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	<title>Categoria Produção -</title>
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		<title>Em um ano, Mato Grosso do Sul evita emissão de 3,1 mi/ton de CO2 com produção de etanol</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Biosul MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Feb 2021 14:43:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Produção]]></category>
		<category><![CDATA[RenovaBio]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Das 18 unidades sucroenergéticas que operam no Estado, 16 foram certificadas já no primeiro ano do RenovaBio (Programa Nacional de Biocombustíveis) criado em 2017.</p>
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<p class="has-text-align-center"><em>Das 18 unidades sucroenergéticas que operam no Estado, 16 foram certificadas já no primeiro ano do RenovaBio (Programa Nacional de Biocombustíveis) criado em 2017</em></p>



<p class="has-text-align-right"><strong><a href="https://www.semagro.ms.gov.br/em-um-ano-mato-grosso-do-sul-evita-emissao-de-31-mi-ton-de-co2-com-producao-de-etanol/">Por Joao Prestes/Semagro</a> </strong></p>



<p>Só em 2020, a produção de etanol a partir da cana-de-açúcar em Mato Grosso do Sul evitou a emissão de 3,1 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera. Esse gás é o principal vilão do aquecimento global e o planeta empreende esforço conjunto para reduzir as emissões de CO2. A produção de etanol a partir da cana-de-açúcar no Estado somou 2,5 bilhões de litros em 2020, o que corresponde a 3,1 milhões de toneladas de dióxido de carbono a menos na atmosfera.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="http://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Jaime-Verruck-e-Roberto-Hollanda-Renovabio-1-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-1331" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Jaime-Verruck-e-Roberto-Hollanda-Renovabio-1-1024x683.jpg 1024w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Jaime-Verruck-e-Roberto-Hollanda-Renovabio-1-300x200.jpg 300w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Jaime-Verruck-e-Roberto-Hollanda-Renovabio-1-768x512.jpg 768w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Jaime-Verruck-e-Roberto-Hollanda-Renovabio-1-1536x1024.jpg 1536w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Jaime-Verruck-e-Roberto-Hollanda-Renovabio-1-600x400.jpg 600w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Jaime-Verruck-e-Roberto-Hollanda-Renovabio-1-405x270.jpg 405w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Jaime-Verruck-e-Roberto-Hollanda-Renovabio-1.jpg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>(Imagem: Divulgação/Semagro)</figcaption></figure>



<p>Os números foram analisados em reunião nesta segunda-feira (1º) entre o secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro), Jaime Verruck, o presidente da Biosul (Associação de Produtores de Bioenergia de Mato Grosso do Sul) Roberto Hollanda Filho, e o superintendente de Indústria, Comércio e Serviços da Semagro, Bruno Gouveia.</p>



<p>Das 18 unidades sucroenergéticas que operam no Estado, 16 foram certificadas já no primeiro ano do RenovaBio (Programa Nacional de Biocombustíveis) criado em 2017. Trata-se do maior programa de descarbonização do mundo e tem como estratégia incentivar a expansão da produção e do uso dos combustíveis verdes como forma de reduzir a emissão dos gases causadores do efeito estufa (GEE).</p>



<p>“No Estado de Mato Grosso do Sul temos diversas iniciativas de políticas públicas em que está inserida a questão da sustentabilidade. Esse conjunto de ações integra o Projeto MS Estado Carbono Neutro e o RenovaBio se alinha exatamente a essa iniciativa e também àquilo que se propõe cada entidade dentro do Acordo de Paris. O RenovaBio traz o conceito da sustentabilidade do agro e da indústria, no caso específico do etanol“, analisou Verruck.</p>



<p><strong>CBIO</strong></p>



<p>O volume evitado de CO2 em Mato Grosso do Sul corresponde à absorção feita por mais de 400 milhões de árvores, cerca de 250 mil hectares de floresta que pode ser representada por 330 mil campos de futebol. Na prática, o programa reconhece o valor dos biocombustíveis como promotores de sustentabilidade ambiental, monetiza esse valor através dos Crédito de Descarbonização, o CBIO, e faz com que distribuidoras de combustíveis fósseis compensem o índice de poluição dos seus produtos por meio da aquisição obrigatória desses créditos.</p>



<p>“O CBIO é um instrumento que reflete precisamente quanto cada litro de biocombustível evita de emissão em comparação ao seu equivalente fóssil”, explica Hollanda.</p>



<p>A demanda de CBIOs é predeterminada pelo governo, que estabelece a quantidade total que as distribuidoras de combustível terão que comprar a cada ano. Ela deve ultrapassar 80 milhões de CBIOs em 2030 e tenta refletir metas de redução de emissões de CO2 até lá.</p>



<p>Para que possam emitir CBIOs, as usinas que aderem voluntariamente ao RenovaBio passam por um processo de auditoria monitorado pelo Governo Federal e recebem uma nota de eficiência energético-ambiental. Quanto mais sustentável for o processo de produção de cada unidade, maior será a nota e a emissão de CBIOs.</p>



<p>As associadas da Biosul, segundo Hollanda, foram muito bem ranqueadas pelas notas de eficiência energético-ambiental e estão empenhadas em melhorar ainda mais com a relevância que RenovaBio já tem para o Brasil e para o mundo comprovando as externalidades positivas do etanol, seja em ganhos ambientais, econômicos e sociais. Os objetivos do programa, explica Hollanda, vão além da mitigação dos gases causadores do efeito estufa (GEE).</p>



<p>“Com essa política pública para a expansão da produção de biocombustíveis para os próximos anos, sem dúvidas o RenovaBio também será um estímulo para gerar ainda mais empregos nas usinas de MS”, enfatiza o presidente da Biosul.</p>



<p><strong>Metas</strong></p>



<p>Até 2030, o programa estima gerar 1,4 milhões de novos empregos no País. CBIOs Em todo o país as operações dos Créditos de Descarbonização (CBIOs) no mercado financeiro somaram pouco mais de R$ 650 bilhões em 2020. A meta estabelecida pelo programa previa a aquisição de 14.898.230 CBIOs no período, contudo, 98% dessa quantidade foi adquirida pelas distribuidoras de combustíveis fósseis até 31 de dezembro. As usinas certificadas ofertaram 18.508.636 de CBIOs, 3.120.294 desses créditos provenientes das unidades produtoras de etanol em Mato Grosso do Sul, que corresponde a 16% da oferta nacional.</p>



