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	<title>Categoria Sustentabilidade -</title>
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		<title>Dia da Água: Adecoagro aposta em conscientização e reuso do recurso natural em circuito fechado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Biosul MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Mar 2022 14:11:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Adecoagro tem em seu DNA a inovação e a sustentabilidade e investe no desenvolvimento de uma produção de açúcar, etanol e energia cada vez mais eficiente, como circuito fechado, no qual a água utilizada nos processos industriais passa por um ciclo de consumo e reutilização no setor sucroenergético, inicialmente sendo reutilizada até que não seja mais possível para posteriormente ser tratada e utilizada na fertirrigação da lavoura de cana-de-açúcar.</p>
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<p class="has-text-align-right"><strong>Por Assessoria de Imprensa/ Adecoagro</strong></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Fertirrigacao-2-1024x928.jpg" alt="" class="wp-image-1757" width="597" height="541" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Fertirrigacao-2-1024x928.jpg 1024w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Fertirrigacao-2-300x272.jpg 300w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Fertirrigacao-2-768x696.jpg 768w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Fertirrigacao-2.jpg 1080w" sizes="(max-width: 597px) 100vw, 597px" /><figcaption>A água é reutilizada e posteriormente tratada e utilizada na fertirrigação da lavoura de cana-de-açúcar. (Imagem: Divulgação/Adecoagro)</figcaption></figure></div>



<p>Celebrado neste dia 22 de março, o Dia da Água chama a atenção da sociedade para refletir sobre este recurso natural e a importância de sua utilização de forma consciente. Sociedade, Governos e Empresas de todo o país possuem a responsabilidade de conscientizar as pessoas sobre a importância de utilizar a água com consciência e responsabilidade.</p>



<p>A Adecoagro tem em seu DNA a inovação e a sustentabilidade&nbsp;e investe no desenvolvimento de uma produção de açúcar, etanol e energia cada vez mais eficiente, como circuito fechado, no qual a água utilizada nos processos industriais passa por um ciclo de consumo e reutilização no setor sucroenergético, inicialmente sendo reutilizada até que não seja mais possível para posteriormente ser tratada e utilizada na fertirrigação da lavoura de cana-de-açúcar.</p>



<p>O desenvolvimento de um modelo de produção sustentável possibilitou a redução de 15% no consumo de água nas unidades Adecoagro no Brasil entre os anos de 2019 a 2021, mesmo com o crescimento das safras. Iniciativas como esta tornam a Companhia referência em sustentabilidade pelo terceiro ano consecutivo segundo o ranking Fermentec, que avalia o consumo de água por toneladas de cana.</p>



<p>Com forte compromisso com as comunidades, a Adecoagro realiza anualmente campanhas de sensibilização com seus colaboradores. Neste ano, além do público interno, alunos de 4º e 5º ano das escolas municipais das cidades de Angélica e Ivinhema, no Mato Grosso do Sul, bem como de Areado em Minas Gerais, estão participando de palestras sobre a importância da água.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Adecoagro-1-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-1756" width="-233" height="-311" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Adecoagro-1-768x1024.jpg 768w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Adecoagro-1-225x300.jpg 225w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Adecoagro-1-1152x1536.jpg 1152w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Adecoagro-1.jpg 1200w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption><em>Alunos das cidades de Angélica e Ivinhema (MS), bem como de Areado (MG), participam de palestras sobre a importância da água.</em> (Imagem: Divulgação/Adecoagro)</figcaption></figure></div>



<p>Para saber mais sobre a atuação socioambiental da Adecoagro, acesse&nbsp;<a href="https://sustainability.adecoagro.com/pt" rel="noreferrer noopener" target="_blank">o site.</a></p>



<p><strong>Sobre a Adecoagro</strong></p>



<p>Com sede em Luxemburgo e acionistas em todo o mundo, a Adecoagro (NYSE: AGRO) é um dos principais produtores de alimentos e energia renovável da América do Sul, presente em três países. No Brasil desde 2004, a Companhia atua na produção de açúcar, etanol e cogeração de energia elétrica com três unidades industriais: Usina Monte Alegre (MG) e o cluster formado pelas usinas Angélica e Ivinhema, ambas no Mato Grosso do Sul. Juntas, elas possuem capacidade de moagem de 13,7 milhões de toneladas de cana por safra. Reunindo cerca de 6.500 colaboradores no Brasil (novembro de 2021), a Adecoagro caracteriza-se por um modelo de baixo custo de produção, alta flexibilidade e processos inovadores, sendo reconhecida como uma das mais competitivas do segmento sucroenergético mundial.</p>
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		<title>Carbono Neutro: geração de energia elétrica a partir da biomassa de cana-de-açúcar aumenta 365% em MS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Biosul MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Mar 2022 13:24:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[RenovaBio]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dezessete unidades sucroenergéticas em operação cogeram bioeletricidade para o seu consumo próprio. Dessas, 11 unidades (64%) exportam o excedente para o Sistema Interligado Nacional (SIN), que é responsável pela rede de distribuição de energia em todo o país. </p>
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<p class="has-text-align-center"><em>Dezessete unidades sucroenergéticas em operação cogeram bioeletricidade para o seu consumo próprio. Dessas, 11 unidades (64%) exportam o excedente para o Sistema Interligado Nacional (SIN), que é responsável pela rede de distribuição de energia em todo o país. </em></p>



<p class="has-text-align-right"><a href="https://www.semagro.ms.gov.br/rumo-ao-estado-carbono-neutro-geracao-de-energia-eletrica-a-partir-da-biomassa-de-cana-de-acucar-aumenta-365-em-ms-em-7-anos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Por Rosana Siqueira / Assessoria de Comunicação da Semagro</strong></a></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="768" src="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Foto-Usina-Ivinhema-3-1024x768.jpg" alt="Usina de cana iluminada com bioeletricidade." class="wp-image-1344" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Foto-Usina-Ivinhema-3-1024x768.jpg 1024w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Foto-Usina-Ivinhema-3-300x225.jpg 300w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Foto-Usina-Ivinhema-3-768x576.jpg 768w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Foto-Usina-Ivinhema-3-400x300.jpg 400w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Foto-Usina-Ivinhema-3.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>A bioeletricidade, energia elétrica gerada a partir da biomassa de cana-de-açúcar aumentou 365% nos últimos sete anos em Mato Grosso do Sul. Na avaliação da Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar) o resultado contribui para o MS Renovável (Programa Estadual de Incentivo ao Desenvolvimento das Fontes Renováveis de Produção de Energia Elétrica), uma das ações decorrentes do Plano Estadual MS Carbono Neutro – PROCLIMA, que tem por objetivo tornar Mato Grosso do Sul, até o ano de 2030, um território que neutraliza suas emissões de carbono.</p>



<p>O MS Renovável tem por objetivo estimular a implantação ou ampliação de sistemas geradores de energia em Mato Grosso do Sul, a partir de fontes renováveis, como eólica, termossolar, fotovoltaica, pequenas centrais hidrelétricas, biomassa, biogás, hidrogênio, entre outras fontes alternativas. Os beneficiados com o programa terão isenção tributária.</p>



