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	<title>Categoria Entrevistas -</title>
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		<title>Mercado global de etanol é tema de entrevista do Presidente da UDOP para portal indiano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Biosul MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2020 20:05:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Associadas]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Amaury Pekelman foi entrevistado pela jornalista Shivaaneey Rai, da ChiniMandi, portal de notícias líder na cobertura do setor sucroenergético na Índia.</p>
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<p class="has-text-align-center"><em>Amaury Pekelman foi entrevistado pela jornalista Shivaaneey Rai, da ChiniMandi, portal de notícias líder na cobertura do setor sucroenergético na Índia</em></p>



<p class="has-text-align-right"><strong><a href="https://www.udop.com.br/noticia/2020/10/07/mercado-global-de-etanol-e-tema-de-entrevista-do-presidente-da-udop-para-portal-indiano.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Por Rogério Mian/ Agência UDOP de Notícias</a></strong></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="500" height="500" src="http://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Amaury-Pekelman_Udop_site-indiano_071020.jpg" alt="" class="wp-image-1256" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Amaury-Pekelman_Udop_site-indiano_071020.jpg 500w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Amaury-Pekelman_Udop_site-indiano_071020-300x300.jpg 300w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Amaury-Pekelman_Udop_site-indiano_071020-150x150.jpg 150w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Amaury-Pekelman_Udop_site-indiano_071020-400x400.jpg 400w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /><figcaption>ChiniMandi: portal de notícias líder na cobertura do setor sucroenergético na Índia. <br>(Imagem: Divulgação/ChiniMandi)</figcaption></figure></div>



<p>O presidente da UDOP, Amaury Pekelman, foi entrevistado pela jornalista Shivaaneey Rai, da ChiniMandi (<a href="https://www.chinimandi.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> https://www.chinimandi.com/</a>), portal de notícias líder na cobertura do setor sucroenergético na Índia, um dos principais países produtores de açúcar do mundo. O foco da entrevista foi o mercado mundial de etanol e como o exemplo do Brasil pode influenciar nas decisões indianas acerca do biocombustível.</p>



<p>A jornalista inicia a entrevista destacando que &#8220;apesar da economia global cambalear este ano com as consequências devastadoras no setor de energia e as consequências da pandemia de Covid-19, o mundo espera transitar para um ambicioso programa de biocombustíveis depois de testemunhar a história de sucesso do etanol brasileiro. No entanto, os países que pretendem produzir biocombustíveis ainda estão tentando resolver a equação liderada pelas partes interessadas que fazem as políticas exigidas e pelos fabricantes&#8221;.</p>



<p>Para Pekelman, o mercado global de etanol é um mercado em expansão, principalmente na Ásia. &#8220;No entanto, também deve ser incentivada por mais países devido às suas externalidades ambientais positivas, bem como à sua excelente redução de CO2, que permite, por exemplo, uma diminuição significativa na emissão de material particulado, por exemplo, numa metrópole como São Paulo onde, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a frota de veículos chega a quase 20 milhões de automóveis, ou, 7,4 veículos para cada 10 habitantes&#8221;.</p>



<p>Outro ponto destacado pelo presidente da UDOP foi com relação à redução de emissões, no Brasil, em decorrência do uso do etanol hidratado nos motores flex. &#8220;Dados obtidos junto a entidades setoriais mostram que entre março de 2003 (data de lançamento da tecnologia flex fuel) e maio de 2020, o consumo de etanol (anidro e hidratado) evitou a emissão de mais de 515 milhões de toneladas de CO2eq no Brasil. O volume equivale às emissões anuais combinadas da Argentina, Venezuela, Chile, Colômbia, Uruguai e Paraguai&#8221;, destaca a jornalista citando a UDOP.</p>



<p>&#8220;Nem a nova tendência mundial de veículos elétricos representa uma ameaça ao nosso etanol, pois é uma fonte limpa e segura para uma tecnologia que ainda está em expansão, os chamados veículos elétricos híbridos, onde a energia é gerada a partir do etanol, sem a emissão de gases de efeito estufa&#8221;, destacou o presidente da UDOP.</p>