<p>Para Hollanda, “o programa vem como um estímulo para que as unidades invistam cada vez mais na eficiência dos seus processos produtivos”, completa. Para 2021, a meta estabelecida para o programa é de 24,86 milhões de CBIOs a serem adquiridos pelas distribuidoras, que é parte obrigatória, ou por terceiros. Segundo o Ministério de Minas e Energia, 5,7 milhões de créditos já foram ofertados pelas produtoras de biocombustíveis certificadas.</p>
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		<title>Mesmo com safra de cana ainda em andamento, MS produz mais que o dobro de açúcar do ciclo passado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Biosul MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Dec 2020 18:58:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Produção]]></category>
		<category><![CDATA[Safra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Exportação de açúcar também deu um salto em 2020, com incremento de 341,89% em receita e de 373,8% em volume na comparação com o mesmo período de 2019.</p>
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<p class="has-text-align-center"><em>Exportação de açúcar também deu um salto em 2020, com incremento de 341,89% em receita e de 373,8% em volume na comparação com o mesmo período de 2019</em></p>



<p class="has-text-align-right"><strong><a href="https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/2020/12/14/mesmo-com-safra-de-cana-ainda-em-andamento-ms-produz-mais-que-o-dobro-de-acucar-do-ciclo-passado.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Por Anderson Viegas/ G1 MS</a></strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1000" height="686" src="http://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Anderson-Viegas-G1.jpg" alt="" class="wp-image-1305" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Anderson-Viegas-G1.jpg 1000w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Anderson-Viegas-G1-300x206.jpg 300w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Anderson-Viegas-G1-768x527.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption>Imagem: Anderson Viegas/G1 MS</figcaption></figure>



<p>Mato Grosso do Sul acumula na parcial da safra 2020/2021 (entre 1º de abril e 30 de novembro) uma produção de 1,698 milhão de toneladas de açúcar. O volume é 119% maior do que o registrado em todo o ciclo passado (2019/2020), quando o parque sucroenergético do estado processou 730 mil toneladas do alimento.</p>



<p>Os dados são do mais recente levantamento da safra de cana-de-açúcar divulgado pela Associação dos Produtores de Bioenergia do estado (Biosul). Segundo a entidade, para aumentar a produção do alimento, o mix das usinas, ou seja, a quantidade de matéria-prima destinada a fabricação do açúcar, subiu da média de 12,58% na temporada 2019/2020 para 28,63% na 2020/2021.</p>



<p>O presidente da Biosul, Roberto Hollanda Filho, destaca que a recuperação na produção do açúcar pelas usinas de Mato Grosso do Sul é uma das marcas da safra em curso. “Mesmo tradicionalmente destinando maior parte da cana para a produção de etanol, as usinas voltaram a dar espaço para a produção de açúcar como forma de driblar os impactos da pandemia, entre eles a redução do consumo de combustíveis no país por conta da menor circulação de veículos com as medidas de isolamento social”.</p>



<p>Ele aponta também que as condições do mercado internacional, influenciadas pela desvalorização do real frente ao dólar ao longo do ano, favoreceram a comercialização do produto, o que proporcionou mais fôlego para o setor e trouxe o açúcar de volta ao rol dos principais produtos da balança comercial do estado.</p>



<p>Entre janeiro e novembro de 2020 o estado exportou 987,159 mil toneladas de açúcar, o que resultou um faturamento de US$ 259,293 milhões. É o melhor resultado desde 2017, quando neste mesmo período Mato Grosso do Sul havia despachado 1,302 milhão de toneladas, conseguindo uma receita de US$ 477,053 milhões.</p>



<p>Frente ao ano passado, o açúcar deu um salto no ranking dos principais produtos exportados pelo estado. Saiu da nona para a quinta posição. Em faturamento o incremento foi de 341,89% e em volume de 373,8% na comparação das parciais de 2020 com 2019.</p>



<p><strong>Outros dados</strong></p>



<p>Até a segunda quinzena de novembro, o estado acumulava uma moagem de 44,066 milhões de toneladas de cana (0,33% acima da registrada no mesmo período do ano passado).</p>



<p>A concentração de açúcares totais recuperáveis (ATR) por tonelada de cana atingiu 141,26 kg, o que significa uma melhora na qualidade da matéria-prima de 2,94% com relação ao mesmo período do ciclo 2019/2020.</p>



<p>Em relação a produção de etanol, outro dos principais produtos do setor ao lado do açúcar, o processamento atingiu nestes 11 meses, 2,623 bilhões de litros (15,8% menor que o comparado com o ciclo passado). Desse total, 2,001 bilhão de litros é do hidratado e 622,445 milhões de litros do anidro.</p>
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		<title>Safra 2020/2021: moagem da cana-de-açúcar atinge 42 milhões de toneladas em MS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Biosul MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Dec 2020 18:20:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Produção]]></category>
		<category><![CDATA[Safra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com menos chuvas, usinas aceleraram ritmo de colheita em novembro e reduzem a diferença com ciclo anterior.</p>
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<p class="has-text-align-center"><em>Com menos chuvas, usinas aceleram ritmo de colheita em novembro e reduzem a diferença com ciclo anterior</em></p>



<p class="has-text-align-right"><strong>Por Biosul</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="530" src="http://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Lavoura_Colheita_NAS_Arquivo_Biosul-1024x530.png" alt="" class="wp-image-1296" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Lavoura_Colheita_NAS_Arquivo_Biosul-1024x530.png 1024w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Lavoura_Colheita_NAS_Arquivo_Biosul-300x155.png 300w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Lavoura_Colheita_NAS_Arquivo_Biosul-768x398.png 768w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Lavoura_Colheita_NAS_Arquivo_Biosul.png 1180w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>(Imagem: Arquivo/Biosul)</figcaption></figure>



<p>De 1º de abril até 15 de novembro a moagem de cana-de-açúcar totalizou 42 milhões de toneladas em Mato Grosso do Sul. &nbsp;A quantidade é 2,5% menor com relação ao mesmo período do ciclo passado, no entanto, é a menor diferença registrada desde o início da safra 2020/2021. Os dados são da Biosul (Associação de Produtores de Bioenergia de Mato Grosso do Sul).</p>



<p>A redução do atraso, para o presidente da Biosul, Roberto Hollanda Filho, é resultado, principalmente, do bom aproveitamento de tempo que as unidades tiveram nas lavouras durante a primeira quinzena de novembro. “Com menor volume de chuvas, as usinas imprimiram mais ritmo no campo, o que minimizou o início mais lento que tivemos neste ciclo”, afirma.</p>