<p>“A geração de bioeletricidade a partir da biomassa de cana-de-açúcar é muito expressiva em Mato Grosso do Sul. Já temos usinas certificadas com o selo do Renovabio e o Governo do Estado reconhece o papel estratégico do setor sucroenergético para atingirmos a meta de nos tornarmos Estado Carbono Neutro até 2030”, comenta o secretário Jaime Verruck, da Semagro. Até o final o 1º semestre de 2022, a Semagro deve criar a Câmara Setorial de Energia Renovável para elaborar e publicar o plano de ações adicionais, tendo como foco o estímulo ao uso de fontes renováveis de energia.</p>



<p>De acordo com os dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), em Mato Grosso do Sul existem 17 unidades sucroenergéticas em operação que fazem a cogeração de bioeletricidade para o seu consumo próprio. Dessas, 11 unidades (64%) exportam o excedente para o Sistema Interligado Nacional (SIN), que é responsável pela rede de distribuição de energia em todo o país. O bagaço e a palha da cana-de-açúcar são dois subprodutos reutilizados para essa finalidade nas indústrias sucroenergéticas.</p>



<p>A entrega de bioeletricidade ao SIN pelas unidades sucroenergéticas teve início em 2009 no Estado, que se destaca em termos de eficiência devido ao perfil do parque industrial com plantas mais novas e modernas. Nos últimos sete anos, por exemplo, a entrega de bioeletricidade a partir da cana por Mato Grosso do Sul saltou 631 mil MWh (Megawatt-hora) para 2,3 milhões MWh (Megawatt-hora), um crescimento expressivo de 365% no período.</p>



<p>De acordo com o Presidente do Conselho Deliberativo da Biosul, Amaury Pekelman, a cogeração de bioeletricidade tem se destacado cada vez mais pela sua potencialidade em termos de sustentabilidade. “A bioeletricidade gerada a partir da biomassa da cana traz ganhos ambientais e econômicos. Se trata de uma fonte de energia limpa e renovável que proporciona segurança energética e contribui para a redução das emissões de gases que causam o efeito estufa, reforçando a participação das usinas que operam no Estado em programas como o RenovaBio”, ressalta.</p>



<p>Estímulo à geração de emprego e novos investimentos na indústria também são algumas das vantagens dessa fonte de energia. Sua importância na matriz energética do país se dá principalmente pela complementariedade à energia hidrelétrica, como alternativa no período de pouca chuva. Além disso, pode se destacar a economia com estrutura de transmissão uma vez que as usinas se localizam próximas aos centros consumidores.</p>



<p></p>



<p><strong>Brasil</strong></p>



<p>A geração de bioeletricidade para a rede, incluindo os resíduos sucroenergéticos, biogás, lenha, lixívia, resíduos de madeira, capim elefante e casca de arroz atingiu 25,4 mil GWh em 2021, segundo levantamento da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) a partir de dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). O volume é 7,5% inferior ao registrado em 2020, representando 4% da geração total no país sem considerar a modalidade de autoconsumo.</p>



<p>A produção pelo setor sucroenergético chegou a 20,2 mil GWh, conferindo 79,5% do total ofertado ao sistema elétrico no período, recuo de 10,6% em relação a 2020. Depois aparecem o licor negro – subproduto da indústria de papel e celulose – com 11,9% e numa variação estável, seguido pelo biogás, com 4,5% e crescendo 15,8% e 175% na produção de energia a partir da agroindústria.</p>
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		<title>Pelo quarto ano consecutivo, Adecoagro recebe Selo Mais Integridade do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Biosul MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Mar 2022 13:25:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Associadas]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Além do reconhecimento das práticas de integridade focadas em responsabilidade social, sustentabilidade e ética, a Companhia também recebeu o prêmio Nacional de Qualidade de Vida pelo programa "Pra Você!".</p>
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<p class="has-text-align-right"><em>Além do reconhecimento das práticas de integridade focadas em responsabilidade social, sustentabilidade e ética, a Companhia também recebeu o prêmio Nacional de Qualidade de Vida pelo programa &#8220;Pra Você!&#8221;</em></p>



<p class="has-text-align-right"><strong>Por Assessoria de Imprensa/Adecoagro</strong></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Rejanto-Junqueira-Santos-Pereira-Tereza-Cristina-e-Leonardo-Berridi-766x1024.jpg" alt="" class="wp-image-1750" width="-305" height="-406" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Rejanto-Junqueira-Santos-Pereira-Tereza-Cristina-e-Leonardo-Berridi-766x1024.jpg 766w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Rejanto-Junqueira-Santos-Pereira-Tereza-Cristina-e-Leonardo-Berridi-225x300.jpg 225w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Rejanto-Junqueira-Santos-Pereira-Tereza-Cristina-e-Leonardo-Berridi-768x1026.jpg 768w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Rejanto-Junqueira-Santos-Pereira-Tereza-Cristina-e-Leonardo-Berridi.jpg 958w" sizes="(max-width: 766px) 100vw, 766px" /><figcaption>Renato Junqueira Santos Pereira, vice-presidente de Açúcar, Etanol e Energia, e Leonardo Berridi, vice-presidente de Desenvolvimento de Negócios, receberam o reconhecimento das mãos de Tereza Cristina<br><em>Ministra do Meio Ambiente, Pecuária e Abastecimento.</em> (Imagem: Divulgação/Adecoagro)</figcaption></figure></div>



<p>As unidades da Adecoagro no Brasil receberam importantes reconhecimentos nacionais neste início de 2022 e final do ano de 2021: o Selo Agro Mais Integridade, conferido pelo MAPA &#8211; Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, e o Prêmio Nacional de Qualidade de Vida PNQV®, da Associação Brasileira de Qualidade de Vida.</p>



<p>Pelo quarto ano consecutivo, a Adecoagro teve suas boas práticas de integridade, responsabilidade social, sustentabilidade e ética reconhecidas pelo MAPA. O prêmio é pioneiro entre os ministérios do governo federal na implementação de um selo setorial alinhado ao Programa de Fomento à Integridade Pública (Profip), da Controladoria-Geral da União (CGU). Durante a solenidade de premiação, Tereza Cristina, Ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, ressaltou sua expectativa de que cada vez mais empresas e cooperativas do setor agropecuário alcancem a excelência em integridade, resultando em um cenário favorável.</p>



<p>Renato Junqueira Santos Pereira, vice-presidente de Açúcar, Etanol e Energia, e Leonardo Berridi, vice-presidente de Desenvolvimento de Negócios, destacam que o respeito pelas pessoas e pela terra faz parte do DNA da empresa. “Integridade está presente em nossas ações econômicas, sociais e ambientais, pilares de nossa sustentabilidade”, pontuam os executivos. Além da Adecoagro, outras 16 empresas foram premiadas.</p>



<p><strong>Prêmio Nacional de Qualidade de Vida PNQV®</strong></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Fran-Premio-ABQV-1024x682.jpg" alt="" class="wp-image-1751" width="740" height="492" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Fran-Premio-ABQV-1024x682.jpg 1024w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Fran-Premio-ABQV-300x200.jpg 300w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Fran-Premio-ABQV-768x512.jpg 768w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Fran-Premio-ABQV-600x400.jpg 600w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Fran-Premio-ABQV-405x270.jpg 405w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Fran-Premio-ABQV.jpg 1280w" sizes="(max-width: 740px) 100vw, 740px" /><figcaption>Franciene Cristina da Silva, Gerente de Saúde, Bem-Estar, Diversidade e Cidadania Corporativa da Adecoagro, recebeu o prêmio nacional que reconhece o investimento da Companhia no bem-estar das pessoas. (Imagem: Divulgação/Adecoagro)</figcaption></figure></div>



