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	<title>Categoria Artigo -</title>
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		<title>Artigo: Importância da preservação das misturas de etanol e biodiesel &#8211; Por Plínio Nastari</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Biosul MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Oct 2021 19:25:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Misturas elevadas são denominadas mid-level blends nos Estados Unidos e têm sido apontadas como o objetivo de várias montadoras em declarações prestadas ao congresso norte-americano. </p>
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<p></p>



<p class="has-text-align-right"><strong>Por Plínio Nastari / Broadcast Agro</strong></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="680" height="382" src="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2021/10/plinio_nastari.jpg" alt="" class="wp-image-1646" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2021/10/plinio_nastari.jpg 680w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2021/10/plinio_nastari-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 680px) 100vw, 680px" /><figcaption>Artigo escrito por Plínio Nastari, <em>Presidente da DATAGRO e do Instituto Brasileiro de Bioenergia e Bioeconomia (Ibio)</em>. Imagem: Canal Energia</figcaption></figure></div>



<p>Desde julho de 2002 o Brasil adota a mistura obrigatória de 25% de etanol anidro na gasolina, e, desde março de 2015, adota 27% de anidro na gasolina comum e de 25% na gasolina premium, que é destinada aos carros importados. Este tem sido um dos pilares mais importantes da política de biocombustíveis. Desde 1978, o Brasil adota misturas de etanol acima de 20%, que evoluíram gradualmente até o nível atual.</p>



<p> Misturas elevadas são denominadas mid-level blends nos Estados Unidos e têm sido apontadas como o objetivo de várias montadoras em declarações prestadas ao congresso norte-americano.  Essas misturas permitem a construção de motores menores, em alguns casos equipados com tecnologia turbo, que, além de serem mais eficientes, produzem menores emissões veiculares. O elevado teor de octanagem do etanol de 116 AKI (anti-knocking index), muito superior ao da gasolina média, de 87 AKI, tem permitido ao Brasil usar gasolinas base de mistura mais pobres e mais baratas, uma economia que raramente é reconhecida nas análises realizadas sobre o tema. Mas também permitiu ao Brasil ser pioneiro na eliminação do uso do venenoso chumbo tetra-etila, usado para elevar a octanagem, mas que também trazia sérios danos à saúde, como o saturnismo e a contaminação cerebral, principalmente em crianças.</p>



<p>Por sua elevada octanagem, o etanol também permite a substituição de aromáticos cancerígenos na composição da gasolina. É por esse motivo que o etanol não substitui a gasolina e sim o tolueno, um dos principais compostos do grupo BTX &#8211; benzeno, tolueno, xileno. O tolueno, assim como outros aromáticos, tem um preço de mercado de 25% a 45% superior ao preço médio da gasolina, que é um coquetel de hidrocarbonetos.</p>



<p>É por esse motivo que o etanol deveria valer o preço do tolueno e não o da gasolina. Além de substituir aromáticos, a combustão de etanol não gera material particulado, um dos principais marcadores de qualidade do ar. O material particulado fino com até 2,5 mícrons (MP2.5), é outro elemento danoso à saúde, por ser facilmente absorvido pelos pulmões, entrando na corrente sanguínea. Além de ser poluente, carrega consigo compostos cancerígenos não-queimados, literalmente levando para a corrente sanguínea compostos que trazem enorme dano à saúde.</p>



<p>As 50 cidades mais poluídas do mundo têm concentrações médias de MP2.5 entre 60 e 136 microgramas por metro cúbico de ar, com picos de mais de 1.000 microgramas em algumas épocas do ano. Nesse campo, o Brasil é um laboratório a céu aberto. A região metropolitana de São Paulo, onde 64% da gasolina está sendo substituída pelo etanol anidro misturado à gasolina e pelo hidratado usado pela frota flex, e onde mais de 20 milhões de habitantes utilizam mais de 8,5 milhões de veículos diariamente, tem uma concentração média de apenas 16,2 microgramas por metro cúbico de ar, bem abaixo dos 20 microgramas preconizados como limite aceitável pela OMS. Em tempos de pandemia, que afeta a capacidade respiratória, a qualidade do ar é fator preponderante.</p>