<p>Amaury defende a necessidade de maiores investimentos no desenvolvimento de novas tecnologias a partir do etanol, melhorando a qualidade de vida nas grandes cidades, além de benefícios secundários como a geração de emprego e renda no campo.</p>



<p><strong>RenovaBio</strong></p>



<p>O presidente da UDOP também destacou na entrevista, de forma positiva, a experiência no Brasil com a implantação do RenovaBio, em 2019, o que permitiu ao país &#8220;criar um novo mercado que precifica a pegada de carbono, os chamados CBIOs (Créditos de Descarbonização), que levam em consideração o grau de responsabilidade ambiental de cada usina, podendo inclusive melhorar o desempenho energético e a emissão de CBIOs&#8221;.</p>



<p>Amaury Pekelman encerra destacando acreditar no potencial indiano para a produção de etanol. &#8220;Acreditamos fortemente no potencial indiano para a produção em larga escala de etanol, o que promoveria sobremaneira a inclusão desse biocombustível como commodity global. A Índia já entendeu esses benefícios e vem aumentando sua produção de etanol ano após ano&#8221;.</p>



<p>Citando dados da consultoria Datagro, uma das mais importantes consultorias sobre o assunto no mundo, parceira da UDOP, Pekelman destaca que a produção de etanol na Índia saltou de 2,06 bilhões de litros na safra 16/17 para mais de 3 bilhões na temporada atual. Esses números representam quase 9% do mercado nacional de gasolina.</p>



<p>&#8220;Mas acreditamos que políticas públicas, como as existentes no Brasil, de mistura obrigatória do etanol na gasolina consumida na Índia, poderiam favorecer ainda mais o setor neste país. O Brasil é hoje um dos maiores consumidores de etanol do mundo justamente por ter 27% de etanol misturado na composição de sua gasolina, além do crescente mercado de veículos com tecnologia flex fuel que permite ao consumidor escolher o combustível que deseja para usar ao reabastecer&#8221;, finalizou o presidente da UDOP.</p>



<p></p>
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		<title>Em entrevista ao Bom Dia MS, presidente da Biosul garante que não vai ter cana no Pantanal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Biosul MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Nov 2019 23:05:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mesmo com a revogação do decreto nº6.961, de 2009, instalação de novas usinas no Estado permanece submetida ao Código Florestal Brasileiro e zoneamento estadual (ZEE), que garantem a proteção dos biomas...</p>
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<p style="text-align:center"><em>Mesmo com a revogação do decreto nº6.961, de 2009, instalação de novas usinas no Estado permanece submetida ao Código Florestal Brasileiro e zoneamento estadual (ZEE), que garantem a proteção dos biomas</em></p>



<p style="text-align:right"><strong>Por Biosul</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" width="1024" height="498" src="http://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2019/11/WhatsApp-Image-2019-11-11-at-10.44.26-1024x498.jpeg" alt="" class="wp-image-861" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2019/11/WhatsApp-Image-2019-11-11-at-10.44.26-1024x498.jpeg 1024w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2019/11/WhatsApp-Image-2019-11-11-at-10.44.26-300x146.jpeg 300w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2019/11/WhatsApp-Image-2019-11-11-at-10.44.26-768x373.jpeg 768w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2019/11/WhatsApp-Image-2019-11-11-at-10.44.26.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Confira a entrevista na íntegra no link disponível no final da matéria. (Imagem: Divulgação/Biosul)<br></figcaption></figure>



<p>Na
última terça-feira (5), &nbsp;o Presidente da
República Jair Bolsonaro publicou revogação do Decreto nº 6.961, de 2009, que aprovava
o zoneamento agroecológico da cana-de-açúcar e determinava o estabelecimento de
normas para o financiamento público ao setor sucroalcooleiro nas áreas de
vegetação nativa, reservas indígenas, Pantanal, Bacia do Alto Paraguai (BAP) e
Amazônia.</p>



<p>A
medida elimina a burocracia para instalação de novos empreendimentos sem ceder
nenhum espaço para qualquer tipo de ameaça ao meio ambiente.</p>



<p>Além
do Código Florestal Brasileiro (Lei nº 12.651/2012) e as legislações estaduais,
o RenovaBio, programa que estimulará o consumo de biocombustíveis é outro
poderoso instrumento garantidor das práticas sustentáveis, das quais são uma
constante no setor sucroenergético.</p>