<p>Além da premiação realizada pelo MAPA, a Adecoagro foi reconhecida como Empresa Prata em Boas Práticas de Qualidade de Vida, pela iniciativa “Pra Você! Programa de Qualidade de Vida Adecoagro”. Os fundamentos de excelência da gestão considerados na avaliação das empresas foram: conhecimento do cliente e do mercado, responsabilidade social, liderança e constância de propósitos, visão de futuro, orientação por processos e informações, valorização das pessoas, geração de valor, pensamento sistêmico, aprendizado organizacional, cultura da inovação e desenvolvimento de parcerias.</p>



<p>Entre as 16 empresas selecionadas, a Adecoagro foi a única do setor sucroenergético a ser premiada. Para Ronaldo Mendonça, Diretor de Gente &amp; Gestão, é uma grande satisfação receber o reconhecimento pelos esforços e investimentos realizados na promoção da saúde e segurança, bem-estar e valorização dos colaboradores e colaboradoras, com o objetivo de engajá-los cada vez mais aos propósitos da organização.</p>



<p><strong>Sobre a Adecoagro</strong></p>



<p>Com sede em Luxemburgo e acionistas em todo o mundo, a Adecoagro (NYSE: AGRO) é um dos principais produtores de alimentos e energia renovável da América do Sul, presente em três países. No Brasil desde 2004, a Companhia atua na produção de açúcar, etanol e cogeração de energia elétrica com três unidades industriais: Usina Monte Alegre (MG) e o cluster formado pelas usinas Angélica e Ivinhema, ambas no Mato Grosso do Sul. Juntas, elas possuem capacidade de moagem de 13,7 milhões de toneladas de cana por safra. Reunindo cerca de 6.500 colaboradores no Brasil (novembro de 2021), a Adecoagro caracteriza-se por um modelo de baixo custo de produção, alta flexibilidade e processos inovadores, sendo reconhecida como uma das mais competitivas do segmento sucroenergético mundial.</p>
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		<title>Matriz energética de países reduz o &#8220;efeito verde&#8221; dos carros elétricos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Biosul MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Jan 2022 20:38:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Embora abandono dos combustíveis fósseis seja celebrado, é preciso levar em conta se fonte da eletricidade que move carros tem origem não renovável, como carvão e petróleo.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><em>Embora abandono dos combustíveis fósseis seja celebrado, é preciso levar em conta se fonte da eletricidade que move carros tem origem não renovável, como carvão e petróleo</em></p>



<p class="has-text-align-right"><strong><a href="https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,matriz-energetica-de-paises-reduz-o-efeito-verde-dos-carros-eletricos,70003964987" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Por Cleide Silva/O Estado de São Paulo</a></strong></p>





<p>Pelo menos 16 milhões de carros elétricos já circulam pelo mundo, dos quais mais de 6 milhões foram vendidos em 2021. Na Conferência Global da ONU sobre o clima, a COP-26, veículos movidos a eletricidade foram escolhidos como um dos principais atores no processo de descarbonização, por não emitirem poluentes.</p>



<p>Parte deles, porém, não pode ser considerada totalmente &#8220;verde&#8221; porque, dependendo da matriz elétrica dos países onde rodam, a&nbsp;<strong>energia</strong>&nbsp;de suas baterias vem de fontes não renováveis, como carvão e gás natural, ou nuclear, que é limpa mas não renovável e encontra resistência em várias nações após o vazamento de radiação em Fukushima em 2011.</p>



<p>Mesmo em países com fontes renováveis, há questionamentos em relação às emissões geradas no processo de geração dessa&nbsp;<strong>energia</strong>&nbsp;e na produção dos automóveis elétricos. Por isso, o acordo da COP-26 envolveu, além de governos, a iniciativa privada nos compromissos de descarbonização nas próximas três décadas.</p>



<p>Em várias regiões do mundo, a eletrificação, num primeiro momento, virá de geração fóssil, mas a tendência é de inserção maior de fontes renováveis nos próximos anos e, dependendo da sinalização de cada matriz, faz sentido apostar nessa tecnologia, afirma Diogo Lisbona, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV Energia).</p>



<p>Estudo do grupo ambientalista Transport &amp; Environment adotado pela União Europeia indica que carros elétricos superam modelos a diesel e a gasolina em todos os cenários, mesmo em países dependentes de&nbsp;<strong>energia</strong>&nbsp;fóssil, como a Polônia. Nesse exemplo, um modelo elétrico polui 30% menos que um a combustão, levando-se em conta o ciclo de vida do veículo.</p>



<p>&#8220;Não importa a matriz, o carro elétrico sempre supera o convencional pois mesmo que ela seja 100% suja, a emissão de CO2 equivalente no ciclo total ainda assim será 10% menor do que naquele a combustão&#8221;, diz Adalberto Maluf, presidente da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE).</p>



<p>Hoje, 60% da&nbsp;<strong>energia</strong>&nbsp;produzida no mundo vêm de fontes não renováveis &#8212; carvão e gás natural, mas, na opinião de Lisbona, o movimento de eletrificação dos veículos vem junto com a ampliação das&nbsp;<strong>energia</strong>s renováveis na matriz elétrica.</p>



<p>A China, por exemplo, tem mais de 60% de sua geração de&nbsp;<strong>energia</strong>&nbsp;vinda do carvão, mas tem feito investimentos bilionários em eólicas e hidrelétricas para reduzir essa dependência.</p>



<p><strong>Tarifa</strong></p>



<p>Para o professor da FGV, além da procedência da&nbsp;<strong>energia</strong>, os países precisam avaliar o período em que os veículos são carregados. Ele cita o caso da Califórnia, que investiu em parques solares, mas a maioria das pessoas carrega os veículos quando chega em casa, no fim do dia, período em que a produção solar diminui, mas a demanda aumenta.</p>



<p>À noite, explica ele, essa&nbsp;<strong>energia</strong>&nbsp;é recomposta por gás natural, outra fonte local. Ou seja, se o carro elétrico for carregado no momento de maior disponibilidade solar, durante o dia, provavelmente consumirá mais a&nbsp;<strong>energia</strong>&nbsp;renovável; se for à noite, o risco é de consumir mais a não renovável.</p>



<p>Lisbona defende que a geração distribuída tenha &#8220;tarifas inteligentes, mais granulares no tempo e no espaço, que reflitam o custo de se carregar o veículo no horário de ponta&#8221;. Além disso, quanto mais rápido é o carregamento, maior é a potência necessária. Significa que, para recargas ultrarrápidas, o custo também deveria refletir o maior impacto na rede de distribuição.</p>



<p>Por ter a maior parcela de sua&nbsp;<strong>energia</strong>&nbsp;gerada em fontes renováveis, principalmente a hidrelétrica, ele avalia que a eletrificação faria sentido no Brasil, mas o país enfrenta outros desafios, um deles o alto custo dos carros elétricos.</p>



<p>O professor também ressalta que o fato de ter o&nbsp;<strong>etanol</strong>&nbsp;leva ao questionamento se a rota do País seria de fato a eletrificação com veículos 100% elétricos ou se caminharia para modelos híbridos aproveitando o combustível da&nbsp;<strong>cana</strong>.</p>



