,85 milhões, Itália, com US$ 112,18 milhões, Holanda, com US$ 60,86 milhões, Coreia do Sul, com US$ 56,99 milhões, Reino Unido, com US$ 42,51 milhões, e Emirados Árabes Unidos, com US$ 28,59 milhões.</p>



<p><strong>Mais grupos</strong></p>



<p>Já no grupo “Complexo Frigorífico” a receita conseguida de janeiro a dezembro foi de US$ 1,6 bilhão, um aumento de 4% em relação ao mesmo período de 2019, sendo que 46% do total alcançado é oriundo das carnes desossadas congeladas de bovino, que totalizaram US$ 489,87 milhões. Os principais compradores foram Hong Kong, com US$ 188,7 milhões, China, com US$ 184 milhões, Chile, com US$ 123 milhões, Emirados Árabes Unidos, com US$ 54,52 milhões, Arábia Saudita, com US$ 47 milhões, Japão, com US$ 43,16 milhões, Estados Unidos, com US$ 41,99 milhões, e Egito, com US$ 38,21 milhões.</p>



<p>No grupo “Óleos Vegetais”, a receita conseguida no período foi de US$ 382,81 milhões, um aumento de 131% em relação a janeiro a dezembro de 2019, sendo que 48% é oriundo dos bagaços e resíduos sólidos da extração do óleo de soja, somando US$ 182,53 milhões. Os principais compradores foram Holanda, com US$ 107,31 milhões, Indonésia, com US$ 59,62 milhões, Tailândia, com US$ 58,68 milhões, Polônia, com US$ 27,83 milhões, Índia, com US$ 26,80 milhões, Alemanha, com US$ 21,50 milhões, Dinamarca, com US$ 18,43 milhões, e Venezuela, com US$ 13,02 milhões.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="498" src="http://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Açúcar_2020-1024x498.jpg" alt="" class="wp-image-939" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Açúcar_2020-1024x498.jpg 1024w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Açúcar_2020-300x146.jpg 300w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Açúcar_2020-768x373.jpg 768w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Açúcar_2020.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>(Imagem: Divulgação/Biosul)</figcaption></figure>



<p>O grupo “Açúcar e Etanol” obteve receita de janeiro a dezembro no valor de US$ 303,28 milhões, um aumento de 352% em ralação ao mesmo período do ano passado, sendo que 99% é proveniente de outros açúcares de cana, que somou US$ 299,44 milhões. Os principais compradores foram Argélia, com US$ 67,79 milhões, China, com US$ 34,95 milhões, Canadá, com US$ 33,52 milhões, Índia, com US$ 16,86 milhões, Tunísia, com US$ 14,19 milhões, Malásia, com US$ 13,78 milhões, Arábia Saudita, com US$ 11,91 milhões, e Geórgia, com US$ 11,25 milhões.</p>
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		<title>Mesmo com safra de cana ainda em andamento, MS produz mais que o dobro de açúcar do ciclo passado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Biosul MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Dec 2020 18:58:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Produção]]></category>
		<category><![CDATA[Safra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Exportação de açúcar também deu um salto em 2020, com incremento de 341,89% em receita e de 373,8% em volume na comparação com o mesmo período de 2019.</p>
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<p class="has-text-align-center"><em>Exportação de açúcar também deu um salto em 2020, com incremento de 341,89% em receita e de 373,8% em volume na comparação com o mesmo período de 2019</em></p>



<p class="has-text-align-right"><strong><a href="https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/2020/12/14/mesmo-com-safra-de-cana-ainda-em-andamento-ms-produz-mais-que-o-dobro-de-acucar-do-ciclo-passado.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Por Anderson Viegas/ G1 MS</a></strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="686" src="http://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Anderson-Viegas-G1.jpg" alt="" class="wp-image-1305" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Anderson-Viegas-G1.jpg 1000w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Anderson-Viegas-G1-300x206.jpg 300w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Anderson-Viegas-G1-768x527.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption>Imagem: Anderson Viegas/G1 MS</figcaption></figure>