<p>Esses temas vêm à tona pois, na semana passada, o presidente da República mencionou, em uma de suas mensagens gravadas, preocupação com a elevação do preço do etanol que é misturado à gasolina, e comentou que a manutenção da mistura no nível atual seria uma decisão do CNPE, Conselho Nacional de Política Energética. Do ponto de vista institucional, o CNPE é um colegiado de ministros e representantes da sociedade civil que assessora a presidência da República, e cabe na verdade ao presidente a aprovação de suas recomendações.</p>



<p>A gasolina A, sem mistura com etanol, tem preço definido pela Petrobras nas refinarias, atualmente fixado em R$ 2,8257 por litro sem impostos em Paulínia (SP). Há exatamente um ano, o etanol anidro misturado à gasolina tinha preço médio ao produtor de R$ 2,11/litro sem impostos, e, até fevereiro de 2021, se manteve em R$ 2,44/litro. Circunstancialmente, esse preço subiu para R$ 3,83/litro, como reflexo da maior seca do século, que reduziu a moagem de cana de 605,5 milhões de toneladas na safra de 2020, para estimados 530 milhões de toneladas em 2021.</p>



<p>Nesse campo, os produtores têm mostrado compromisso com a manutenção da oferta de anidro. Até 16 de setembro, a produção de açúcar caiu 8,1%, a produção de hidratado caiu 15,5%, e a produção de anidro subiu 26,4% em relação a igual data do ano passado, passando de 6,37 bilhões para 8,05 bilhões de litros. O anidro tem seu preço referenciado ao preço do hidratado, que é usado pela frota flex, e esse último também subiu de R$ 1,86 para R$ 3,29 por litro, resultado da lei da oferta e da procura &#8212; não tivesse subido, o seu consumo não teria caído, e correríamos o risco de falta do produto. A elevação de preço é conjuntural e em breve será revertida com a volta à normalidade.</p>



<p>Os estoques de anidro em 1º de setembro nunca foram tão elevados, totalizando 3,27 bilhões de litros, aumento de 24,4% em um ano, e correspondentes a 117 dias de consumo, ante 107 dias nos dois anos anteriores. Uma possível redução na mistura teria efeito de poucos centavos por litro na ponta do consumidor, se é que isso poderia acontecer, já que precisaria ser substituído por compostos de custo mais elevado.</p>



<p>A cerca de um mês da COP-26 em Glasgow, onde o mundo todo se reunirá para discutir medidas urgentes para controlar o aquecimento global, alterar um pilar fundamental de nossas políticas energética e ambiental deve ser ponderado com cuidado, afinal, o êxito do Brasil nessa área é um dos poucos temas em que é considerado de forma indiscutível como referência internacional. Controlar o preço dos combustíveis também foi utilizado como argumento para reduzir a mistura de biodiesel no diesel fóssil de 13% para 10%, na direção contrária à decisão anterior, de elevar gradualmente a sua mistura, até atingir 15% em 2023, mas contrariar o mercado já foi demonstrado muito perigoso e danoso no passado. Projeções indicam que, nos próximos meses, o petróleo poderá navegar entre US$ 80 e US$ 90 por barril e historicamente os biocombustíveis têm sido responsáveis pela redução do preço do combustível aos consumidores, e não o contrário, além da grande economia na importação de combustíveis.</p>



<p>Desestimular esses mercados numa situação conjuntural, quando o setor demonstra um comprometimento vigoroso com o abastecimento, enviaria uma forte mensagem de insegurança e falta de previsibilidade a suas cadeias produtivas, colocando em risco novos investimentos privados na produção e no cumprimento da meta de descarbonização definida pelo próprio CNPE, por meio do RenovaBio. É tudo o que o governo e a sociedade não deveriam pretender que acontecesse neste momento.</p>



<p></p>



<p>* Artigo originalmente publicado no Broadcast Agro</p>
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		<title>Mulheres que inspiram</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Biosul MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2020 19:55:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Associadas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em meio a um turbilhão de informações sobre a participação ou falta das mulheres em diversos setores da economia no País, recebi a missão de mostrar como é essa realidade no setor sucroenergético de Mato Grosso do Sul. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-right"></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="743" src="http://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-05-at-11.56_edited-1024x743.jpg" alt="" class="wp-image-968" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-05-at-11.56_edited-1024x743.jpg 1024w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-05-at-11.56_edited-300x218.jpg 300w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-05-at-11.56_edited-768x557.jpg 768w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-05-at-11.56_edited.jpg 1235w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Há nove anos Sibele deixou o emprego de doméstica e se profissionalizou para atuar na operação de máquinas. em Nova Alvorada do Sul (Imagem: Divulgação/Biosul)</figcaption></figure></div>