<p><strong>Mais eficiente</strong></p>



<p>Flávia Spadafora, líder do setor automotivo da KPMG no Brasil, aponta a dificuldade da indústria brasileira em se pautar na matriz hidrelétrica que, em momentos de crise hídrica, fica fragilizada. Ela diz, contudo, que se o País atingir uma fatia de 20% a 30% de carros elétricos em sua frota até 2030, o impacto no consumo de&nbsp;<strong>energia</strong>&nbsp;seria de no máximo 1% ou 2% do que já é consumido hoje.</p>



<p>Para a especialista, o País teria condições de atender à demanda e poderia fazer novos investimentos, por exemplo, em geração eólica e solar. O argumento de que a&nbsp;<strong>energia</strong>&nbsp;no Brasil é cara também deve avaliar o peso da produtividade do carro elétrico. &#8220;O quilômetro rodado com carro elétrico vis a vis ao carro a combustão é bem mais eficiente.&#8221;</p>
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		<title>Mitsubishi Motors e Atvos fecham parceria para neutralizar emissões de gases de efeito estufa dos Rallies Mitsubishi</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Biosul MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Nov 2021 20:58:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Associadas]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A iniciativa prevê a compensação de 564 toneladas métricas de CO2 emitidas durante 50 eventos da competição dos calendários de 2021 e 2022.</p>
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<p class="has-text-align-center"><em>A iniciativa prevê a compensação de 564 toneladas métricas de CO2 emitidas durante 50 eventos da competição dos calendários de 2021 e 2022</em></p>



<p class="has-text-align-right"><strong>Por <a href="https://atvos.com/mitsubishi-motors-e-atvos-fecham-parceria-para-neutralizar-emissoes-de-gases-de-efeito-estufa-dos-rallies-mitsubishi/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Assessoria de Imprensa/Atvo</a>s</strong></p>





<p>A Mitsubishi Motors e a Atvos, segunda maior produtora de etanol do Brasil, firmaram parceria para compensar 100% das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) provenientes das etapas previstas nos calendários 2021 e 2022 dos Rallies Mitsubishi. A estimativa é de que 564 toneladas métricas de CO2 emitidas na atmosfera sejam neutralizadas, sendo 282 toneladas para cada temporada, o que seria correspondente ao plantio de 78.928 árvores no meio ambiente.</p>



<p>O inventário, realizado pelo British Standards Institution – BSI Brasil, considera todas as emissões diretas e indiretas das competições já realizadas neste ano, da prova que encerra a programação de 2021, no próximo dia 20 em Mogi Guaçu (SP), e de todo o cronograma do ano seguinte. Isto é, o mapeamento abrange as emissões de escopo 1, 2 e 3 derivadas de cerca de 50 eventos dos calendários 2021 e 2022 da Mitsubishi Cup, Mitsubishi Motorsports, Mitsubishi Outdoor e Mitsubishi Experience.</p>



<p>Para anunciar a parceria, foi criado o selo MIT4Zero – Rallies 4×4 da Mitsubishi, agora carbono zero – que passará a integrar a identidade visual do calendário para atestar que as etapas, a partir de agora, terão todas as suas emissões neutralizadas.</p>



<p>“A Mitsubishi Motors é uma marca que oferece todo um estilo e vida ao ar livre, mais conectado à natureza. É justamente essa a nossa proposta e é isso que queremos oferecer aos nossos clientes que participam dos eventos que promovemos. Ter as emissões dessa atividade totalmente compensadas é uma vitória para a nossa marca”, afirma Letícia Mesquita A. Oliveira, diretora de marketing da Mitsubishi Motors.</p>



<p>“A parceria com a Mitsubishi reforça o posicionamento da Atvos como uma empresa produtora de energia limpa e que tem a sustentabilidade intrínseca em seu DNA. Participar ativamente desta iniciativa com os Rallies da Mit ratifica o compromisso da companhia de contribuir positivamente com as mudanças climáticas, alcançando um público engajado e capaz de promover mudanças efetivas em prol de um amanhã melhor e mais sustentável para todos”, diz Amaury Pekelman, diretor executivo de Sustentabilidade, Comunicação e Relações Institucionais e Governamentais da Atvos.</p>



<p>Pela natureza de suas operações, a Atvos captura gás carbônico da atmosfera ao recuperar solos degradados para o plantio da cana-de-açúcar, contribuindo com a redução de GEE. Na safra 2020/2021, a partir do uso de seus produtos (etanol e energia elétrica), a empresa evitou a emissão de 5,4 milhões de toneladas de CO2 na atmosfera. Atualmente, é uma das principais emissoras de créditos de descarbonização (CBIOs) do país e emitiu mais de 2,4 milhões de títulos somente na safra passada.</p>
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		<title>Biomassa da cana ganha força como fonte de energia alternativa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Biosul MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Sep 2021 19:34:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesse momento de transição energética, o bagaço da cana-de-açúcar vai se consolidando como importante fonte de matriz energética </p>
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<p class="has-text-align-center"><em>Nesse momento de transição energética, o bagaço da cana-de-açúcar vai se consolidando como importante fonte de matriz energética</em></p>



<p></p>



<p class="has-text-align-right"><strong><a href="https://jornalcana.com.br/biomassa-da-cana-ganha-forca-como-fonte-de-energia-alternativa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Por Andreia Vidal/ Jornal Cana</a></strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="906" height="406" src="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Bagaço.png" alt="" class="wp-image-500" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Bagaço.png 906w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Bagaço-300x134.png 300w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Bagaço-768x344.png 768w" sizes="(max-width: 906px) 100vw, 906px" /></figure>



<p>A escassez de recursos hídricos, aliada a poluição ambiental, vai afunilando o cerco na busca de fontes de energias limpas e renováveis.&nbsp; À medida em que o mundo vai avançando nesse período de transição energética, a eletricidade gerada a partir da biomassa da cana-de-açúcar passa a figurar cada vez com maior destaque, como uma das possíveis e concretas soluções para se dirimir o problema.</p>



<p>Para Zilmar Souza, gerente de Bioeletricidade da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), o setor elétrico brasileiro é hoje um dos mais renováveis entre as maiores economias mundiais, com 83% de renováveis em sua matriz, e destaca a importante contribuição da bioeletricidade sucroenergética, que detém 12 GW e 7% de participação na matriz brasileira.</p>



<p>O último Plano Nacional de Energia indica que no melhor cenário a biomassa pode chegar a 29 GW em 2050, equivalente a mais do que duas Itaipu, mas no pior cenário pode ficar em apenas 13 GW, ou seja, crescimento imaterial até 2050. “Entendemos que a atual contribuição da bioeletricidade é um diferencial geopolítico e deve ser mantida, ou melhor, expandida nesse movimento global da transição energética, rumo ao melhor cenário de aproveitamento dessa importante fonte renovável e sustentável”, analisa.</p>



<p>Atualmente, apenas 15% da energia gerada a partir dos resíduos da cana-de-açúcar são aproveitados na rede nacional de energia (Sistema Interligado Nacional). Levantamento da UNICA e da Cogen (Associação da Indústria de Cogeração de Energia) aponta que centrais movidas a biomassa principalmente de bagaço de cana poderiam gerar 1.249 GWh (gigawatts-hora) adicionais em energia entre julho e dezembro de 2021 e mais que o dobro disso em 2022 com medidas de incentivo do governo, como um leilão emergencial para compra da produção extra.</p>