<p>Mato Grosso do Sul acumula na parcial da safra 2020/2021 (entre 1º de abril e 30 de novembro) uma produção de 1,698 milhão de toneladas de açúcar. O volume é 119% maior do que o registrado em todo o ciclo passado (2019/2020), quando o parque sucroenergético do estado processou 730 mil toneladas do alimento.</p>



<p>Os dados são do mais recente levantamento da safra de cana-de-açúcar divulgado pela Associação dos Produtores de Bioenergia do estado (Biosul). Segundo a entidade, para aumentar a produção do alimento, o mix das usinas, ou seja, a quantidade de matéria-prima destinada a fabricação do açúcar, subiu da média de 12,58% na temporada 2019/2020 para 28,63% na 2020/2021.</p>



<p>O presidente da Biosul, Roberto Hollanda Filho, destaca que a recuperação na produção do açúcar pelas usinas de Mato Grosso do Sul é uma das marcas da safra em curso. “Mesmo tradicionalmente destinando maior parte da cana para a produção de etanol, as usinas voltaram a dar espaço para a produção de açúcar como forma de driblar os impactos da pandemia, entre eles a redução do consumo de combustíveis no país por conta da menor circulação de veículos com as medidas de isolamento social”.</p>



<p>Ele aponta também que as condições do mercado internacional, influenciadas pela desvalorização do real frente ao dólar ao longo do ano, favoreceram a comercialização do produto, o que proporcionou mais fôlego para o setor e trouxe o açúcar de volta ao rol dos principais produtos da balança comercial do estado.</p>



<p>Entre janeiro e novembro de 2020 o estado exportou 987,159 mil toneladas de açúcar, o que resultou um faturamento de US$ 259,293 milhões. É o melhor resultado desde 2017, quando neste mesmo período Mato Grosso do Sul havia despachado 1,302 milhão de toneladas, conseguindo uma receita de US$ 477,053 milhões.</p>



<p>Frente ao ano passado, o açúcar deu um salto no ranking dos principais produtos exportados pelo estado. Saiu da nona para a quinta posição. Em faturamento o incremento foi de 341,89% e em volume de 373,8% na comparação das parciais de 2020 com 2019.</p>



<p><strong>Outros dados</strong></p>



<p>Até a segunda quinzena de novembro, o estado acumulava uma moagem de 44,066 milhões de toneladas de cana (0,33% acima da registrada no mesmo período do ano passado).</p>



<p>A concentração de açúcares totais recuperáveis (ATR) por tonelada de cana atingiu 141,26 kg, o que significa uma melhora na qualidade da matéria-prima de 2,94% com relação ao mesmo período do ciclo 2019/2020.</p>



<p>Em relação a produção de etanol, outro dos principais produtos do setor ao lado do açúcar, o processamento atingiu nestes 11 meses, 2,623 bilhões de litros (15,8% menor que o comparado com o ciclo passado). Desse total, 2,001 bilhão de litros é do hidratado e 622,445 milhões de litros do anidro.</p>
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		<title>Nota à imprensa sobre o mercado de CBIOs</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Biosul MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Nov 2020 12:44:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[RenovaBio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entidades do setor sucroenergético se mobilizam contra pedido de distribuidoras para redução das metas do RenovaBio em 25%.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>