<p>A concentração de Açúcares Totais Recuperáveis (ATR) por tonelada de cana atingiu 141,68 kg, o que significa uma melhora na qualidade da matéria-prima de 3,3% com relação ao mesmo período do ciclo 2019/2020.</p>



<p><strong>Etanol e Açúcar</strong></p>



<p>A produção de etanol somou 2,5 bilhões de litros, volume 17% menor comparado ao ciclo anterior. Desse total, 1,9 bilhão de litros corresponde a etanol hidratado (-21%) e 591 milhões de litros de anidro (-3%).</p>



<p>A produção de açúcar, que sinalizou recuperação neste ciclo, alcançou 1,6 milhões de toneladas, quantidade 126% maior com relação à safra passada.</p>



<p><strong>Mix</strong></p>



<p>Os dados de produção são refletidos no mix das indústrias com aumento de 124% na destinação da matéria-prima para o açúcar que saltou de 12% para 29% no comparativo com o último ciclo. Ainda assim, o percentual para a produção de etanol é de 71%, dentro da média esperada para o Estado, que é o quarto maior produtor do biocombustível no País.</p>



<p><strong>Entressafra</strong></p>



<p>Apesar da menor incidência de chuvas no Estado favorecer o ritmo da colheita nas lavouras, os fatores climáticos requerem atenção dos produtores para a reta final do ciclo que segue até 31 de março de 2021.</p>



<p>“Monitoramos as previsões do clima para cada quinzena, assim como a influência de fenômenos como a La Niña que deve se acentuar entre dezembro e janeiro, segundo institutos de meteorologia, e pode impedir ou reduzir a ocorrência de chuvas no Estado, o que pode comprometer o crescimento da cana a ser colhida na próxima safra”, afirma Hollanda.</p>



<p>Com relação ao intervalo das unidades no Estado, Hollanda afirma que o início mais lento da safra fez com que o cronograma de moagem se estendesse. “Nesta temporada o intervalo das unidades produtoras chegou mais tarde com relação ao cronograma que tivemos ano passado. Iniciamos dezembro com 10 unidades ainda em operação, o que sinaliza um bom aproveitamento até março, claro, se as condições climáticas nos favorecer”, completa o presidente da Biosul.</p>
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		<title>Indústria sucroenergética de MS amplia em 3,5 vezes o volume de açúcar exportado em 2020</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Biosul MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2020 19:10:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Produção]]></category>
		<category><![CDATA[Safra]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Setor sucroenergético é fundamental para a economia verde de MS, avalia secretário de Agricultura e Meio Ambiente.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><em>Setor sucroenergético é fundamental para a economia verde de MS, avalia secretário</em> de Agricultura e Meio Ambiente</p>



<p class="has-text-align-right"><strong><a href="https://www.semagro.ms.gov.br/industria-sucroenergetica-de-ms-amplia-em-35-vezes-o-volume-de-acucar-exportado-em-2020/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Por Marcelo Armôa / Ascom da Semagro</a></strong></p>



<p>Mato Grosso do Sul ampliou em 3,5 vezes o volume de açúcar exportado no acumulado dos meses de janeiro a setembro de 2020 em comparação com o mesmo período de 2019. Foram 171,41 mil toneladas de açúcar exportadas de janeiro a setembro de 2019 e 615,41 mil toneladas em 2020, conforme Nota Técnica sobre o Complexo da Cana elaborada pela Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar).</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="http://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Usinas-de-MS-no-Renovabio-2-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-1261" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Usinas-de-MS-no-Renovabio-2-1024x683.jpg 1024w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Usinas-de-MS-no-Renovabio-2-300x200.jpg 300w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Usinas-de-MS-no-Renovabio-2-768x512.jpg 768w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Usinas-de-MS-no-Renovabio-2-600x400.jpg 600w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Usinas-de-MS-no-Renovabio-2-405x270.jpg 405w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Usinas-de-MS-no-Renovabio-2.jpg 1500w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Secretário Jaime Verruck e o presidente da Biosul, Roberto Hollanda Filho.<br>(Imagem: Divulgação/Ascom Semagro)</figcaption></figure>



<p>“Nós acompanhamos o crescimento das exportações de acúcar em Mato Grosso do Sul, desde o início do ano. O setor sucroenergético foi um dos primeiros no Estado a firmar protocolo de biossegurança, ainda no mês de março, quando o Governo do Estado iniciou as ações junto ao setor produtivo para o enfrentamento à pandemia da Covid 19. As usinas mantiveram o nível de atividade desde então, preservando cerca de 10 mil empregos. A produção de açúcar ganhou espaço com as condições mais favoráveis do mercado externo e o resultado é o que temos observado mês a mês, com o aumento nas exportações desse produto”, comenta o secretário Jaime Verruck, da Semagro.</p>



<p>Os principais destinos das exportações de açúcar de Mato Grosso do Sul são a Argélia (16,68%), Canadá (14,77%) e China (10,07%). Em termos de evolução de janeiro a setembro de 2020, o resultado sul-mato-grossense aponta queda de posição como exportador de açúcar de quinto para sexto, mesmo com o aumento de 1,33% para 2,57% em 2020.</p>



<p><strong>Setor fundamental para a economia verde de MS</strong></p>



<p>Setor de destaque de Mato Grosso do Sul, o complexo da cana se destaca pela presença em vários municípios do Estado, representando 8% do PIB estadual e uma receita bruta de cerca de R$ 11 bilhões, considerando produção de cana, açúcar e produção de etanol (dados do IBGE, 2019). Juntos, os segmentos do campo e da indústria produzem cerca de 22 mil empregos, sendo 10 mil na fabricação de açúcar e álcool.</p>



<p>“A produção de cana cresceu 106% de 2009 a 2019 em Mato Grosso do Sul, com um incremento de cerca de 709 mil hectares de área plantada. As indústrias do setor têm grande importância para a economia sul-mato-grossense e, a exemplo de outros setores, têm contribuído com o Governo do Estado nesse período da pandemia, vide as doações feitas pela Biosul para a produção de álcool 70%”, lembra o secretário Jaime Verruck.</p>