<p>Por ser de baixo carbono, estima-se que a geração de bioeletricidade de cana em 2020 tenha evitado adicionalmente a emissão de 6,3 milhões de toneladas de CO2, marca que somente seria atingida com o cultivo de 44 milhões de árvores nativas ao longo de 20 anos.</p>



<p>Em 2020, a oferta de bioeletricidade para a rede nacional de energia pelo setor sucroenergético cresceu 1% em relação a 2019, com um volume de 22.604 GWh. Sendo que 83% desse total foi ofertado no período seco, entre maio e novembro – período de diminuição de água nos reservatórios das usinas hidrelétricas.</p>



<p>Em recente Fórum, promovido pela LIDE de Energia, diversos especialistas do setor se reuniram para discutir a transição da matriz energética.</p>



<p>Para o CEO da Tereos, Pierre Santoul, o Brasil é destaque mundial quando se fala em energia limpa, com quase 50% de sua energia proveniente de fontes renováveis.&nbsp; E com relação à oferta interna, 48,5% dessa energia limpa é proveniente da cana-de-açúcar. Para ele é indispensável que nesse processo de transição sejam considerados os combustíveis. “É interessante entendermos esse impacto no quesito como benefício socioambiental e para o mercado de trabalho, pois hoje, no mundo, temos cerca 2,5 milhões de pessoas empregadas graças ao setor de combustíveis não fósseis. E no Brasil, 1 milhão é o número de pessoas que o setor sucroenergético emprega direta ou indiretamente”, lembrou.</p>



<p>2% é o que representa o setor no PIB do Brasil. Para Pierre, além da clara relevância na geração de emprego e renda, o setor se destaca na questão sócio ambiental. “O RenovaBio deve contribuir nos próximos 10 anos, com a redução de 606 milhões de toneladas de CO² na atmosfera”, afirmou.</p>



<p>O presidente da Toyota, Rafael Chang, considerou que “num futuro próximo, será o consumidor quem decidirá qual a tecnologia com impacto socioambiental ele usufruirá”. Chang ressaltou que o objetivo da companhia é estar um passo à frente nos investimentos tecnológicos que tragam benefícios ambientais, mas trabalhando de maneira e com prazos realistas. Ele destacou que o Brasil tem uma oportunidade gigantesca, precisamente por contar com matriz energética tão limpa. Segundo o presidente da Toyota, o caminho para o carbono neutro, é um caminho sem retorno, porém a velocidade com que isso vai acontecer dependerá de planejamento e ações muito coordenadas entre os atores envolvidos.</p>



<p>Aposta a curto prazo</p>



<p>A presidente da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), Patrícia Iglecias, disse que o etanol é uma aposta a curto prazo para acelerar essa transformação. “Os veículos híbridos e flex são grandes alternativas para eliminar problemas de infraestrutura. O álcool, por exemplo, emite 90% a menos de gases de efeito estufa”, disse.</p>



<p>“Nós tivemos o Protocolo Etanol Mais Verde que foi celebrado voluntariamente com setor. Esse protocolo, por exemplo, em termos de eliminação da queima da palha da cana significou sair de 1,5 milhão hectares de queima para 7 mil hectares. Se vamos falar em dados como a questão dos ônibus, em termos práticos, significa menos 270 mil ônibus circulando por ano”, destacou Patrícia.</p>



<p>Roberto Giannetti da Fonseca, presidente do LIDE Energia, avaliou que a atual crise de abastecimento é benéfica, pois acelera o processo de transição na matriz. “Traz a consciência e dimensão do problema. Não dá para mudar condições climáticas, mas cada dia é importante para termos ações para combater esse dilema”, frisou.</p>



<p>Para Giannetti, a política energética do Brasil tem equívocos que precisam ser corrigidos para garantir a eficiência do sistema. “Temos de avaliar qual a mudança estrutural que temos de fazer para a segurança energética, descarbonizada, competitiva. O país tem condições de ser uma potência mundial neste século.&nbsp; É uma oportunidade histórica”, salientou.</p>



<p>O sócio da GO Associados, Gesner de Oliveira, também professor da FGV e ex-presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), disse que é importante transmitir às pessoas a gravidade da atual crise energética. “As pessoas não estão entendendo porque a conta está subindo tanto. Há uma desinformação geral. O que é ruim, porque haverá necessidade de um esforço para explicar a situação”.</p>



<p>Oliveira afirmou que avalia o retorno do horário de verão como uma medida importante para trazer economia de energia. “A colocação de placas solares em prédios públicos e a substituição de equipamentos – ineficientes no ponto de eficiência energética – também são uma boa estratégia. Inclusive, algumas empresas do setor privado já começaram a investir nisso”, disse.</p>



<p>O presidente da Enel Distribuição São Paulo, Max Xavier Lins, destacou o crescimento da produção renovável de energia. “As fontes eólicas e solar saíram do zero e hoje representam 10 % de toda a energia gerada, em 11 anos. Ganharam escola, se mostraram competitivas em relação ao preço e criaram uma cadeia de produção e serviços”, avaliou.</p>



<p>O presidente do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), Sérgio Gusmão, lembrou do crescimento da energia térmica que, segundo ele, “tem relação direta com a crise”. “Temos um pipeline robusto de pequenas centrais elétricas com dinamismo solar, que pode atuar para a mudança da matriz enérgica“, lembrou.</p>



<p>Zilmar Souza, da UNICA, reforça que a biomassa é uma fonte renovável e não intermitente e que as energias eólicas e solar são coirmãs e devem continuar agregando ao sistema. “A diversificação dá mais estabilidade ao portfólio, e o melhor dos mundos seria agregar todas as renováveis e estimular o aproveitamento da bioeletricidade”, afirma.</p>



<p>Esta matéria faz parte da edição 330 do JornalCana. Para ler, <a href="https://issuu.com/jornalcana/docs/jc_330_issuu_" target="_blank" rel="noreferrer noopener">clique aqui</a>.</p>
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		<title>Biocombustíveis apresentam resultados expressivos em 2020</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Biosul MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jun 2021 13:37:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[RenovaBio]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Balanço do MME mostra avanços do setor e demonstra a vocação brasileira para a produção de energias renováveis. RenovaBio, etanol, biodiesel, biogás e biometano são exemplos de sucesso.</p>
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<p class="has-text-align-center"><em>Balanço do MME mostra avanços do setor e demonstra a vocação brasileira para a produção de energias renováveis. RenovaBio, etanol, biodiesel, biogás e biometano são exemplos de sucesso</em></p>



<p class="has-text-align-right"><strong><a href="https://www.gov.br/mme/pt-br/assuntos/noticias/biocombustiveis-apresentam-resultados-expressivos-em-2020" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Por Assessoria de imprensa/MME</a></strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="323" src="http://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2021/06/69915ce3-3b97-4565-986b-d8e9626a6c07.png" alt="" class="wp-image-1491" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2021/06/69915ce3-3b97-4565-986b-d8e9626a6c07.png 768w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2021/06/69915ce3-3b97-4565-986b-d8e9626a6c07-300x126.png 300w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>



<p>O setor de biocombustíveis brasileiro apresentou resultados expressivos em 2020. Em números consolidados pela Secretaria de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (SPG) do Ministério de Minas e Energia (MME), é possível perceber os avanços do setor que demonstra a vocação brasileira para a produção de energias renováveis.</p>