<p>Ao entrar na cabine de uma colhedora de cana, ela ajeita o
cabelo e tira o excesso de batom. Tudo pronto para começar a sua rotina de
trabalho que tem como escritório milhares de hectares de cana-de-açúcar em Nova
Alvorada do Sul (MS).&nbsp; Sim, Sibele
Aparecida da Silva, 33 anos, com dois filhos é Operadora de Máquinas Agrícolas Sênior
em uma usina e executa suas funções dentro de uma colhedora de cana que não
custa menos que 1 milhão de reais. Há nove anos ela deixou o emprego de
doméstica e se profissionalizou para atuar na operação de máquinas.</p>



<p>Na usina, ela se prepara com os itens de segurança
necessários para o trabalho no campo e ao subir na sua máquina revela o seu
olhar feminino – “a colhedora estava em manutenção, não está com a limpeza em
dia”, diz incomodada com a poeira. Ela confessa ter um kit básico para manter o
ambiente da cabine sempre limpo e agradável, apesar das condições do campo
serem desafiadoras nesse sentido. &nbsp;</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignright size-large is-resized"><img decoding="async" src="http://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-05-at-11.00_edited-554x1024.jpg" alt="Uma imagem contendo pessoa, criança

Descrição gerada automaticamente" class="wp-image-969" width="308" height="569" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-05-at-11.00_edited-554x1024.jpg 554w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-05-at-11.00_edited-162x300.jpg 162w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-05-at-11.00_edited.jpg 624w" sizes="(max-width: 308px) 100vw, 308px" /><figcaption>A operadora é habilitada na categoria “D”. (Imagem: Divulgação/Biosul)</figcaption></figure></div>



<p>A máquina é equipada com toda tecnologia
necessária para a realização da colheita mecanizada com monitoramento em tempo
real via GPS (Sistema de Posicionamento Global). Para Sibele, que é habilitada
na categoria “D”, o desafio é lidar com tanta tecnologia implementada. “Você
precisa estar apta, entender dessa tecnologia e investir em conhecimento
técnico para dominar uma colheitadeira como essa”, afirma.</p>



<p>Dentro desse desafio, Sibele já enxerga a presença feminina
no campo, mas admite que ainda é preciso buscar mais espaço. “A chegada da
usina na nossa cidade mudou essa realidade, antes eram somente homens que
operavam máquinas. Hoje tenho uma satisfação muito grande em saber que tenho
capacidade de operar uma máquina como essa e fazer um bom trabalho”, revela. </p>



<p>Essa é apenas uma das histórias inspiradoras que conheci ao
colocar o pé na estrada e ver de perto os primeiros passos da igualdade de
gênero no campo. Em meio a um turbilhão de informações sobre a participação ou
falta das mulheres em diversos setores da economia no País, recebi a missão de
mostrar como é essa realidade no setor sucroenergético de Mato Grosso do Sul. </p>



<p>No cenário nacional me refiro a um setor que abraçou a
Declaração dos Princípios do Empoderamento das Mulheres da Organização das
Nações Unidas (ONU). A assinatura da carta, que aconteceu em outubro do ano
passado, contou com dezenove grandes grupos, cinco deles com unidades em
operação aqui no Estado, e surpreendeu a ONU com um recorde de adesão de um
mesmo setor.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="http://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/03/0b5db271-9e7e-4064-ba3d-1467191550f5_edited-1-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-974" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/03/0b5db271-9e7e-4064-ba3d-1467191550f5_edited-1-1024x576.jpg 1024w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/03/0b5db271-9e7e-4064-ba3d-1467191550f5_edited-1-300x169.jpg 300w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/03/0b5db271-9e7e-4064-ba3d-1467191550f5_edited-1-768x432.jpg 768w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/03/0b5db271-9e7e-4064-ba3d-1467191550f5_edited-1.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>(Imagem: Divulgação/Biosul)</figcaption></figure></div>



<p>Então, aliado a isso, acredito que trago boas notícias dessa viagem. Essa não é uma história de vida isolada e não teve início ontem. Ainda conheci a Fernanda, a Wanielle e muitas outras que tornam real o empoderamento feminino no campo ou onde quer que seja. São histórias e números que vamos compartilhar ao longo do mês de março, dedicado ao reconhecimento da participação e importância da mulher no mundo.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="929" height="652" src="http://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/03/921ad313-aad9-4a7b-8991-ffa3c8397558_edited1.jpg" alt="Uma imagem contendo céu, ao ar livre, grama, chão