<p>O titular da Semagro também ressalta a importância da produção de biocombustíveis, como o etanol, para a consolidação da economia verde em Mato Grosso do Sul. “Entendemos a relevância da cana e do biocombustível. Temos nos referenciado nessa questão e essa é uma área em que, estrategicamente, pretendemos ampliar a produção no Estado, avançando na geração de biogás e de outras linhas, para que, a partir do biocombustível, possamos fazer agregação de valor dentro do mercado. O Estado tem um potencial significativo para ampliar as suas atividades na questão do biocombustível”, afirmou.</p>



<p><strong>Safra da cana em 2020/2021</strong></p>



<p>Segundo os dados da Biosul (Associação de Produtores de Bioenergia de Mato Grosso do Sul), a quantidade de cana-de-açúcar processada em Mato Grosso do Sul alcançou 35 milhões de toneladas até 30 de setembro de 2020, 6% menor comparada ao mesmo período da temporada anterior. A qualidade da matéria-prima, no entanto, aumentou em 5% alcançando 141,48 kg de Açúcares Totais Recuperáveis por Tonelada de Cana (ATR/TC).</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="http://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Lavoura_Cana_Nova-Alvorada-do-Sul_Foto_15102019-300-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-1096" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Lavoura_Cana_Nova-Alvorada-do-Sul_Foto_15102019-300-1024x683.jpg 1024w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Lavoura_Cana_Nova-Alvorada-do-Sul_Foto_15102019-300-300x200.jpg 300w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Lavoura_Cana_Nova-Alvorada-do-Sul_Foto_15102019-300-768x512.jpg 768w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Lavoura_Cana_Nova-Alvorada-do-Sul_Foto_15102019-300-1536x1024.jpg 1536w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Lavoura_Cana_Nova-Alvorada-do-Sul_Foto_15102019-300-2048x1365.jpg 2048w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Lavoura_Cana_Nova-Alvorada-do-Sul_Foto_15102019-300-600x400.jpg 600w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Lavoura_Cana_Nova-Alvorada-do-Sul_Foto_15102019-300-405x270.jpg 405w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Lavoura_Cana_Nova-Alvorada-do-Sul_Foto_15102019-300-scaled.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>De janeiro a setembro, MS processou 35 milhões de toneladas de cana-de-açúcar. <br>(Imagem: Divulgação/Biosul)</figcaption></figure>



<p>De acordo com o acompanhamento da Safra 2020/2021, de abril até setembro, a produção de etanol somou 2,1 bilhões de litros. O volume é 19% menor com relação ao período no ano anterior. Desse total, 1,6 bilhão de litros são de hidratado (-24%) e 511 milhões de litros são de anidro (-1%). A produção de açúcar atingiu 1,3 milhão de toneladas, quantidade 107% maior com relação ao mesmo período do ano passado quando registrou 627 mil toneladas do adoçante.</p>



<p>Esses números, conforme a Biosul, são refletidos no mix de produção da safra com aumento de 112% na destinação da matéria-prima para o açúcar, que saltou de 14% para 29%, no comparativo com o último ciclo. Ainda assim, o percentual para a produção de etanol é de 71%, dentro da média esperada para o Estado.</p>



<p>“Os impactos da pandemia no mercado de combustíveis e as condições mais atrativas no mercado internacional do açúcar fez com que o perfil de produção no Estado se reajustasse. As unidades destinaram um pouco mais da cana para a produção do adoçante, mas ainda assim priorizam a produção de etanol”, explica o presidente da Biosul, Roberto Hollanda Filho, lembrando que na safra passada a produção de etanol no Estado foi acima da média.</p>



<p>Atualmente, todas as 18 unidades sucroenergéticas em operação no Estado produzem etanol, dessas dez são produtoras de açúcar. </p>
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		<title>Moagem de cana-de-açúcar atinge 32 milhões de toneladas em MS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Biosul MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2020 20:54:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Produção]]></category>
		<category><![CDATA[Safra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mix de produção aumentou para açúcar, mas indústrias ainda destinam mais de 70% da matéria-prima para etanol.</p>
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<p class="has-text-align-center"><em>Mix de produção aumentou para açúcar, mas indústrias ainda destinam mais de 70% da matéria-prima para etanol</em></p>



<p class="has-text-align-right"><strong>Por Biosul</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="http://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Lavoura_Cana_Nova-Alvorada-do-Sul_MS_Foto-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-1245" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Lavoura_Cana_Nova-Alvorada-do-Sul_MS_Foto-1024x683.jpg 1024w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Lavoura_Cana_Nova-Alvorada-do-Sul_MS_Foto-300x200.jpg 300w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Lavoura_Cana_Nova-Alvorada-do-Sul_MS_Foto-768x512.jpg 768w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Lavoura_Cana_Nova-Alvorada-do-Sul_MS_Foto-1536x1024.jpg 1536w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Lavoura_Cana_Nova-Alvorada-do-Sul_MS_Foto-2048x1365.jpg 2048w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Lavoura_Cana_Nova-Alvorada-do-Sul_MS_Foto-600x400.jpg 600w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Lavoura_Cana_Nova-Alvorada-do-Sul_MS_Foto-405x270.jpg 405w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Lavoura_Cana_Nova-Alvorada-do-Sul_MS_Foto-scaled.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Atualmente, todas as 18 unidades sucroenergéticas em operação no Estado produzem etanol, dessas dez são produtoras de açúcar. (Imagem: Divulgação/Biosul)</figcaption></figure>



<p>A safra de cana-de-açúcar somou 32,3 milhões de toneladas até 15 de setembro de 2020 em Mato Grosso do Sul, quantidade 8% menor comparada ao mesmo período da temporada anterior. A qualidade da matéria-prima, no entanto, aumentou em 5% alcançando 140,79 kg de Açúcares Totais Recuperáveis por Tonelada de Cana (ATR/TC). Os dados são da Biosul (Associação de Produtores de Bioenergia de Mato Grosso do Sul).</p>



<p>A maior concentração de açúcar na cana, segundo o presidente da Biosul, Roberto Hollanda, “indica melhor qualidade da matéria-prima na safra (2020/2021) e compensa o ritmo mais lento da colheita neste ciclo”, afirma.</p>



<p>No período acumulado da temporada, até 15 de setembro, a produção de etanol somou 1,9 bilhão de litros. O volume é 20% menor com relação ao período no ano anterior. Desse montante, 1,4 bilhão de litros são de hidratado (-25%) e 456 milhões de litros são de anidro (-0,6%).</p>



<p>A produção de açúcar atingiu 1,2 milhão de toneladas, quantidade 98% maior com relação ao mesmo período do ano passado quando registrou 627 mil toneladas do adoçante.</p>