<p>Em
entrevista ao Bom Dia MS, nesta segunda-feira (11), o presidente da Biosul
Roberto Hollanda Filho esclareceu os impactos da revogação do decreto no Estado
e garantiu que a sustentabilidade permanece sendo um dos pilares do setor
sucroenergético sul-mato-grossense.</p>



<p>Confira a <a href="https://globoplay.globo.com/v/8076914/programa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="entrevista na íntegra. (abre numa nova aba)">entrevista na íntegra.</a></p>
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		<title>Um governo mais técnico para o setor de bioenergia</title>
		<link>https://biosulms.com.br/entrevista-um-governo-mais-tecnico-para-o-setor-de-bioenergia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Biosul MS]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Feb 2019 21:29:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Presidente do Conselho Deliberativo da Biosul e presidente da UDOP, Amaury Pekelman, concedeu entrevista ao Canal - Jornal da Bioenergia e falou da expectativa do setor sucroenergético para 2019...</p>
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<p style="text-align:center"><em>Presidente do Conselho Deliberativo da Biosul e presidente da UDOP, Amaury Pekelman, concedeu entrevista ao Canal &#8211; Jornal da Bioenergia e falou da expectativa do setor sucroenergético para 2019</em></p>



<p style="text-align:right"><strong>Por Canal &#8211; Jornal da Bioenergia</strong></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img decoding="async" src="http://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2019/06/Amaury-Pekelman_Presidente-CD_Biosul-1_edited-1-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-400" width="596" height="447" srcset="https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2019/06/Amaury-Pekelman_Presidente-CD_Biosul-1_edited-1.jpg 1024w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2019/06/Amaury-Pekelman_Presidente-CD_Biosul-1_edited-1-300x225.jpg 300w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2019/06/Amaury-Pekelman_Presidente-CD_Biosul-1_edited-1-768x576.jpg 768w, https://biosulms.com.br/wp-content/uploads/2019/06/Amaury-Pekelman_Presidente-CD_Biosul-1_edited-1-400x300.jpg 400w" sizes="(max-width: 596px) 100vw, 596px" /><figcaption> Amaury Pekelman é economista, tem 52 anos, dois filhos e atua como vice-presidente de Relações Institucionais da Atvos. Imagem: divulgação/Biosul </figcaption></figure></div>



<p><strong>Canal: O que esperar do novo governo? Como ele deve impactar na geração de energia renovável?</strong></p>



<p><strong>Amaury:&nbsp;</strong>Acreditamos que este novo governo, com perfil bem mais técnico, possa construir um alicerce mais forte para a bioenergia.<br>Para isso temos que ter oportunidades de diálogo com o primeiro escalão do governo para efetivamente mostrarmos a importância do setor na geração de empregos, nas questões que envolvem o meio ambiente e o papel da bioenergia na mitigação da emissão de gases de efeito estufa, no desenvolvimento social no interior do Brasil, na geração e distribuição de energia limpa (bioeletricidade), dentre outras pautas.</p>



<p><strong>Canal: Quais as principais medidas de incentivo esperadas para o próximo ano?<br><br>Amaury:</strong>&nbsp;Política nacional de biocombustíveis (Renovabio): O setor propõe a efetiva e célere regulamentação do RenovaBio, conforme cronograma de ações já pré-estabelecido, de forma a garantir a plena operacionalização do programa na safra de 2020, como forma de garantir o adequado planejamento dos investimentos privados e adequação do setor público a este que deverá ser o mais importante programa de descarbonização dos transportes no mundo.</p>



<p>Precificação dos combustíveis fósseis e competitividade do etanol: O setor entende que qualquer mecanismo que venha a ser estabelecido deve manter uma relação direta entre os valores dos derivados praticados no mercado doméstico e àqueles observados no mercado internacional, convertidos em Reais a partir da taxa de câmbio vigente. A definição de regra clara, transparente e estável para o preço dos derivados é fundamental para que se evitem medidas equivocadas ou regras de precificação focadas em problemas não concernentes ao segmento de combustíveis.</p>