<p>Um dos exemplos de sucesso é o programa RenovaBio, que estabelece um mercado de créditos de carbono, em que os distribuidores de combustíveis precisam adquirir créditos de descarbonização, chamados CBIOs. Em 2020, foram negociados 14,9 milhões de CBIOs, gerando o volume financeiro de R$ 650 milhões.&nbsp; Assim, as distribuidoras cumpriram cerca de 98% da meta estabelecida.</p>



<p>O balanço do MME também mostra que o Brasil tem 638 usinas de biogás em operação, que produziram cerca de 5 milhões de metros cúbicos por dia em 2020. As usinas utilizam resíduos agroindustriais e coletam metano de aterros sanitários, contribuindo para preservação do meio ambiente e no combate ao aquecimento global.</p>



<p>De 2019 para 2020, a produção de biodiesel cresceu 8,7% e a capacidade de produção 9,4%. O setor também contribui para inclusão social, com 98,4% do volume comercializado sendo de Usinas com Selo Biocombustível Social, o que exige a inclusão de agricultores familiares na cadeia produtiva. Como mais de 70% da produção de biodiesel usa óleo de soja, é produzido mais farelo, fundamental para indústria de proteína animal.</p>



<p>No etanol, mesmo com a queda do volume comercializado por conta da pandemia, o setor mostrou resiliência e a produção de etanol de milho cresceu mais de 84% em 2020.</p>



<p>O Brasil possui atualmente três usinas de biometano, que produziram 330 mil metros cúbicos em 2020. As usinas utilizam resíduos industriais e coletam metano de aterros sanitários, contribuindo para preservação do meio ambiente e no combate ao aquecimento global.</p>



<div class="wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex">
<div class="wp-block-button"><a class="wp-block-button__link has-vivid-cyan-blue-background-color has-background" href="https://www.gov.br/mme/pt-br/assuntos/secretarias/petroleo-gas-natural-e-biocombustiveis/resultados-dos-biocombustiveis-em-2020/resultados-biocombustiveis-2020" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Confira os resultados dos biocombustíveis em 2020</a></div>
</div>



<p></p>
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		<title>Cuidado Ambiental é um dos pilares de Sustentabilidade da Adecoagro no Brasil</title>
		<link>https://biosulms.com.br/cuidado-ambiental-e-um-dos-pilares-de-sustentabilidade-da-adecoagro-no-brasil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Biosul MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jun 2021 21:24:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Associadas]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Companhia conta com modelo de negócios pautado em produção sustentável, a partir de um olhar consciente de sua responsabilidade de preservação e proteção do ecossistema.</p>
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<p class="has-text-align-center"><em>A Companhia conta com modelo de negócios pautado em produção sustentável, a partir de um olhar consciente de sua responsabilidade de preservação e proteção do ecossistema</em></p>



<p class="has-text-align-right"><strong>Por Assessoria de Imprensa/Adecoagro</strong></p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="http://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Foto-Usina-Ivinhema-3-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-1344" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Foto-Usina-Ivinhema-3-1024x768.jpg 1024w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Foto-Usina-Ivinhema-3-300x225.jpg 300w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Foto-Usina-Ivinhema-3-768x576.jpg 768w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Foto-Usina-Ivinhema-3-400x300.jpg 400w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Foto-Usina-Ivinhema-3.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Unidade Adecoagro no município de Ivinhema, MS. (Imagem: Divulgação/Adecoagro)</figcaption></figure>



<p>No dia em que é celebrado o Dia Mundial do Meio Ambiente (05/06), a Adecoagro, uma das principais produtoras de alimentos e energia renovável da América do Sul, reafirmou seu compromisso com a sustentabilidade e com o meio ambiente. Constituída com base em um modelo de negócio e de produção sustentável, a Adecoagro pauta suas ações para o desenvolvimento de alternativas que promovam a preservação dos ecossistemas e o bom relacionamento com as comunidades lindeiras.</p>



<p>Investir em práticas ambientalmente sustentáveis, em toda a sua cadeia de valor, faz parte do compromisso da Adecoagro. Para tal, conta com um Plano de Gestão Ambiental &#8211; PGA, desenhado em total sintonia com as diretrizes estabelecidas na legislação ambiental em vigor, para guiar as estratégias e ações necessárias para o monitoramento e/ou controle dos possíveis impactos ambientais decorrentes do modelo de produção. Vale ressaltar que este PGA se encontra no site da companhia para consulta por todas as partes interessadas.</p>



<p><strong>Certificação Bonsucro</strong></p>



<p>Todas as unidades da Adecoagro no Brasil possuem a Certificação Bonsucro, de reconhecimento global, que avalia a sustentabilidade dos produtos de cana-de-açúcar. Auditorias anuais que verificam a conformidade do sistema, reforçam para todos a importância da sustentabilidade no processo de produção de cana-de-açúcar e seus produtos, por meio de indicadores reconhecidos internacionalmente e a promoção de melhores práticas de gestão.</p>



<p><strong>RenovaBio</strong></p>



<p>Em junho de 2021, a Adecoagro celebra um ano da primeira transação de Créditos de Descarbonização, o CBIOs &#8211; título financeiro negociado na bolsa de valores B3. Pioneira no mercado brasileiro, a Companhia negociou os primeiros CBIOs da história. Neste primeiro ano de RenovaBio, a Adecoagro realizou a comercialização de 603 mil CBIOs. Cada título emitido equivale a uma tonelada de CO<sub>2</sub> que deixou de ser lançada na atmosfera em substituição ao combustível fóssil.</p>



<p>A comercialização de CBIOs é um importante reconhecimento da sustentabilidade do biocombustível na esfera ambiental, pois quanto maior a eficiência de produção e a comercialização do biocombustível, maior é a quantidade emitida de CBIOs, refletindo diretamente na qualidade do ar das cidades e na saúde da população.</p>



<p><strong>Produção Sustentável</strong></p>



<p>As fazendas que produzem a cana-de-açúcar, tanto terras próprias quanto parceiras, são periodicamente avaliadas sob a ótica da utilização de práticas ecologicamente corretas. As atividades de gestão ambiental da Adecoagro seguem os princípios estabelecidos para um cultivo mais eficiente, com a mitigação dos impactos negativos no solo a partir de técnicas de produção sustentável. Utiliza também a bioeletricidade, extraída a partir do bagaço da cana, gerando eletricidade para as plantas industriais e comercializando o excedente no Mercado Livre de Energia.</p>



<p>As condições agronômicas do Brasil, tais como o clima e a qualidade do solo, permitem um alto rendimento da cana-de-açúcar e o modelo de produção circular da Adecoagro prioriza o cuidado em todas as etapas da produção, desde o dimensionamento das práticas de manejo e conservação do solo e água nas áreas de plantio da cultura, com o uso de resíduos orgânicos da agroindústria da cana-de-açúcar para melhorar as condições físicas , químicas e biológicas dos solos cultivados, prevenindo a ocorrência de processos erosivos que porventura venham se iniciar nas áreas de fertirrigação e vias de acesso.</p>



<p><strong>Programas de</strong> <strong>Educação</strong></p>



<p>Para a Adecoagro, a principal contribuição para o desenvolvimento sustentável das comunidades em que está inserida vem por meio da educação. Desta forma, a Companhia investe fortemente em diversos programas de educação para oferecer aos colaboradores, prestadores de serviço (terceirizados) e à comunidade informação sobre diversos temas, como o Programa de Educação Ambiental, que conscientiza os diversos públicos quanto à necessidade de se contribuir e participar ativamente de ações de preservação do meio ambiente.</p>