<a href="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/11/20201110_Nota_CBIOs_UNICA_FNS.pdf" class="pdfemb-viewer" style="" data-width="max" data-height="max" data-mobile-width="500"  data-scrollbar="none" data-download="on" data-tracking="on" data-newwindow="on" data-pagetextbox="off" data-scrolltotop="off" data-startzoom="100" data-startfpzoom="100" data-toolbar="top" data-toolbar-fixed="on">20201110_Nota_CBIOs_UNICA_FNS<br/></a>
<p class="wp-block-pdfemb-pdf-embedder-viewer"></p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Indústria sucroenergética de MS amplia em 3,5 vezes o volume de açúcar exportado em 2020</title>
		<link>https://biosulms.com.br/industria-sucroenergetica-de-ms-amplia-em-35-vezes-o-volume-de-acucar-exportado-em-2020/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Biosul MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2020 19:10:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Produção]]></category>
		<category><![CDATA[Safra]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Setor sucroenergético é fundamental para a economia verde de MS, avalia secretário de Agricultura e Meio Ambiente.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><em>Setor sucroenergético é fundamental para a economia verde de MS, avalia secretário</em> de Agricultura e Meio Ambiente</p>



<p class="has-text-align-right"><strong><a href="https://www.semagro.ms.gov.br/industria-sucroenergetica-de-ms-amplia-em-35-vezes-o-volume-de-acucar-exportado-em-2020/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Por Marcelo Armôa / Ascom da Semagro</a></strong></p>



<p>Mato Grosso do Sul ampliou em 3,5 vezes o volume de açúcar exportado no acumulado dos meses de janeiro a setembro de 2020 em comparação com o mesmo período de 2019. Foram 171,41 mil toneladas de açúcar exportadas de janeiro a setembro de 2019 e 615,41 mil toneladas em 2020, conforme Nota Técnica sobre o Complexo da Cana elaborada pela Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar).</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="http://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Usinas-de-MS-no-Renovabio-2-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-1261" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Usinas-de-MS-no-Renovabio-2-1024x683.jpg 1024w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Usinas-de-MS-no-Renovabio-2-300x200.jpg 300w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Usinas-de-MS-no-Renovabio-2-768x512.jpg 768w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Usinas-de-MS-no-Renovabio-2-600x400.jpg 600w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Usinas-de-MS-no-Renovabio-2-405x270.jpg 405w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Usinas-de-MS-no-Renovabio-2.jpg 1500w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Secretário Jaime Verruck e o presidente da Biosul, Roberto Hollanda Filho.<br>(Imagem: Divulgação/Ascom Semagro)</figcaption></figure>



<p>“Nós acompanhamos o crescimento das exportações de acúcar em Mato Grosso do Sul, desde o início do ano. O setor sucroenergético foi um dos primeiros no Estado a firmar protocolo de biossegurança, ainda no mês de março, quando o Governo do Estado iniciou as ações junto ao setor produtivo para o enfrentamento à pandemia da Covid 19. As usinas mantiveram o nível de atividade desde então, preservando cerca de 10 mil empregos. A produção de açúcar ganhou espaço com as condições mais favoráveis do mercado externo e o resultado é o que temos observado mês a mês, com o aumento nas exportações desse produto”, comenta o secretário Jaime Verruck, da Semagro.</p>



<p>Os principais destinos das exportações de açúcar de Mato Grosso do Sul são a Argélia (16,68%), Canadá (14,77%) e China (10,07%). Em termos de evolução de janeiro a setembro de 2020, o resultado sul-mato-grossense aponta queda de posição como exportador de açúcar de quinto para sexto, mesmo com o aumento de 1,33% para 2,57% em 2020.</p>



<p><strong>Setor fundamental para a economia verde de MS</strong></p>



<p>Setor de destaque de Mato Grosso do Sul, o complexo da cana se destaca pela presença em vários municípios do Estado, representando 8% do PIB estadual e uma receita bruta de cerca de R$ 11 bilhões, considerando produção de cana, açúcar e produção de etanol (dados do IBGE, 2019). Juntos, os segmentos do campo e da indústria produzem cerca de 22 mil empregos, sendo 10 mil na fabricação de açúcar e álcool.</p>