<p><strong>Mix de Produção</strong></p>



<p>Os dados são refletidos no mix de produção da safra com aumento de 106% na destinação da matéria-prima para o açúcar, que saltou de 14% para 28%, no comparativo com o último ciclo. Ainda assim o percentual para a produção de etanol é de 72%, dentro da média esperada para o Estado.</p>



<p>“Ano passado, o mix pró etanol foi fora da curva, muito alto. Os impactos da pandemia no mercado de combustíveis e as condições mais atrativas no mercado internacional do açúcar fez com que o perfil de produção no Estado se reajustasse, ainda assim priorizando a produção do biocombustível”, explica Hollanda. Atualmente, todas as 18 unidades sucroenergéticas em operação no Estado produzem etanol, dessas dez são produtoras de açúcar.</p>
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		<title>Safra da cana-de-açúcar tem início mais lento em MS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Biosul MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2020 15:26:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Produção]]></category>
		<category><![CDATA[Safra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com demanda menor no mercado do etanol, açúcar volta a ganhar espaço no mix de produção das indústrias</p>
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<p class="has-text-align-center"><em>Com demanda menor no mercado do etanol, açúcar volta a ganhar espaço no mix de produção das indústrias</em></p>



<p class="has-text-align-right"><strong>Por Biosul</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="http://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Lavoura_Cana_Nova-Alvorada-do-Sul_Foto_15102019-300-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-1096" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Lavoura_Cana_Nova-Alvorada-do-Sul_Foto_15102019-300-1024x683.jpg 1024w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Lavoura_Cana_Nova-Alvorada-do-Sul_Foto_15102019-300-300x200.jpg 300w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Lavoura_Cana_Nova-Alvorada-do-Sul_Foto_15102019-300-768x512.jpg 768w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Lavoura_Cana_Nova-Alvorada-do-Sul_Foto_15102019-300-1536x1024.jpg 1536w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Lavoura_Cana_Nova-Alvorada-do-Sul_Foto_15102019-300-2048x1365.jpg 2048w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Lavoura_Cana_Nova-Alvorada-do-Sul_Foto_15102019-300-600x400.jpg 600w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Lavoura_Cana_Nova-Alvorada-do-Sul_Foto_15102019-300-405x270.jpg 405w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Lavoura_Cana_Nova-Alvorada-do-Sul_Foto_15102019-300-scaled.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Neste ciclo 18 unidades estão em operação no Estado e iniciaram a moagem dentro dos respectivos cronogramas previstos. (Imagem: Divulgação/Biosul)</figcaption></figure>



<p>A safra 2020/2021 teve início dia 1º de abril na região Centro/Sul do País da qual Mato Grosso do Sul faz parte como quarto maior produtor nacional de cana-de-açúcar. Até quinze de junho foram processadas 12,4 milhões de toneladas da matéria-prima pela indústria sucroenergética do Estado. A quantidade é 16% menor comparada ao ciclo anterior que se aproximou dos 15 milhões de toneladas naquele período. A qualidade da matéria-prima, no entanto, é 4,6% melhor que no ano passado, com 129,02 kg de ATR/TC (Açúcares Totais Recuperáveis por Tonelada de Cana). Os dados são da Biosul (Associação de Produtores de Bioenergia de Mato Grosso do Sul).</p>



<p>Neste ciclo 18 unidades estão em operação no Estado e iniciaram a moagem dentro dos respectivos cronogramas previstos. “A redução na velocidade do processamento da cana já era esperada diante do cenário de pandemia que estamos enfrentando”, afirma o presidente da Biosul.</p>



<p>A produção de etanol foi de 700 milhões de litros, 25% menor comparado ao mesmo período da safra passada. Desses, 575 milhões de litros são de etanol hidratado (-23%) e 124 milhões de litros de anidro (-32%).</p>



<p>Já a produção de açúcar registrou saldo positivo. Foram 404 mil toneladas do alimento produzidas até 15 de junho, alta de 66% comparada ao mesmo período da safra passada quando produziu 243 mil toneladas do adoçante.</p>



<p>No mix de produção, 74% da matéria-prima processada foi destinada para a produção de etanol, enquanto 26% para o açúcar. “Uma retomada natural na produção do açúcar diante da queda na demando por combustível, sendo o etanol ainda o principal produto do Estado”, explica Hollanda.</p>



<p><strong>Mercado</strong></p>



<p>Acompanhando a situação de pandemia no País, as usinas do Estado registraram queda nas vendas de etanol. Em abril, foram comercializados de 148 milhões de litros do biocombustível,volume 55% menor comparado ao mesmo período do ano passado. No mês de maio,sinalizando uma leve recuperação, foram vendidos 223 milhões de litros,volume 30% menor comparado a maio de 2019. No acumulado de abril a 15 de junho, o percentual de queda nas vendas do biocombustível chegou a 41% comparado ao mesmo período do ano anterior, com a saída de 493 milhões de litros de etanol do Estado.</p>



<p><strong>Balanço safra 2019/2020</strong></p>



<p>A safra da cana-de-açúcar 2019/2020 encerrou no dia 31 de março e somou 47,5 milhões de toneladas processadas em Mato Grosso do Sul. A quantidade que é 4% menor comparado à safra anterior mantém o Estado na quarta posição do ranking de produção da cana-de-açúcar no País. Com relação a qualidade da matéria-prima, houve uma leve recuperação de 2% de Açúcares Totais Recuperáveis (ATR) que atingiu 135 kg por tonelada de cana.</p>



<p>Com clima extremamente seco e ocorrência de geada, a temporada foi marcada por falta de chuva e uma colheita acelerada ao longo de 2019 com entressafra antecipada e mais longa no Estado.</p>



<p>Para o presidente da Biosul, Roberto Hollanda Filho, o clima atípico e a intensidade das geadas já indicavam a queda na produção. “Conforme a nossa expectativa os fatores climáticos custaram cerca de 2 milhões de toneladas de cana. O destaque neste ciclo foi a maior destinação de cana para a produção de etanol”, afirma. O mix de produção indicou que 88% da matéria-prima foi direcionada para a produção do biocombustível.</p>



<p><strong>Etanol</strong></p>



<p>Mato Grosso do Sul produziu 3,3 bilhões de litros de etanol na safra 2019/2020. O volume é 2% maior que a produção da safra anterior e o maior produzido pelo Estado até o momento. Desse total, 2,6 bilhões de litros foram de hidratado (+7,7%) e 672 milhões de litros de anidro (-15,9%).</p>