Descrição gerada automaticamente" class="wp-image-971" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/03/921ad313-aad9-4a7b-8991-ffa3c8397558_edited1.jpg 929w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/03/921ad313-aad9-4a7b-8991-ffa3c8397558_edited1-300x211.jpg 300w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/03/921ad313-aad9-4a7b-8991-ffa3c8397558_edited1-768x539.jpg 768w" sizes="(max-width: 929px) 100vw, 929px" /><figcaption>Wanielle, Fernanda, Rosane e Sibele são histórias reais que representam outras milhares de mulheres que que atuam em diferentes áreas nas usinas de Mato Grosso do Sul. (Imagem: Divulgação/Biosul)</figcaption></figure></div>



<p>Por aqui posso dizer, algumas sementes foram lançadas no setor sucroenergético há mais de dez anos e hoje inspiram muitas outras mulheres.</p>



<p class="has-text-align-right"> <strong>Eliane Salomão – Assessora de Comunicação da Biosul</strong> </p>
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			</item>
		<item>
		<title>Etanol ou gasolina: aplicativo indica ao consumidor combustível mais vantajoso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Biosul MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2020 21:10:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Além da relação de preço, app faz nova conta para mostrar benefícios com base na média de consumo por modelo de veículo, ano de fabricação e rota...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><em>Além da relação de preço, app faz nova conta para mostrar benefícios com base na média de consumo por modelo de veículo, ano de fabricação e rota </em></p>



<p class="has-text-align-right"><strong><a href="https://www.udop.com.br/noticia/2020/01/10/epe-lanca-app-para-ajudar-o-consumidor-a-decidir-qual-o-melhor-combustivel.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Com informações da UDOP (abre numa nova aba)">Com informações da UDOP</a></strong></p>



<p>Renova APP é o novo aplicativo lançado pela EPE (Empresa de Pesquisa Energética) para indicar ao consumidor qual combustível, entre etanol e gasolina, mais vantajoso para abastecimento. </p>



<p>Com layout simplificado, a novidade da ferramenta é informar ao consumidor as vantagens do abastecimento do seu veículo tanto pelo preço quanto pelos ganhos ambientais ao optar pelo etanol, biocombustível de origem renovável e com emissão de carbono até 90% menor que o combustível fóssil.</p>



<p>O aplicativo traz ainda a opção para o consumidor inserir o modelo e ano do veículo, além da média de consumo por tipo de combustível. Informações que auxiliam no cálculo de paridade do consumo.</p>



<p><strong>Uma nova conta</strong></p>



<p>A proposta do Renova APP é trazer para o consumidor um cálculo mais assertivo do rendimento de cada veículo conforme o combustível utilizado, levando em consideração o modelo, ano de fabricação e o trajeto que o consumidor deseja fazer, cidade ou estrada. </p>



<p>Segundo o analista da área de biocombustíveis da EPE, Dan Abensur Gandelman, a conta ideal para chegar nesse resultado é baseada na média de consumo de cada veículo, e não apenas pela relação de preço na bom de combustível. </p>



<p><strong>“</strong>Há vários aplicativos disponíveis que utilizam a regra de 70% da relação de preço dos combustíveis. O diferencial do RenovaAPP é que ele se comunica com o banco de dados do INMETRO que possui um banco com todas as informações necessárias sobre a média de consumo de determinado veículo com gasolina e etanol, indicando qual combustível é mais vantajoso para o seu veículo”, explica em vídeo institucional.</p>



<p><strong>Confira mais informações no <a href="https://www.youtube.com/watch?v=hsjcoNYj0_w">vídeo institucional da EPE</a>.</strong></p>



<p class="has-text-color has-vivid-green-cyan-color"><strong><a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.epe.renovaapp&amp;hl=pt-BR" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Download Renova APP (abre numa nova aba)">Download Renova APP</a></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>O Futuro é Biológico</title>
		<link>https://biosulms.com.br/o-futuro-e-biologico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Biosul MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Jun 2019 17:37:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Manejo biológico representa uma efervescência de tecnologias e de resultados e não pode mais ser menosprezado na estratégia das usinas e produtores de cana...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align:center"><em>Manejo biológico representa uma efervescência de tecnologias e de resultados e não pode mais ser menosprezado na estratégia das usinas e produtores de cana</em></p>