<p>“A produção de cana cresceu 106% de 2009 a 2019 em Mato Grosso do Sul, com um incremento de cerca de 709 mil hectares de área plantada. As indústrias do setor têm grande importância para a economia sul-mato-grossense e, a exemplo de outros setores, têm contribuído com o Governo do Estado nesse período da pandemia, vide as doações feitas pela Biosul para a produção de álcool 70%”, lembra o secretário Jaime Verruck.</p>



<p>O titular da Semagro também ressalta a importância da produção de biocombustíveis, como o etanol, para a consolidação da economia verde em Mato Grosso do Sul. “Entendemos a relevância da cana e do biocombustível. Temos nos referenciado nessa questão e essa é uma área em que, estrategicamente, pretendemos ampliar a produção no Estado, avançando na geração de biogás e de outras linhas, para que, a partir do biocombustível, possamos fazer agregação de valor dentro do mercado. O Estado tem um potencial significativo para ampliar as suas atividades na questão do biocombustível”, afirmou.</p>



<p><strong>Safra da cana em 2020/2021</strong></p>



<p>Segundo os dados da Biosul (Associação de Produtores de Bioenergia de Mato Grosso do Sul), a quantidade de cana-de-açúcar processada em Mato Grosso do Sul alcançou 35 milhões de toneladas até 30 de setembro de 2020, 6% menor comparada ao mesmo período da temporada anterior. A qualidade da matéria-prima, no entanto, aumentou em 5% alcançando 141,48 kg de Açúcares Totais Recuperáveis por Tonelada de Cana (ATR/TC).</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="http://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Lavoura_Cana_Nova-Alvorada-do-Sul_Foto_15102019-300-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-1096" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Lavoura_Cana_Nova-Alvorada-do-Sul_Foto_15102019-300-1024x683.jpg 1024w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Lavoura_Cana_Nova-Alvorada-do-Sul_Foto_15102019-300-300x200.jpg 300w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Lavoura_Cana_Nova-Alvorada-do-Sul_Foto_15102019-300-768x512.jpg 768w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Lavoura_Cana_Nova-Alvorada-do-Sul_Foto_15102019-300-1536x1024.jpg 1536w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Lavoura_Cana_Nova-Alvorada-do-Sul_Foto_15102019-300-2048x1365.jpg 2048w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Lavoura_Cana_Nova-Alvorada-do-Sul_Foto_15102019-300-600x400.jpg 600w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Lavoura_Cana_Nova-Alvorada-do-Sul_Foto_15102019-300-405x270.jpg 405w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Lavoura_Cana_Nova-Alvorada-do-Sul_Foto_15102019-300-scaled.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>De janeiro a setembro, MS processou 35 milhões de toneladas de cana-de-açúcar. <br>(Imagem: Divulgação/Biosul)</figcaption></figure>



<p>De acordo com o acompanhamento da Safra 2020/2021, de abril até setembro, a produção de etanol somou 2,1 bilhões de litros. O volume é 19% menor com relação ao período no ano anterior. Desse total, 1,6 bilhão de litros são de hidratado (-24%) e 511 milhões de litros são de anidro (-1%). A produção de açúcar atingiu 1,3 milhão de toneladas, quantidade 107% maior com relação ao mesmo período do ano passado quando registrou 627 mil toneladas do adoçante.</p>



<p>Esses números, conforme a Biosul, são refletidos no mix de produção da safra com aumento de 112% na destinação da matéria-prima para o açúcar, que saltou de 14% para 29%, no comparativo com o último ciclo. Ainda assim, o percentual para a produção de etanol é de 71%, dentro da média esperada para o Estado.</p>



<p>“Os impactos da pandemia no mercado de combustíveis e as condições mais atrativas no mercado internacional do açúcar fez com que o perfil de produção no Estado se reajustasse. As unidades destinaram um pouco mais da cana para a produção do adoçante, mas ainda assim priorizam a produção de etanol”, explica o presidente da Biosul, Roberto Hollanda Filho, lembrando que na safra passada a produção de etanol no Estado foi acima da média.</p>