<p><strong>Açúcar</strong></p>



<p>A produção de açúcar teve a segunda queda consecutiva considerando o período da safra que registrou 730 mil toneladas (-22%). A redução refletiu o mix de produção, que destinou 12% da matéria-prima para a produção do alimento.</p>



<p><strong>Bioeletricidade</strong></p>



<p>Em 2019 o excedente de bioeletricidade cogerada a partir do bagaço da cana-de-açúcar em Mato Grosso do Sul somou 2.541 GWh (Gigawatt-hora). A quantidade é 1,7% menor que o excedente cogerado nas usinas no mesmo período do ano anterior, quando foi 2.586 GWh. Os dados são da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).</p>



<p>Importante ressaltar que todas as unidades sucroenergéticas em operação no Estado são autossuficientes na produção e consumo de energia elétrica cogerada a partir do reaproveitamento do bagaço da cana-de-açúcar extraído da produção de etanol e açúcar. Dessas, treze exportam o excedente da energia cogerada a partir da cana para o Sistema Interligado Nacional (SIN). Atualmente, a capacidade de produção instalada no Estado é de 1.200 MW.</p>
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		<title>Atvos prevê 8 usinas certificadas no RenovaBio até março e emissão de cerca de 2,5 milhões de CBIOs em 2020</title>
		<link>https://biosulms.com.br/renovabio-atvos-preve-8-usinas-certificadas-ate-marco-e-emissao-de-cerca-de-25-milhoes-de-cbios-em-2020/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Biosul MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Feb 2020 15:20:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Produção]]></category>
		<category><![CDATA[RenovaBio]]></category>
		<category><![CDATA[Safra]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Augusto Decker O grupo Atvos &#8211; controlado pela Odebrecht e em recuperação judicial separada da controladora -, espera que as oito usinas inscritas no RenovaBio consigam a certificação até março. Até segunda-feira (10) três delas já estavam certificadas. &#8220;O prazo não depende de nós, depende da ANP. Já queríamos ter todas, mas achamos que até março teremos&#8221;, afirmou ao Broadcast Agro o vice-presidente de relações institucionais e de sustentabilidade do grupo, Amaury Pekelman. A empresa estima poder emitir em torno de 2,5 milhões de Créditos de Descarbonização (CBIOs) em 2020 &#8211; as distribuidoras precisarão comprar 28,7 milhões no ano. As três unidades da Atvos que já estão certificadas podem emitir cerca de 1 milhão este ano. O volume de CBIOs que a companhia pode emitir leva em conta também a elegibilidade &#8211; medida criada para medir a rastreabilidade da matéria-prima, com o objetivo de não usar material de terra desmatada nos últimos anos. Das três unidades já certificadas, Santa Luzia I (MS) tem elegibilidade de 99,43%; Conquista do Pontal (SP), 99,19%; e Eldorado (MS), 95,36%. A elegibilidade média de todas as oito fica em 98,16%, usando como base de cálculo para as usinas ainda não certificadas as notas prévias das consultas públicas. Não há estimativas da receita que os CBIOs poderão gerar para a companhia este ano. &#8220;Estamos focados no aspecto ambiental, que é o mote do RenovaBio, mas esperamos uma receita sim em 2020&#8221;, afirmou Pekelman. &#8220;Não posso mensurar quanto porque não sabemos valor do CBIO. Queremos ampliar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-right"><strong>Por Augusto Decker </strong></p>



<p>O grupo Atvos &#8211; controlado pela Odebrecht e em recuperação
judicial separada da controladora -, espera que as oito usinas inscritas no
RenovaBio consigam a certificação até março. Até segunda-feira (10) três delas
já estavam certificadas. &#8220;O prazo não depende de nós, depende da ANP. Já
queríamos ter todas, mas achamos que até março teremos&#8221;, afirmou ao Broadcast
Agro o vice-presidente de relações institucionais e de sustentabilidade do
grupo, Amaury Pekelman. </p>



<p>A empresa estima poder emitir em torno de 2,5 milhões de
Créditos de Descarbonização (CBIOs) em 2020 &#8211; as distribuidoras precisarão
comprar 28,7 milhões no ano. As três unidades da Atvos que já estão
certificadas podem emitir cerca de 1 milhão este ano. O volume de CBIOs que a
companhia pode emitir leva em conta também a elegibilidade &#8211; medida criada para
medir a rastreabilidade da matéria-prima, com o objetivo de não usar material
de terra desmatada nos últimos anos. Das três unidades já certificadas, Santa
Luzia I (MS) tem elegibilidade de 99,43%; Conquista do Pontal (SP), 99,19%; e
Eldorado (MS), 95,36%. A elegibilidade média de todas as oito fica em 98,16%,
usando como base de cálculo para as usinas ainda não certificadas as notas
prévias das consultas públicas. </p>



<p>Não há estimativas da receita que os CBIOs poderão gerar
para a companhia este ano. &#8220;Estamos focados no aspecto ambiental, que é o
mote do RenovaBio, mas esperamos uma receita sim em 2020&#8221;, afirmou
Pekelman. &#8220;Não posso mensurar quanto porque não sabemos valor do CBIO.
Queremos ampliar o mercado, fazer com que outros, além das distribuidoras &#8211; que
têm obrigação -, comprem os certificados&#8221;, completou. &#8220;No ano que vem
talvez consigamos fazer previsões. Agora ainda é muito cedo.&#8221; </p>



<p>Independentemente do montante, o grupo quer usar os recursos
que entrarem para investir e crescer. &#8220;O setor ainda está aquém da
capacidade instalada&#8221;, afirmou Pekelman. &#8220;Primeiro, tem que alcançar
essa capacidade instalada. Num segundo momento, investimentos. O foco do
RenovaBio é esse. Queremos fazer substituição da matriz energética, sair do
fóssil para o renovável.&#8221; </p>



<p>De acordo com dados da União da Indústria de Cana-de-Açúcar
(Unica), até ontem (10) havia 11 usinas de etanol já certificadas e 146 com
processos em andamento.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Municípios produtores de cana-de-açúcar em MS estão entre as maiores economias agrícolas do País</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Biosul MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Feb 2020 19:34:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Produção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cruzamento de dados revelou relação das principais culturas agrícolas do País com os municípios mais desenvolvidos economicamente.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><em>Cruzamento de dados revelou relação das principais culturas agrícolas do País com os municípios mais desenvolvidos economicamente</em></p>