<p style="text-align:right"><strong>Por </strong> <strong>Josias Messias &#8211; Presidente do Grupo ProCana Brasil</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="http://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2019/06/MUM_6314-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-327" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2019/06/MUM_6314-1024x683.jpg 1024w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2019/06/MUM_6314-300x200.jpg 300w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2019/06/MUM_6314-768x512.jpg 768w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2019/06/MUM_6314-600x400.jpg 600w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2019/06/MUM_6314-405x270.jpg 405w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2019/06/MUM_6314.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Imagem: Divulgação/Procana</figcaption></figure>



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A cana-de-açúcar entra na era mundial dos biológicos, que já movimenta quase R$ 500 milhões no Brasil, representando uma expansão de 77% em 2018 sobre o ano 2017, segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Controle Biológico (ABCBio).</p>



<p>Hoje, a maioria das usinas faz uso de “defensores biológicos”. Cerca de 4 milhões de hectares de cana já são protegidos por estes agentes microbiológicos (bactérias, fungos e vírus) e macrobiológicos (insetos como vespas), que trabalham combatendo organismos nocivos ao canavial.</p>



<p>Esta realidade já está mudando os canaviais e representa uma volta às origens da agricultura, com as pragas naturais sendo combatidas por seus inimigos naturais.</p>



<p>Na cana, o controle biológico é eficaz contra pragas como a broca da cana, a cigarrinha, o sphenophorus e nematoides, podendo associar o uso de bioprodutos com químicos. Já o manejo biológico inclui biofertilizantes, bioestimulantes, extratos de algas e outros produtos microbiológicos, como fixadores de nitrogênio.</p>



<p>Ao invés de concorrentes, os biológicos são aliados dos defensivos químicos, compondo com destaque o Manejo Integrado de Pragas (MIP). E otimiza os recursos com o uso dos equipamentos normalmente empregados no manejo, ou até mais econômicos, como drones, incentivando o desenvolvimento da agricultura digital e o emprego de mais inteligência nas operações.</p>



<p>E a tendência é que o manejo biológico cresça por conta da demanda dos consumidores e do mercado por alimentos mais saudáveis, livres de químicos e obtidos por processos mais próximos dos naturais. O próprio RenovaBio deve intensificar sua adoção, pois o manejo biológico permite uma nota maior na emissão dos Crédito de Descarbonização (CBIO) por conta da redução na emissão de carbono e o impacto nulo ou baixo para o ambiente.</p>



<p>No caso das usinas, a necessidade de redução de custos também tem favorecido o controle biológico, já que a maioria dos bioprodutos é mais barata do que os químicos, apresentam quase sempre a mesma eficiência em curto prazo, e maior no médio e longo prazo.</p>



<p>Segundo a ABCBio, um dos fatores de incremento na adoção de biológicos é sua crescente eficiência no controle de pragas e doenças, com casos de agentes biológicos que já apresentam a mesma eficácia dos produtos convencionais. Outro fator é que há uma demanda por soluções que resultem em menor impacto em termos de resíduos, principal característica dos agentes biológicos.</p>



<p>O fato é que o manejo biológico ou orgânico representa uma efervescência de produtos, de tecnologias e de conhecimentos e não pode mais ser menosprezado na estratégia agrícola das usinas e produtores de cana!</p>



<p>Visando ampliar a discussão sobre as principais tendências e estratégias da área, a ProCana Brasil estará realizando o primeiro Seminário de Manejo Biológico e Orgânico em Cana-de-Açúcar, nos dias 26 e 27 de junho no Centro de Cana IAC, em Ribeirão Preto.</p>



<p>Denominado CANABIO, o evento representa uma oportunidade única de benchmarking na área, pois já estão confirmadas apresentações e cases de diversas usinas, incluindo os grupos brasileiros Adecoagro, Atvos, Balbo, Biosev, Guaíra, Jalles Machado, Raízen, Tereos e Vale do Verdão; e de grupos internacionais como o Pantaleon, da América Central, e a Oitisa, do Paraguai; além dos maiores especialistas da área.</p>



<p><br>Seja olhando para o passado ou para o presente, os fatos revelam que o manejo biológico representa o futuro. Nosso papel deve ser promover uma volta ao futuro, a este futuro biológico e sustentável para a cana! </p>
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