<p>Atualmente, todas as 18 unidades sucroenergéticas em operação no Estado produzem etanol, dessas dez são produtoras de açúcar. </p>
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		<title>Entidades do setor reafirmam necessidade de uma &#8220;ampliação significativa das exportações de açúcar&#8221; para os EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Biosul MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2020 17:49:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em nota as entidades destacam que "além da cota tradicional que o Brasil possui, de 152 mil ton/ano, tem sido praxe a abertura de novas cotas...</p>
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<p class="has-text-align-right"><strong><a href="https://www.udop.com.br/noticia/2020/09/22/entidades-do-setor-reafirmam-necessidade-de-uma-ampliacao-significativa-das-exportacoes-de-acucar-para-os-eua.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Por Rogério Mian / Agência UDOP de Notícias</a></strong></p>



<p></p>



<p>Em nota divulgada nesta segunda-feira (21) para a imprensa, as principais entidades representativas do setor sucroenergético brasileiro, representadas pelo Fórum Nacional Sucroenergético (FNS) reafirmou a necessidade de uma ampliação significativa das exportações de açúcar do Brasil para os Estados Unidos.</p>



<p>Segundo a nota, assinada também pela Unica &#8212; União da Indústria de Cana-de-açúcar, &#8220;acerca do anúncio feito hoje (ontem) pelo Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) de que o Brasil seria beneficiário de uma cota adicional de açúcar de 80 mil toneladas para o ano fiscal de 2020, devemos esclarecer que se trata de um procedimento normal adotado pelos EUA nos últimos anos, sem representar qualquer avanço estrutural para um maior acesso do açúcar brasileiro àquele país&#8221;.</p>



<p>Na nota as entidades ainda destacam que &#8220;além da cota tradicional que o Brasil possui, de 152 mil ton/ano, tem sido praxe a abertura de novas cotas para suprir os volumes dos países que não conseguem vender a quantidade prevista ou para complementar a demanda anual dos Estados Unidos. Nesses casos, o Brasil acaba sendo beneficiado não por concessão americana, mas por ser o país com o maior volume de açúcar para exportação no mundo&#8221;.</p>



<p>As entidades destacam ainda que a cota adicional de açúcar anunciada ontem representa apenas 0,3% da média das exportações brasileiras de açúcar dos últimos anos, &#8220;consideravelmente inferior à cota mensal de etanol que o Brasil ofereceu novamente aos EUA em setembro&#8221;, destacam.</p>



<p>&#8220;É fundamental, portanto, que as discussões entre os dois países avancem em direção à ampliação significativa das nossas exportações de açúcar, a partir de resultados permanentes e concretos, condizentes com a concessão feita pelo Brasil nos últimos anos para o etanol americano&#8221;, finalizam as entidades.</p>
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		<title>Etanol hidratado recupera consumo em MS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Biosul MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2020 13:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No mês de julho, foram consumidos 9,1 milhões de litros do biocombustível, volume 8% maior com relação ao mesmo mês em 2019.</p>
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<p class="has-text-align-center"><em>No mês de julho, foram consumidos 10,7 milhões de litros do biocombustível, volume 27% maior com relação ao mesmo mês em 2019</em></p>



<p class="has-text-align-right"><strong>Por Biosul</strong></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="http://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Abastecimento_Divulgacao_Biosul_11092020.jpg" alt="" class="wp-image-1195" width="611" height="396" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Abastecimento_Divulgacao_Biosul_11092020.jpg 1024w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Abastecimento_Divulgacao_Biosul_11092020-300x194.jpg 300w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Abastecimento_Divulgacao_Biosul_11092020-768x497.jpg 768w" sizes="(max-width: 611px) 100vw, 611px" /><figcaption>Imagem: Divulgação</figcaption></figure></div>