<p>Manutenção de diferenciação tributária entre o combustível renovável e seu substituto fóssil:<br>Nossa proposta é a de garantir a manutenção da competitividade atual do etanol, importante mecanismo de valorização das externalidades positivas do biocombustível comparativamente à gasolina.</p>



<p>Bioeletricidade: Para se reduzir este hiato entre a geração efetiva de bioeletricidade e seu potencial, é importante estabelecer-se uma política setorial estimulante e de longo prazo para a bioeletricidade, com diretrizes claras e de continuidade, buscando garantir o pleno uso eficiente deste recurso energético renovável na matriz de energia do país. Tal política setorial deve primar por diretrizes básicas envolvendo o esforço conjunto de agentes públicos e privados.</p>



<p>Barreiras e oportunidades para açúcar e etanol de cana no mercado internacional: Espera-se que o governo brasileiro possa atuar na esfera política e, quando necessário, no âmbito do órgão de solução de controvérsias da OMC em relação a diversos países, tais como, China (salvaguardas), Índia (subsídios à exportação) e outros, que atualmente adotam políticas questionáveis sob a ótica das regras internacionais.<br>Sendo também o maior produtor de etanol de cana do mundo, o Brasil deve buscar oportunidades de abertura de mercado para este produto. O objetivo é promover maior cooperação e comércio via programas de incentivo ao uso de biocombustíveis e energias renováveis em diversos mercados como Estados Unidos, em especial Califórnia, União Europeia, Japão e China.</p>



<p>Ainda enfrentamos barreiras tarifárias, regulatórias e de imagem que dificultam as exportações. Por isso, o apoio do governo brasileiro para reforçar os benefícios e a sustentabilidade do etanol de cana nos potenciais mercados é fundamental.</p>



<p><strong>Canal: Como o setor deve se desenvolver a partir do ano que vem, tendo em vista os últimos resultados?<br><br>Amaury:&nbsp;</strong>Na UDOP temos defendido com bastante veemência o desafio de aumentarmos nossa competitividade com ganho de produtividade de litros de etanol por hectare. Hoje temos uma média de 5 a 6 mil litros de etanol produzidos por hectare de cana, mas defendemos a meta de atingir de 10 a 12 mil litros por hectare, o que reduziria consideravelmente nossos custos de produção e ainda teríamos um retorno muito maior, podendo reinvestir este capital em P&amp;D.</p>



<p>A aproximação do setor com entidades de fomento em pesquisas como a Fapesp, Universidades, a Embrapa, dentre outros, é de suma importância para que, num trabalho conjunto, aliado à capacitação profissional das pessoas que trabalham neste setor, outro ponto que a UDOP tem defendido e saído na frente, possamos avançar em nossos desafios.</p>



<p><strong>Canal: Como avalia o desenvolvimento do setor em 2018? Os resultados estão dentro das projeções?<br><br>Amaury:&nbsp;</strong>2018 foi um ano difícil para o setor, a exemplo de algumas safras anteriores. Tivemos em algumas regiões do Centro-Sul uma seca histórica com até 150 dias sem precipitação, o que comprometeu o desenvolvimento da cana que foi colhida neste ano, gerando uma quebra em algumas usinas de até 10%, e ainda com consequências na soqueira que colheremos na próxima temporada.</p>



<p>Por outro lado, tivemos preços um pouco mais compensadores para o etanol, o que fez com que o setor mudasse o mix de produção para o biocombustível em detrimento da produção de açúcar, que teve em 2018 preços muito abaixo da média, consequência, também, de uma concorrência desleal de alguns países que subsidiaram seus produtores locais, encharcando o mercado com açúcar e derrubando os preços.</p>



<p>De todas a forma, estamos esperançosos agora que com a mudança de governo possamos respirar novos ares na economia e que o setor possa sair fortalecido de mais esta crise.</p>



<p><em>*Amaury Pekelman é economista, tem 52 anos, dois filhos e atua como vice-presidente de Relações Institucionais da Atvos. Possui ampla experiência em Assuntos Institucionais e Comunicação com mais de 20 anos de proficiência em marketing, relações com a comunidade, relações públicas e gestão de eventos corporativos, já tendo trabalhado para empresas de mídia, agroindústria e mineração.</em><br></p>
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