<p><strong>Biodiversidade&nbsp;</strong></p>



<p>Dentre todas as estratégias de preservação está o monitoramento constante da Biodiversidade, cuidando para que a integridade da fauna, da flora e dos ecossistemas aquáticos sejam minimamente impactados pela atividade industrial e/ou agrícola.</p>



<p><strong>Recuperação de áreas degradadas</strong></p>



<p>Este ano o Dia Mundial do Meio Ambiente traz como tema central a Restauração de Ecossistemas.</p>



<p>A cultura da restauração e preservação ambiental faz parte das estratégias da Adecoagro para o Desenvolvimento Sustentável de nosso planeta. Para isso, a empresa estruturou um Programa de Recuperação e Reflorestamento, que a partir da necessidade de cada área, realiza a recuperação por meio de projetos de reflorestamento. &nbsp;A Companhia também oferece orientação aos parceiros para as demarcações das APPs – Áreas de Preservação Permanentes e RLs – Reservas Legais, com o desenvolvimento de protocolos de orientação para a não intervenção nessas áreas.</p>



<p><strong>Água e Solo&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</strong></p>



<p>A Adecoagro realiza o monitoramento das águas superficiais, subterrâneas e pluviais, com avaliações periódicas do oxigênio dissolvido, da DBO (Demanda Biológica de Oxigênio), DQO (Demanda Química de Oxigênio) e também realiza o gerenciamento de processos erosivos e de assoreamento, a partir de técnicas conservacionistas e do acompanhamento dos processos naturais de desagregação do solo e, caso seja necessário, realiza medidas corretivas. Todas as suas unidades também desenvolvem práticas de compostagem e de reuso de água em seus processos industriais.</p>



<p><strong>Mudanças Climáticas</strong></p>



<p>O cuidado com a Qualidade do Ar conta com diversas ações de natureza preventiva, que controlam as taxas de emissões para a atmosfera, a exemplo o Monitoramento das Emissões Atmosféricas e da Qualidade do Ar. O objetivo deste monitoramento é acompanhar o sistema de controle implantado nas chaminés e demais fontes geradoras, bem como avaliar a qualidade do ar na área de influência, estabelecendo comparação com os níveis aceitáveis, conforme legislação vigente.</p>



<p><strong>Colheita Mecanizada</strong></p>



<p>Nas unidades do Vale do Ivinhema (Angélica e Ivinhema) o uso de fogo como método facilitador de colheita nunca é utilizado, uma vez que a colheita mecanizada é realizada em 100% da área plantada. Anualmente a Adecoagro realiza campanhas de prevenção contra incêndios, visando conscientizar toda a sociedade quantos aos impactos e riscos desta prática que precisa ser autorizada pelo órgão ambiental competente e controlada.</p>



<p><strong>Uso de Defensivos Agrícolas e Fertilizantes</strong></p>



<p>Todas as aplicações de fertilizantes e defensivos agrícolas são realizadas conforme as recomendações agronômicas e legislações vigentes, com respeito às dosagens recomendadas de cada produto. Os fertilizantes à base de sódio e potássio são otimizados buscando a sustentabilidade econômica e ambiental, a partir das melhores práticas conhecidas no mercado Sucroenergético.</p>



<p><strong>Gestão de Resíduos</strong></p>



<p>Proteger o meio ambiente assim como a preservação da saúde de todos os envolvidos são premissas do negócio da Adecoagro. Com base nos fundamentos do Programa 5R´s (Repensar, Reduzir, Reutilizar, Reciclar e Recusar), a Companhia orienta e implementa ações de gerenciamento dos resíduos sólidos, contemplando as etapas de geração, segregação, armazenamento, coleta, transporte, tratamento e disposição final, para garantir a manutenção da qualidade ambiental do entorno.</p>



<p>Com a aplicação de um processo altamente tecnológico, toda a vinhaça gerada nas unidades do Vale do Ivinhema é convertida em Adubo Líquido Orgânico, certificado pelo <a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br">Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento</a> – MAPA.&nbsp; Este produto é aplicado como biofertilizante nas lavouras de cana-de-açúcar.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Os efluentes líquidos gerados nas operações industriais capazes de afetar o ambiente por conter óleos e graxas são direcionados para caixas separadoras de água e óleo (SAO). Os contaminantes, após separação, são armazenados e em seguida, coletados por empresa especializada e licenciada para destinação final correta. As águas residuárias das atividades industriais (sem contaminantes) são armazenadas em tanques de acumulação devidamente impermeabilizados por geomembrana e utilizadas no processo de fertirrigação das lavouras de cana-de-açúcar.</p>



<p><strong>Adecoagro Brasil em Números</strong></p>



<p>1º Lugar em eficiência energética na produção do etanol hidratado &#8211; Certificação RenovaBio</p>



<p>+ 950 mil MWh de energias renováveis geradas por ano</p>



<p>+ de R$ 1.2 milhões em investimentos sociais na comunidade</p>



<p><strong>Sobre a Adecoagro</strong></p>



<p>Com sede em Luxemburgo e acionistas em todo o mundo, a Adecoagro (NYSE: AGRO) é um dos principais produtores de alimentos e energia renovável da América do Sul, presente em três países.</p>



<p>No Brasil, desde 2004, a Companhia atua na produção de açúcar, etanol e cogeração de energia elétrica com três unidades agroindustriais: Usina Monte Alegre (MG) e o cluster formado pelas unidades Angélica e Ivinhema, ambas no Mato Grosso do Sul. Juntas, elas possuem capacidade de moagem de 14,2 milhões de toneladas de cana por safra.</p>



<p>Reunindo cerca de 6.500 colaboradores no Brasil (outubro de 2020), a Adecoagro caracteriza-se por um modelo de baixo custo de produção, alta flexibilidade e processos inovadores, sendo reconhecida como uma das mais competitivas do segmento sucroenergético mundial.</p>
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		<title>Atvos encerra safra com emissão de 2,4 milhões de créditos de descarbonização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Biosul MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Apr 2021 21:05:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Associadas]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uso do biocombustível produzido nas unidades de Costa Rica, Nova Alvorada do Sul e Rio Brilhante, no Mato Grosso do Sul, foi responsável por evitar que mais de 1 milhão de tonelada de gás carbônico deixasse de ser lançado na atmosfera.</p>
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<p class="has-text-align-center"><em>Uso do biocombustível produzido nas unidades de Costa Rica, Nova Alvorada do Sul e Rio Brilhante, no Mato Grosso do Sul, foi responsável por evitar que mais de 1 milhão de tonelada de gás carbônico deixasse de ser lançado na atmosfera</em></p>



<p class="has-text-align-right"><strong><a href="https://www.atvos.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Por Assessoria de imprensa/Atvos</a></strong></p>



<p>A Atvos, empresa de bioenergia, encerrou a safra 2020/2021 como a principal emissora de créditos de descarbonização dentro do programa Renovabio &#8211; Política Nacional de Biocombustíveis desenhada para que o Brasil atinja parte de suas metas de redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE) na matriz de combustível estipuladas no Acordo de Paris. Segunda maior produtora de etanol do Brasil, a Atvos disponibilizou para comercialização, na safra 2020/2021, um total de 2,4 milhões de Cbios, como são chamados os títulos de descarbonização.</p>