<p class="has-text-align-right"><strong>Por Biosul</strong></p>



<p>Estudo divulgado pelo Ministério de Agricultura, Pecuária e
Abastecimento (Mapa) cruzou informações da última edição da Pesquisa Agrícola
Municipal (PAM), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com
o Produto Interno Bruto por habitante (PIB <em>per capita</em>) dos municípios
brasileiros. O levantamento revelou, segundo o Departamento de Financiamento e
Informação da Secretaria de Política Agrícola, a relação das principais
culturas agrícolas do País com os municípios mais desenvolvidos economicamente.</p>



<p>O estudo considerou as culturas de maior valor de produção
agrícola do país: soja, cana-de-açúcar, milho, feijão, café, algodão herbáceo,
arroz, cacau e laranja. </p>



<p>Dos 20 municípios brasileiros com destaque para a cultura
da cana-de-açúcar, quatro são de Mato Grosso do Sul. </p>



<p>Rio Brilhante, localizado a 160 km da Capital, ocupada a
primeira posição com valor da produção de R$ 549.848 (2018) e PIB <em>per capita</em>
de R$ 57.462. A média nacional foi de R$ 31.834.</p>



<p>Com três unidades sucroenergética em operação, Rio
Brilhante destina 97 mil hectares de área para o cultivo da cana-de-açúcar, sendo
a segunda maior área plantada de cana no País. Em 2018, a moagem da matéria-prima
no município somou 7,8 milhões de toneladas. </p>



<p>Seguido por municípios de São Paulo, Minas Gerais e Goiás,
a partir da sexta posição Mato Grosso do Sul reaparece no ranking com Nova
Alvorada do Sul (6ª), Costa Rica (15</p>



<p>º) e Angélica (19ª). Os municípios apresentaram PIB <em>per
capita</em> de R$ 69.041, R$ 73,513 e R$ 68.997, respectivamente, enquanto o valor
da produção da cana-de-açúcar foi de R$ 409,106, R$ 485,673 e R$ 274.249. </p>



<p>No ranking de quantidade de produção de cana, aparece ainda
o município de Ivinhema (MS), na décima posição, com produção de 4,2 milhões de
toneladas de cana-de-açúcar (2018).</p>



<p><strong>Acesse o estudo completo <a rel="noreferrer noopener" aria-label="aqui (abre numa nova aba)" href="http://www.agricultura.gov.br/Nota022020PAM03.02Final.pdf" target="_blank">aqui</a>.</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tecnologia: Adecoagro iniciará plantio comercial de cana em semente</title>
		<link>https://biosulms.com.br/tecnologia-adecoagro-iniciara-plantio-comercial-de-cana-em-semente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Biosul MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jan 2020 19:55:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Associadas]]></category>
		<category><![CDATA[Produção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Unidade Ivinhema (MS) receberá os dez primeiros hectares comerciais da nova tecnologia, que está entra as promessas para o futuro do plantio de cana-de-açúcar</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://biosulms.com.br/tecnologia-adecoagro-iniciara-plantio-comercial-de-cana-em-semente/">Tecnologia: Adecoagro iniciará plantio comercial de cana em semente</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://biosulms.com.br"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><em>Unidade Ivinhema (MS) receberá os dez primeiros hectares comerciais da nova tecnologia, que está entre as promessas para o futuro do plantio de cana-de-açúcar</em></p>



<p class="has-text-align-right"><strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Por RPANEWS (abre numa nova aba)" href="https://revistarpanews.com.br/adecoagro-iniciara-plantio-comercial-de-cana-em-semente/" target="_blank">Por RPANEWS</a></strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="696" height="461" src="http://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Plene_PB-69-696x461-1.jpg" alt="" class="wp-image-906" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Plene_PB-69-696x461-1.jpg 696w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Plene_PB-69-696x461-1-300x199.jpg 300w" sizes="(max-width: 696px) 100vw, 696px" /><figcaption>(Imagem: Reprodução/Syngenta)</figcaption></figure>



<p>Começa, nesta semana, o plantio comercial das primeiras
áreas com a tecnologia Emerald na unidade da Adecoagro em Ivinhema, MS. A usina
receberá os 10 primeiros hectares comerciais da nova tecnologia, que está entra
as promessas para o futuro do plantio de cana-de-açúcar.</p>



<p>O Emerald é uma tecnologia desenvolvida pela Syngenta e que
foi lançada inicialmente como Plene há cerca de dez anos pela Companhia, mas
que veio sofrendo diversas pesquisas e melhorias a fim de atender o mercado
sucroenergético. Trata-se de uma muda encapsulada, pronta para ser plantada,
exatamente como se faz nas culturas de cereais.</p>



<p>A técnica dispensa a necessidade de área destinada às mudas,
que em algumas unidades chega a comprometer grandes extensões da área de
produção. O produto, desenvolvido no centro de pesquisa e desenvolvimento da
Syngenta, em Itápolis, traz tecidos vegetativos sadios e vigorosos,
encapsulados em um sistema recoberto por uma cera, simplificando o processo de
plantio da cana em todas as suas etapas.</p>



<p>Segundo a desenvolvedora da tecnologia, a Adecoagro é a
primeira área comercial que faz parte dos mais de 800 hectares do produto
negociados em junho de 2019, com 25 grupos sucroalcooleiros, que representam
75% da área total de usinas do Brasil e serão os primeiros a testarem em larga
escala a nova tecnologia.</p>



<p>“O Emerald simplifica todas as etapas da produção, tornando
o processo mais enxuto, eficiente, lucrativo e sustentável. Os gastos com
investimento e operação chegam a ser reduzidos em 90%”, destaca Leandro Amaral,
diretor Unidade de Negócios Cana da Syngenta.</p>



<p>“Trabalhamos com as principais variedades de cana existentes
no mercado. A expectativa é que em 10 anos as sementes artificiais estejam em
30% de toda a área plantada das usinas”, completa.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cana-de-açúcar: moagem atinge 44 milhões de toneladas em MS</title>
		<link>https://biosulms.com.br/cana-de-acucar-moagem-atinge-44-milhoes-de-toneladas-em-ms/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Biosul MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jan 2020 18:16:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Produção]]></category>
		<category><![CDATA[Safra]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://biosulms.com.br/?p=900</guid>