<p>Após quedas significativas no uso de combustíveis por conta do isolamento da população com a pandemia (Covid-19) em todo o País, o consumo de etanol hidratado dá sinais de recuperação em Mato Grosso do Sul. No mês de julho, foram consumidos *10,7 milhões de litros do biocombustível, volume 27% maior com relação ao mesmo mês em 2019 quando registrou 8,4 milhões de litros. Os dados são da ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="570" height="329" src="http://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Consumo_ETANOL-HIDRATADO_mensal_ate-julho_correcao.png" alt="" class="wp-image-1209" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Consumo_ETANOL-HIDRATADO_mensal_ate-julho_correcao.png 570w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Consumo_ETANOL-HIDRATADO_mensal_ate-julho_correcao-300x173.png 300w" sizes="(max-width: 570px) 100vw, 570px" /><figcaption>Gráfico de consumo de etanol hidratado em MS atualizado em 14 de setembro de 2020.</figcaption></figure>



<p>O enfraquecimento do mercado de combustíveis teve início em março deste ano com as primeiras medidas de isolamento para enfrentamento do novo coronavírus. O consumo de etanol hidratado no Estado, apesar de se manter no primeiro mês, em abril teve queda de 15% comparado ao ano anterior com a venda de 7,8 milhões de litros. A baixa se manteve em maio com consumo 6% menor. Já no mês seguinte, a venda do biocombustível voltou a registrar saldo positivo (+14%), confirmando sinais de recuperação em julho.</p>



<p>“A reação do mercado de etanol é uma boa notícia para o setor depois de muita apreensão”, avalia o presidente da Biosul, Roberto Hollanda Filho.</p>



<p><strong>Preço</strong></p>



<p>Além do retorno gradual do isolamento da população, o preço mais competitivo com relação a Gasolina C é um dos fatores para a recuperação. Entre os dias 18 a 22 de agosto, de acordo com o último levantamento semanal da ANP, o preço médio do etanol hidratado no Estado foi cotado a R$ 3,144, sendo encontrado no mínimo por R$ 2,939, preço que se manteve desde a semana anterior. Com relação ao mesmo mês em 2019, a queda é de 10% no preço do biocombustível, custando 23 centavos a menos para o consumidor.</p>



<p>Na Capital, o biocombustível foi cotado no valor médio de R$ 3,037, o mais em conta do Estado. O consumidor chegou a encontrar em alguns estabelecimentos o biocombustível com preço abaixo de 70% com relação ao preço da Gasolina C. No Estado a paridade entre o preço médio dos combustíveis é de 72%.</p>



<p><strong>Abasteça com Etanol</strong></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="http://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Abasteca-com-etanol_Biosul-1024x725.jpeg" alt="" class="wp-image-1199" width="550" height="388" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Abasteca-com-etanol_Biosul-1024x725.jpeg 1024w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Abasteca-com-etanol_Biosul-300x213.jpeg 300w" sizes="(max-width: 550px) 100vw, 550px" /></figure></div>



<p>Como forma de driblar os efeitos da pandemia e valorizar o setor sucroenergético como agente fundamental na geração de emprego no Estado, a Biosul aderiu, junto a diversas entidades do setor sucroenergético nacional, o movimento Abasteça com Etanol. A campanha convoca o consumidor a escolher o combustível verde.</p>



<p>Em Mato Grosso do Sul, o setor sucroenergético é uma das principais atividades agroindustriais e responde pelo segundo maior valor de produção na indústria R$ 6,3 bilhões (2018). O setor também se destaca na geração de emprego sendo responsável por mais de 30 mil ocupações diretas no interior do Estado. No Brasil, o número chega a 700 mil empregos diretos.</p>



<p>Para Hollanda, o movimento reforça os aspectos positivos do biocombustível. “É muito importante mostrar ao consumidor as vantagens do etanol, se trata de um combustível que é produzido aqui, gera emprego de qualidade e está à frente de qualquer outro no aspecto ambiental e de saúde pública”, completa.</p>



<p></p>



<p><em>*Correção de informações realizada no dia 14 de setembro de 2020.</em></p>
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