<p>Em 2020, com 1,8 milhão de títulos comercializados, a empresa foi responsável por aproximadamente 12% do total de 14,5 milhões de CBios que foram estabelecidos como metas de descarbonização para o ano passado.</p>



<p>“Temos potencial para contribuir com cerca de 10% do volume total dos créditos de descarbonização estabelecidos como meta do Renovabio para este ano”, destaca Marcelo Mancini, vice-presidente comercial da Atvos. Essa participação considera a meta atribuída pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) que definiu 24,86 milhões de títulos a serem adquiridos pelas distribuidoras de combustíveis fósseis em 2021.</p>



<p>Com oito unidades agroindustriais operacionais certificadas junto à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a Atvos tem potencial para escriturar 2,5 milhões de títulos por safra. Esse montante pode representar uma possível receita de mais de R$ 100 milhões, considerando o valor médio de comercialização na B3 durante o ano de 2020, de R$ 43,66.</p>



<p>“Seguimos em busca contínua de melhorias nos indicadores de carbono em nossas operações. Concluímos a automatização dos dados, o que traz ainda mais confiabilidade para as informações, e estamos nos preparando para recertificar todas as unidades”, adianta Amaury Pekelman, vice-presidente de sustentabilidade da Atvos. “Este é um importante ganho ambiental proporcionado pelo Renovabio que incentiva a redução de emissões em toda a cadeia produtiva”, conclui.</p>



<p>Cada CBio representa 1 tonelada de gás carbônico que deixou de ser lançado na atmosfera a partir do uso de combustível limpo. Com isso, no total, a Atvos contribuiu para que 2,4 milhões de toneladas de gás carbônico deixassem de ser emitidos.</p>



<p><strong>O que é CBio</strong></p>



<p>Para viabilizar as obrigações assumidas pelo Brasil na Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2015 (COP 21), foi estabelecida em 2017, a Política Nacional de Biocombustíveis (Renovabio). O país estabeleceu metas anuais de descarbonização para o setor de combustíveis, com o intuito de aumentar a participação de bioenergia na matriz energética brasileira para aproximadamente 18% até 2030.</p>



<p>O Crédito de Descarbonização (CBIO) é um dos instrumentos adotados pela Renovabio como ferramenta para atingir essa meta. Ele é emitido por produtores de biocombustíveis, devidamente certificados pela&nbsp; Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), com base em notas de eficiência energética, índices de carbono e comercialização de etanol.</p>



<p>Aos distribuidores de combustíveis fósseis foram atribuídas metas individuais e anuais de descarbonização calculadas pela ANP, com base na proporção de combustíveis fósseis que comercializam. Para atingir tais metas, os distribuidores devem adquirir CBIOs. Cada CBIO corresponderá a uma tonelada de gás carbônico evitado.</p>
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		<title>Índia autoriza uso de etanol puro no País; medida tem cunho econômico e ambiental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Biosul MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Mar 2021 14:56:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Medida deve ter impacto positivo nas esferas ambiental e econômica.</p>
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<p class="has-text-align-right"><em>Medida deve ter impacto positivo nas esferas ambiental e econômica</em></p>



<p class="has-text-align-right"><strong><a href="https://www.udop.com.br/noticia/2021/03/26/india-autoriza-uso-de-etanol-puro-no-pais-medida-tem-cunho-econ-ocirc-mico-e-ambiental.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Por Rogério Mian/ Agência UDOP de Notícias</a></strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="680" height="382" src="http://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2021/03/26_03_21_ethanol_e100.jpg" alt="" class="wp-image-1393" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2021/03/26_03_21_ethanol_e100.jpg 680w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2021/03/26_03_21_ethanol_e100-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 680px) 100vw, 680px" /></figure>



<p>O Ministério do Petróleo, Gás Natural e Aço da Índia autorizou nesta quinta-feira (25) que as empresas de petróleo e distribuição de combustíveis comercializem o etanol puro (E100) nos postos de combustíveis. A medida, segundo analistas ouvidos pela Agência UDOP de Notícias, tem um viés econômico e, acima de tudo, ambiental. O Brasil comemorou a medida indiana, pois vê nela uma oportunidade de exportar a tecnologia flex fuel de seus veículos e o know how de mais de 4 décadas na produção e consumo de etanol.</p>



<p>Para o presidente da Consultoria Datagro e membro do Conselho Nacional de Política Energética do Brasil, Plínio Nastari, com a decisão, a Índia passa a trilhar um caminho muito parecido com o Brasil. &#8220;Eles têm todas as condições de desenvolver um grande programa de produção e uso de etanol de biomassa de cana, e de outros produtos orgânicos, como grãos deteriorados e celulose, o que deve abrir um mercado muito grande para a transferência de tecnologia, inclusive tecnologia automotiva do Brasil para a Índia&#8221;, destacou.</p>



<p>A decisão, no entanto, não tem qualquer impacto real imediato, isso porque, não existe na Índia, ainda, uma frota de veículos flex ou mesmo exclusiva a etanol. &#8220;Mas a autorização indica uma decisão política importante para o uso de energias renováveis. É o casamento da tecnologia automotiva com a disponibilidade de bioenergia&#8221;, explicou Nastari.</p>



<p>Outro ponto favorável da medida é a possibilidade das usinas indianas transformarem o excedente de açúcar, que nesta safra deve atingir 6 milhões de toneladas, em etanol. Em meados de janeiro, o governo indiano já havia anunciado que anteciparia para 2025 o aumento da mistura de 20% de etanol na gasolina consumida por eles. Na safra 2021/22 a mistura deve atingir 10%.</p>



<p>Calcula-se que as medidas adotadas pelo Ministério do Petróleo da Índia devam ter um impacto próximo de 110 bilhões de dólares de economia para os cofres públicos, além da diminuição da dependência energética do país.</p>



<p><strong>Meio ambiente</strong></p>



<p>Outros fatores muito favoráveis com a medida (do aumento da mistura e agora do E100) são voltados para os aspectos ambientais. Das 50 cidades do mundo com a pior qualidade do ar, a Índia acumula 25 delas. O que tem preocupado muito as autoridades locais.</p>



<p>Para se ter ideia, a Organização Mundial da Saúde (OMS), preconiza índices de até 20 MP2.5 de material particulado no ar, acima disso considera-se como de alta poluição. Em Nova Déli, capital da Índia, o índice, na média do mês de dezembro do ano passado, bateu 300 MP2.5, mais do que 15 vezes o tolerado pela OMS.</p>



<p>Num comparativo, a cidade de São Paulo, com cerca de 20 milhões de habitantes e uma frota de mais de 8,5 milhões de veículos tem, em média, um índice próximo a 16,2 MP2.5, o que reflete o uso do etanol, que emite zero de material particulado.</p>



<p>&#8220;Assim, podemos deduzir, também, que a medida indiana vem resolver um problema sério no quesito ambiental vivido por eles&#8221;, destacou Plínio Nastari da Datagro.</p>



<p>Por fim, a decisão do Ministério do Petróleo e Gás da Índia ainda sinaliza uma rota futura importante, uma vez que com o processo de eletrificação dos motores, que pode vir a ocorrer por diferentes rotas, uma das mais limpas e sustentáveis é a eletrificação com modelos híbridos flex, o que favorece, ainda mais o etanol, agora estimulado e autorizado por eles.</p>
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