					<description><![CDATA[<p>Mix de produção segue voltado para etanol que somou 3,1 bilhões de litros até dezembro Por Biosul A safra 2019/2020 de cana-de-açúcar somou 44,2 milhões de toneladas até 31 de dezembro de 2019 em Mato Grosso do Sul. A quantidade de matéria-prima processada é 4% menor comparado ao mesmo período do ciclo anterior. A informação faz parte do Acompanhamento de Safra divulgado pela Biosul (Associação de Produtores de Bioenergia de Mato Grosso do Sul). No último ano a colheita da cana se manteve adiantada e a desaceleração da moagem no mês de dezembro, de acordo com o presidente da Biosul, Roberto Hollanda Filho, é reflexo do comportamento atípico do clima no Estado. “Tivemos um ano extremamente seco e duas ocorrências de geadas, que somadas à falta de chuva permitiu as unidades avançarem na moagem com maior velocidade, sem interrupção, chegando em dezembro com pouca cana a ser colhida”, explica. Essa variação no ritmo de colheita deve influenciar na estimativa inicial para o ciclo, que se encerra em 31 de março de 2020. “Já prevemos uma moagem reduzida no período tradicional de entressafra (dezembro a março) para outros Estados produtores, que ainda pode variar por ser um período considerado chuvoso em Mato Grosso do Sul”, ressalta. A atualização da estimativa para a safra 2019/2020 ainda será analisada pela Associação, que já previu uma redução de 2 milhões de toneladas por conta das geadas. Etanol e Açúcar De abril a dezembro, a produção de etanol somou 3,1 bilhões de litros, volume 1,8% [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://biosulms.com.br/cana-de-acucar-moagem-atinge-44-milhoes-de-toneladas-em-ms/">Cana-de-açúcar: moagem atinge 44 milhões de toneladas em MS</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://biosulms.com.br"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><em>Mix de produção segue voltado para etanol que somou 3,1 bilhões de litros até dezembro </em></p>



<p class="has-text-align-right"><strong>Por Biosul</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="http://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Lavoura_Cana_Nova-Alvorada-do-Sul_Foto_15102019-301-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-901" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Lavoura_Cana_Nova-Alvorada-do-Sul_Foto_15102019-301-1024x683.jpg 1024w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Lavoura_Cana_Nova-Alvorada-do-Sul_Foto_15102019-301-300x200.jpg 300w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Lavoura_Cana_Nova-Alvorada-do-Sul_Foto_15102019-301-768x512.jpg 768w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Lavoura_Cana_Nova-Alvorada-do-Sul_Foto_15102019-301-1536x1024.jpg 1536w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Lavoura_Cana_Nova-Alvorada-do-Sul_Foto_15102019-301-2048x1365.jpg 2048w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Lavoura_Cana_Nova-Alvorada-do-Sul_Foto_15102019-301-600x400.jpg 600w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Lavoura_Cana_Nova-Alvorada-do-Sul_Foto_15102019-301-405x270.jpg 405w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Lavoura_Cana_Nova-Alvorada-do-Sul_Foto_15102019-301-scaled.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption> No último ano a colheita da cana se manteve adiantada e a desaceleração da moagem no mês de dezembro, de acordo com o presidente da Biosul, Roberto Hollanda Filho, é reflexo do comportamento atípico do clima no Estado. (Imagem: divulgação/Biosul)</figcaption></figure>



<p>A safra
2019/2020 de cana-de-açúcar somou 44,2 milhões de toneladas até 31 de dezembro
de 2019 em Mato Grosso do Sul. A quantidade de matéria-prima processada é 4%
menor comparado ao mesmo período do ciclo anterior. A informação faz parte do
Acompanhamento de Safra divulgado pela Biosul (Associação de Produtores de
Bioenergia de Mato Grosso do Sul).</p>



<p>No último ano a
colheita da cana se manteve adiantada e a desaceleração da moagem no mês de
dezembro, de acordo com o presidente da Biosul, Roberto Hollanda Filho, é
reflexo do comportamento atípico do clima no Estado. “Tivemos um ano
extremamente seco e duas ocorrências de geadas, que somadas à falta de chuva
permitiu as unidades avançarem na moagem com maior velocidade, sem interrupção,
chegando em dezembro com pouca cana a ser colhida”, explica.</p>



<p>Essa variação
no ritmo de colheita deve influenciar na estimativa inicial para o ciclo, que se
encerra em 31 de março de 2020. “Já prevemos uma moagem reduzida no período
tradicional de entressafra (dezembro a março) para outros Estados produtores,
que ainda pode variar por ser um período considerado chuvoso em Mato Grosso do
Sul”, ressalta. </p>



<p>A atualização
da estimativa para a safra 2019/2020 ainda será analisada pela Associação, que
já previu uma redução de 2 milhões de toneladas por conta das geadas. </p>



<p><strong>Etanol e
Açúcar</strong></p>



<p>De abril a dezembro, a produção de etanol somou 3,1 bilhões de
litros, volume 1,8% acima com relação ao mesmo período da safra passada. </p>



<p>Desse montante, 2,5 bilhões de litros são de etanol hidratado (+7%) e
637 milhões de litros são de etanol anidro (-15%).</p>



<p>A produção do
açúcar permanece abaixo do ciclo passado. De acordo com os dados da Biosul,
foram produzidos 724 milhões de toneladas do alimento, uma diferença de 21%. </p>



<p><strong>Mix de
Produção</strong></p>



<p>No mix de
produção, 88% da matéria-prima processada até 31 de dezembro de 2019 foi
destinada para etanol, enquanto 12% para a produção de açúcar.</p>



<p><strong>Bioeletricidade</strong></p>



<p>De janeiro a outubro de 2019, o excedente de bioeletricidade cogerada a partir do bagaço da cana-de-açúcar em Mato Grosso do Sul somou 2.262 GWh (Gigawatt-hora). A quantidade é 2,7% maior que o excedente cogerado nas usinas no mesmo período do ano anterior, quando foi de 2.202 GWh. Os dados são da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) compilados pela Biosul.</p>



<p>Importante
ressaltar que as 19 unidades sucroenergéticas do Estado são autossuficientes na
produção e consumo de energia elétrica cogerada a partir do reaproveitamento do
bagaço da cana-de-açúcar utilizada na produção de etanol e açúcar. Em 2019,
passou de 12 para 13 o número de usinas no Estado que exportam o excedente da energia
cogerada a partir da cana para o Sistema Interligado Nacional (SIN).</p>
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